terça-feira, 1 de junho de 2010

À Bíblia !

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Bíblia (do grego βίβλια, plural de βίβλιον, transl. bíblion, "rolo" ou "livro"[1]) é o texto religioso central do judaísmo e do cristianismo.
Foi São Jerónimo, tradutor da Vulgata latina, que chamou pela primeira vez ao conjunto dos livros do Antigo Testamento e Novo Testamento de "Biblioteca Divina". A Bíblia é uma coleção de livros catalogados, considerados como divinamente inspirados pelas três grandes religiões dos filhos de Abraão (além do cristianismo e do judaísmo, o islamismo). São, por isso, conhecidas como as "religiões do Livro". É sinónimo de "Escrituras Sagradas" e "Palavra de Deus".
As diversas igrejas cristãs possuem algumas divergências quanto aos seus cânones sagrados.
As igrejas cristãs protestantes possuem 39 livros no Antigo Testamento como parte do cânone de suas Bíblias.
A Igreja Católica possui 46 livros no Antigo Testamento como parte de seu cânone bíblico (os livros de Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico (ou Sirácides), Baruque, I Macabeus e II Macabeus, e alguns trechos nos livros de Ester e de Daniel). Estes textos são chamados deuterocanónicos (ou "do segundo cânon") pela Igreja Católica.
As igrejas cristãs ortodoxas, e as outras igrejas orientais, aceitam, além de todos estes já citados, outros dois livros de Esdras, outros dois dos Macabeus, a Oração de Manassés, e alguns capítulos a mais no final do livro dos Salmos (um nas Bíblias das igrejas de tradição grega, cóptica, eslava e bizantina, e cinco nas Bíblias das igrejas de tradição siríaca).[2]
As igrejas cristãs protestantes, dentre outros grupos, consideraram os textos deuterocanónicos como apócrifos. Mas alguns deles os reconhecem como leitura proveitosa e moralizadora, além do valor histórico dos livros dos Macabeus. E algumas importantes Bíblias protestantes, como a Bíblia do Rei Tiago e a Bíblia espanhola Reina-Valera, os contêm ao menos nalgumas das suas edições.
Quanto ao Novo Testamento, todos os cristãos são unânimes em aceitar o Novo Testamento com seus 27 escritos.

João Ferreira de Almeida

Anos iniciais
Filho de pais católicos, João Ferreira de Almeida nasceu na localidade de Torre de Tavares, concelho de Mangualde, em Portugal. Ficou órfão ainda em criança e veio a ser criado na cidade de Lisboa por um tio que era membro de uma ordem religiosa. Pouco se sabe sobre a infância e início da adolescência de Almeida, mas afirma-se que teria recebido uma excelente educação visando a sua entrada no sacerdócio. Não se sabe o que teria levado Almeida a sair de Portugal mas talvez isso se devesse à forte influência exercida pela Inquisição em Portugal. Viajou para a Holanda e, aos 14 anos, embarcou para a Ásia, passando pela Batavia (actual Jacarta), na ilha de Java, Indonésia. Naquela época, a Batávia era o centro administrativo da Companhia Holandesa das Índias Orientais, no sudeste da Ásia.

Conversão ao protestantismo
Ao velejar entre Batávia e Malaca, na Malásia, Almeida, aos 14 anos de idade, leu um folheto protestante, em espanhol, intitulado "Diferencias de la Cristandad" (Diferenças da Cristandade). Este panfleto atacava algumas das doutrinas e conceitos católicos, incluindo a utilização de línguas incompreensíveis para o povo comum, tal como o latim, durante os ofícios religiosos. Isto provocou um grande impacto em Almeida sendo que, ao chegar a Malaca, converteu-se à Igreja Reformada Holandesa, em 1642, e dedicou-se imediatamente à tradução de trechos dos Evangelhos, do castelhano para o português.[2]

Tradutor da Bíblia
Dois anos mais tarde, João Ferreira de Almeida lançou-se num enorme projecto: a tradução do Novo Testamento para o português usando como base parte dos Evangelhos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol da tradução de Reyna Valera, 1569. Almeida usou também como fontes nessa tradução as versões: Latina (de Beza), Francesa (Genebra, 1588) e Italiana (Diodati, 1641) - todas elas traduzidas do grego e do hebraico. O trabalho foi concluído em menos de um ano quando Almeida tinha apenas 16 anos de idade. Apesar da sua juventude, enviou uma cópia do texto ao governador geral holandês, em Batávia. Crê-se que a cópia teria sido enviada para Amesterdão mas que o responsável pela publicação do texto faleceu resultando no desaparecimento do trabalho de Almeida. Em 1651, ao lhe ser solicitada uma cópia da sua tradução para a Igreja Reformada na ilha de Ceilão, (actual Sri Lanka), Almeida descobriu que o original havia desaparecido. Lançando-se de novo ao trabalho, partindo de uma cópia ou rascunhos anteriores do seu trabalho, Almeida concluiu no ano seguinte uma versão revista dos Evangelhos e do livro de Actos dos Apóstolos. Em 1654, completou todo o Novo Testamento mas, uma vez mais, nada foi feito para imprimir a tradução, sendo realizadas apenas algumas poucas cópias manuscritas.
Almeida entrou no ministério da Igreja Reformada Holandesa, primeiramente como "visitador de doentes" e, em seguida, como "pastor suplente". Em 1656, foi submetido a exame em matérias teológicas e, tendo sido aprovado, foi ordenado para o ministério pastoral e missionário. Serviu primeiro em Ceilão e depois na Índia, sendo considerado um dos primeiros missionários protestantes a visitar aquele país. Visto que servia como missionário convertido, ao serviço de um país estrangeiro, e ainda devido à exposição directa do que considerava ser doutrinas falsas da Igreja Católica, bem como à denúncia de corrupção moral entre o clero, muitos entre as comunidades de língua portuguesa passaram a considerará-lo apóstata e traidor. Esses confrontos resultaram num julgamento por um tribunal da Inquisição em Goa, Índia, em 1661, sendo sentenciado à morte por heresia. O governador geral da Holanda chamou-o de volta a Batávia, evitando assim a consumação da sentença.
Em 1676, Almeida apresentou o seu trabalho de tradução do Novo Testamento ao consistório da Igreja Reformada em Batávia, para revisão. As relações entre Almeida e os revisores da tradução ficaram tensas, especialmente devido a diferenças de opinião sobre o significado de algumas palavras e sobre o estilo do português usado. Isto resultou em grandes demoras no trabalho de revisão, sendo que quatro anos depois ainda se discutiam os capítulos iniciais do Evangelho de Lucas. Almeida decidiu assim, sem o conhecimento dos revisores, enviar uma cópia para a Holanda visando a sua publicação. Apesar da reacção negativa do consistório em Java, a versão em português do Novo Testamento foi finalmente impressa em Amesterdão, em 1681, tendo as cópias chegado à Ásia no ano seguinte. No entanto, os revisores conseguiram fazer valer a sua posição, introduzindo alterações ao trabalho de Almeida. O governo holandês concordou com a insatisfação de Almeida e mandou destruir toda a primeira impressão. Ainda assim, Almeida conseguiu salvar algumas cópias sob a condição de que, até nova impressão, os erros principais fossem corrigidos à mão.
Os revisores em Batávia reuniram-se novamente para completar a verificação do Novo Testamento e avançar para o Velho Testamento à medida que Almeida o fosse completando. Em 1689, já com a saúde bastante abalada, Almeida deixou o trabalho missionário para se dedicar em pleno ao trabalho de tradução. Veio a morrer em 1691 enquanto traduzia o último capítulo de Ezequiel. Coube ao seu amigo Jacobus op den Akker completar a tradução em 1694.

Tradução após a morte de Almeida
A segunda edição do Novo Testamento em português, revista pouco antes da morte de Almeida, veio a ser publicada em 1693. No entanto, alguns historiadores afirmam que, uma vez mais, esta segunda edição foi desfigurada pela mão dos revisores. Perdendo-se a motivação para a continuação do trabalho de tradução da Bíblia para o português na Ásia, foi a pedido dos missionários dinamarqueses em Tranquebar, no sul da Índia e então parte da Índia Dinamarquesa, que uma sociedade inglesa, a Society for Promoting Christian Knowledge, em Londres, financiou a terceira edição do Novo Testamento de Almeida, em 1711. Durante o Século XIX, a British and Foreign Bible Society e a American Bible Society distribuíram milhares de exemplares da versão de Almeida em Portugal e nas principais cidades do Brasil. Isto resultou em tornar a Tradução João Ferreira de Almeida um dos textos mais populares das Escrituras em língua portuguesa, sendo especialmente usada pelos evangélicos lusófonos.
Atualmente é editada no Brasil principalmente pela Sociedade Bíblica do Brasil e pela Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil

Conceitos sobre a Bíblia

A Bíblia é um livro muito antigo. Ela é o resultado de longa experiência religiosa do povo de Israel. É o registro de várias pessoas, em diversos lugares, em contextos diversos. Acredita-se que tenha sido escrita ao longo de um período de 1.600 anos por cerca de 40 homens das mais diversas profissões, origens culturais e classes sociais.
Os cristãos acreditam que estes homens escreveram a Bíblia inspirados por Deus e por isso consideram a Bíblia como a Escritura Sagrada. No entanto, nem todos os seguidores da Bíblia a interpretam de forma literal, e muitos consideram que muitos dos textos da Bíblia são metafóricos ou que são textos datados que faziam sentido no tempo em que foram escritos, mas foram perdendo seu sentido dentro do contexto da atualidade.
Para a maior parcela do cristianismo a Bíblia é a Palavra de Deus, portanto ela é mais do que apenas um bom livro, é a vontade de Deus escrita para a humanidade. Para esses cristãos, nela se encontram, acima de tudo, as respostas para os problemas da humanidade e a base para princípios e normas de moral.
Não-cristãos de um modo geral veem a Bíblia como um livro comum, com importância histórica e que reflete a cultura do povo que os escreveu. Em regra os não-cristãos recusam qualquer origem divina para a Bíblia e a consideram como de pouca ou de nenhuma importância na vida moderna, ainda que na generalidade se reconheça a sua importância na formação da civilização ocidental (apesar de a Bíblia ter origem no Médio Oriente).
A comunidade científica tem defendido a Bíblia como um importante documento histórico, narrado na perspectiva de um povo e na sua fé religiosa. Muito da sua narrativa foi de máxima importância para a investigação e descobertas arqueológicas dos últimos séculos. Mas os dados existentes são permanentemente cruzados com outros documentos contemporâneos, uma vez que, a história religiosa do povo de Israel singra em função da soberania de seu povo que se diz o "escolhido" de Deus e, inclusive, manifesta essa atitude nos seus registros.
Independente da perspectiva que um determinado grupo tem da Bíblia, o que mais chama a atenção neste livro é a sua influência em toda história da sociedade ocidental e mesmo mundial, face ao entendimento dela nações nasceram (Estados Unidos etc.), povos foram destruídos (Incas, Maias, etc), o calendário foi alterado (Calendário Gregoriano), entre outros fatos que ainda nos dias de hoje alteram e formatam nosso tempo. Sendo também o livro mais lido, mais pesquisado e mais publicado em toda história da humanidade, boa parte das línguas e dialetos existentes já foram alcançados por suas traduções. Por sua inegável influência no mundo ocidental, cada grupo religioso oferece a sua interpretação, cada qual com compreensão peculiar.

Os idiomas originais
Foram utilizados três idiomas diferentes na escrita dos diversos livros da Bíblia: o hebraico, o grego e o aramaico. Em hebraico consonantal foi escrito todo o Antigo Testamento, com excepção dos livros chamados deuterocanónicos, e de alguns capítulos do livro de Daniel, que foram redigidos em aramaico. Em grego comum, além dos já referidos livros deuterocanónicos do Antigo Testamento, foram escritos praticamente todos os livros do Novo Testamento. Segundo a tradição cristã, o Evangelho de Mateus teria sido primeiramente escrito em hebraico, visto que a forma de escrever visava alcançar os judeus.
O hebraico utilizado na Bíblia não é todo igual. Encontramos em alguns livros o hebraico clássico (por ex. livros de Samuel e Reis), em outros um hebraico mais rudimentar e em outros ainda, nomeadamente os últimos a serem escritos, um hebraico elaborado, com termos novos e influência de outras línguas circunvizinhas. O grego do Novo Testamento, apesar das diferenças de estilo entre os livros, corresponde ao chamado grego koiné (isto é, o grego "comum" ou "vulgar", por oposição ao grego clássico), o segundo idioma mais falado no Império Romano.
A primeira tradução latina da Bíblia foi a Vetus Latina, baseado na Septuaginta, e, portanto, livros não incluídos na Bíblia hebraica. O Papa Dâmaso I montaria a primeira lista de livros da Bíblia, no Concílio de Roma em 382 d.C. Ele a encomendou de São Jerónimo que produzisse um texto confiável e consistente, traduzindo os textos originais em grego e hebraico para o latim. Esta tradução ficou conhecida como a Bíblia Vulgata Latina, antes disso havia grande confusão e divergência sobre os textos bíblicos a serem aceitos pelos cristãos e, em 1546, o Concílio de Trento declara que é a única Bíblia autêntica e oficial no rito latino da Igreja Católica.

Inspirado por Deus
O apóstolo Paulo afirma que "toda a Escritura é inspirada por Deus" [literalmente, "soprada por Deus", que é a tradução da palavra grega θεοπνευστος, theopneustos] (2 Timóteo 3:16). Na ocasião, os livros que hoje compõem a Bíblia não estavam todos escritos e a Bíblia não havia sido compilada, entretanto muitos cristãos crêem que Paulo se referia à Bíblia que seria posteriormente canonizada. O apóstolo Pedro diz que "nenhuma profecia foi proferida pela vontade dos homens. Inspirados pelo Espírito Santo é que homens falaram em nome de Deus." (2 Pedro 1:21). O apóstolo Pedro atribui aos escritos de Paulo a mesma autoridade do Antigo Testamento: "E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição" (2 Pedro 3:15-16). Veja também os artigos Cânon Bíblico e Apócrifos.
Os cristãos creem que a Bíblia foi escrita por homens sob Inspiração Divina, mas essa afirmação é considerada subjetiva na perspectiva de uma pessoa não-cristã ou não-religiosa. A interpretação dos textos bíblicos, ainda que usando o mesmo Texto-Padrão, varia de religião para religião. Verifica-se que a compreensão e entendimento a respeito de alguns assuntos pode variar de teólogo para teólogo, e mesmo de um crente para outro dependendo do idealismo e da filosofia religiosa defendida, entretanto, quanto aos fatos e às narrações históricas, existe uma unidade.
A fé dos leitores religiosos da Bíblia baseia-se na premissa de que "Deus está na Bíblia e Ele não fica em silêncio", como declara repetidamente o renomeado teólogo presbiteriano e filósofo, o Pastor Francis Schaeffer, dando a entender que a Bíblia constitui uma carta de Deus para os homens. Para os cristãos, o Espírito Santo de Deus atuou de uma forma única e sobrenatural sobre os escritores. Seguindo este raciocínio, Deus é o verdadeiro autor da bíblia, e não os seus escritores, por si mesmos. Segundo este pensamento Deus usou as suas personalidades e talentos individuais, para registrar por escrito os seus pensamentos e a revelação progressiva dos seus propósitos em suas palavras. Para os crentes, a sua postura diante da Bíblia determinará o seu destino eterno.

A interpretação bíblica
Diferente das várias mitologias, os assuntos narrados na Bíblia são geralmente ligados a datas, a personagens ou a acontecimentos históricos (de fato, vários cientistas têm reconhecido a existência de personagens e locais narrados na Bíblia, que até há poucos anos eram desconhecidos ou considerados fictícios), apesar de não confirmarem os fatos nela narrados, por outro lado, comprovando que aconteceram de alguma forma.[3]
Os judeus acreditam que todo o Velho Testamento foi inspirado por Deus e, por isso, constitui não apenas parte da Palavra Divina, mas a própria palavra. Os cristãos, por sua vez, incorporam também a tal entendimento os livros do Novo Testamento. Os ateus e agnósticos possuem concepção inteiramente diferente, descrendo por completo dos ensinamentos religiosos. Tal descrença ocorre face ao entendimento de que existem personagens cuja real existência e/ou atos praticados são por eles considerados fantásticos ou exagerados, tais como os relatos de Adão e Eva, da narrativa da sociedade humana ante-diluviana, da Arca de Noé, o Dilúvio, Jonas engolido por um "grande peixe", etc. A hermenêutica, uma ciência que trata da interpretação dos textos, tem sido utilizada pelos teólogos para se conseguir entender os textos bíblicos. Entre as regras principais desta ciência encontramos:
O texto deve ser interpretado no seu contexto e nunca isoladamente;
Deve-se buscar a intenção do escritor, e não interpretar a intenção do autor;
A análise do idioma original (hebraico, aramaico, grego comum) é importante para se captar o melhor sentido do termo ou as suas possíveis variantes;
O intérprete jamais pode esquecer os fatos históricos relacionados com o texto ou contexto, bem como as contribuições dadas pela geografia, geologia, arqueologia, antropologia, cronologia, biologia, etc.

Sua estrutura interna
A Bíblia é um conjunto de pequenos livros ou uma biblioteca. Foi escrita ao longo de um período de cerca de 1600 anos por 40 homens das mais diversas profissões, origens culturais e classes sociais, segundo a tradição judaico cristã. No entanto, exegetas cristãos divergem sobre a autoria e a datação das obras.
A sua divisão em capítulos e versículos que conhecemos hoje surgiu em momentos diferentes da história. A primeira divisão (em capítulos) credita-se a autoria ao arcebispo Stephen Langton da Cantuária, no século XIII, que fez as marcações dos mesmos através de uma sequência numérica em algarismos romanos nas margens dos manuscritos. A divisão em versículos foi realizada em 1551 numa edição em grego do Novo Testamento pelo humanista e impressor Robert Stephanus. Pequenas diferenças nas divisões e numerações de capítulos e versículos adotadas podem ser observadas quando se comparam as edições da Bíblia católica, protestante ou judaica (Tanakh).

Origem do termo "Testamento"
Este vocábulo não se encontra na Bíblia como designação de uma de suas partes.
A palavra portuguesa "testamento" corresponde à palavra hebraica berith (que significa aliança, pacto, convênio, contrato), e designa a aliança que Deus fez com o povo de Israel no Monte Sinai, tal como descrito no livro de Êxodo (Êxodo 24:1-8 e Êxodo 34:10-28). Tendo sido esta aliança quebrada pela infidelidade do povo, Deus prometeu uma nova aliança (Jeremias 31:31-34) que deveria ser ratificada com o sangue de Cristo (Mateus 26:28). Os escritores neotestamentários denominam a primeira aliança de antiga (Hebreus 8:13), em contraposição à nova (2 Coríntios 3:6-14).
Os tradutores da Septuaginta traduziram berith para diatheke, embora não haja perfeita correspondência entre as palavras, já que berith designa "aliança" (compromisso bilateral) e diatheke tem o sentido de "última disposição dos próprios bens", "testamento" (compromisso unilateral).
As respectivas expressões "antiga aliança" e "nova aliança" passaram a designar a coleção dos escritos que contém os documentos respectivamente da primeira e da segunda aliança.
O termo testamento veio até nós através do latim quando a primeira versão latina do Velho Testamento grego traduziu diatheke por testamentum. São Jerônimo, revisando esta versão latina, manteve a palavra testamentum, equivalendo ao hebraico berith — aliança, concerto, quando a palavra não tinha essa significação no grego. Afirmam alguns pesquisadores que a palavra grega para "contrato", "aliança" deveria ser suntheke, por traduzir melhor o hebraico berith.
As denominações "Antigo Testamento" e "Novo Testamento", para as duas coleções dos livros sagrados, começaram a ser usadas no final do século II, quando os evangelhos e outros escritos apostólicos foram considerados como parte do cânon sagrado.

Livros do Antigo Testamento
Ver artigo principal: Antigo Testamento
O Antigo Testamento é composto de 46 livros: 39 conhecidos como protocanônicos e 7 conhecidos como deuterocanônicos. Os livros deuterocanônicos fazem parte apenas da Bíblia Católica, não sendo incluídos na Bíblia Protestante ou no Tanakh judaico.

Livros Protocanônicos

Pentateuco
Ver artigo principal: Pentateuco
Gênesis - Êxodo - Levítico - Números - Deuteronômio

Históricos
Josué - Juízes - Rute - I Samuel - II Samuel - I Reis - II Reis - I Crônicas - II Crônicas - Esdras - Neemias - Ester

Poéticos e Sapienciais
Jó - Salmos - Provérbios - Eclesiastes (ou Coélet) - Cântico dos Cânticos de Salomão

Proféticos
Profetas Maiores

A designação “Maiores” não se trata porém da relevância histórica destes personagens na história de Israel, mas tão somente ao tamanho de seus livros, maiores se comparados aos livros dos Profetas “Menores”.
Isaías - Jeremias - Lamentações de Jeremias - Ezequiel - Daniel
Profetas Menores
Como referido acima, a designação “Menores” não se trata da relevância histórica destes personagens na história de Israel, mas tão somente ao tamanho de seus livros.
Oséias - Joel - Amós - Obadias - Jonas - Miquéias - Naum - Habacuque - Sofonias - Ageu - Zacarias - Malaquias.

Observação: Por falta de tempo, e por ser um assunto muito estensível poderão fazer sua pesquisas no Wikipédia.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Prosperidade ou amor ao dinheiro!

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

"CRUZADA EM DEFESA DO EAVANGELHO DE JESUS"


I Timóteo 6: 9/11 - " Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males"...
I Timóteo 6: 9/11 - "Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão".
Meu desejo é de Paz para a sua vida, trabalho e família.
Quando me deparei com o texto colocado acima, pensei que esse assunto não é novo. Já era preocupação antiga! Assim dizendo, refiro-me aos dois lados da moeda: o lado dos que queriam riquezas a qualquer custo e o lado dos que aconselhavam a ter cuidado com os métodos utilizados para se obter essas riquezas. E hoje, vemos as mesmas preocupações. É tão importante isso que se levantam até bispos, apóstolos e profetas para falar desse assunto. Uns dizem que somos filhos do rei, outros que não somos cauda, etc. São muitas as referências usadas para embasar tais posições, mas se verificarmos bem, diante da Palavra, todos os argumentos são conseqüência de interpretações errôneas, ou mal intencionadas de passagens bíblicas, dirigidas a situações completamente diferentes e em contextos, também, diferentes.
Quando examinamos a Palavra, vemos que a prosperidade não significa necessariamente a posse de muitos bens, mas ter o suficiente para viver e vestir. Isto é promessa de Deus! Se pensarmos em prosperidade, tendo como referência bíblica a vida de Abraão, Davi, ou Salomão, teremos a ilusão de que as bênçãos que eles tiveram eram as posses, quando na verdade a benção deles era a presença de Deus em suas vidas, pela dedicação ao Senhor.
Um homem próspero é aquele que, em primeiro lugar, professa sua fé e confiança no Senhor e o busca em primeiro lugar. As demais coisas são acrescentadas, pela misericórdia de Deus e, principalmente, pela benção em seu trabalho, em sua vida. Deus não abençoa quem não está com Ele ou quem não busca por seu sustento. Não adianta esperar que seu maná caia do céu só porque no deserto aconteceu isso com o povo de Israel. A situação é outra.
Então podemos pensar nas orientações acima, do texto, onde a ganância desenfreada leva a conseqüências enganosas e desastradas na vida de muitas pessoas, que deixam a prudência de lado. Muitas vezes, deixando os escrúpulos, fazem coisas desleais e impróprias, diante de Deus e dos homens, como roubar, levar vantagem anormal, injustiças, etc. Claro, não é proibido possuir riquezas e muitos são abençoados em seu trabalho e conseguem isso, mas não devemos nos esquecer das advertências da Palavra: "Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão".
Não se fie muito em discursos inflamados, que te orientem erradamente a buscar prosperidade através de métodos que não sejam decorrentes de trabalho (abençoado sim) e muita dedicação. A prosperidade não virá como conseqüência de investimento financeiro em Deus, pois Ele não é banco, não virá também com sacrifícios pessoais que não sejam para o trabalho. Quando contribuímos financeiramente com a obra de Deus, fazemos por liberalidade, por amor às pessoas que necessitam conhecer a Palavra que já conhecemos. A nossa recompensa é a salvação dessas pessoas.
Tomara que pensemos assim, da próxima vez que formos ao altar de nossa congregação religiosa levar nossa contribuição ou dizimo.
Você é próspero pelo conhecimento do Senhor, sua vida é abençoada porque pertence à casa de um Pai maravilhoso, nosso Senhor.
Bom final de semana, com muitas bênçãos e muita alegria na Paz do Senhor Jesus.

João Carlos
Assis
Boa leitura: http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/912034

terça-feira, 25 de maio de 2010

'Caça-fantasmas? Universal usa detector de demônios nos fiéis!

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

DGM Noticias Evangélicas do mundo hoje.

TERÇA-FEIRA, 25 DE MAIO DE 2010



Caça-fantasmas? Universal usa detector de demônios nos fieis!






A Igreja Universal do Reino de Deus tem um aparelhinho cuja lâmpada mede o grau de possessão demoníaca em fiéis.

Uma foto do psicoscópio – esse seria o nome do instrumento – foi exibida ontem em Campo Grande (MS) pela desempregada Sueli Ferreira de Moura (foto), 42, que por sete horas se manteve acorrentada ao portão de um templo em protesto contra a igreja por ter submetido o seu filho de 17 anos à lavagem cerebral.

Mãe de fiel mostra foto do aparelhinho



Sueli disse que S., o seu filho, tem um psicoscópio para avaliar os jovens de um grupo do qual ele é o líder. Ela não soube explicar como funciona o aparelho. Pela foto, além de uma lâmpada e dois interruptores, ele tem um microfone ou um altofalante.

Óleo benzido para tirar o tesão. Afirmou também que o filho usa em suas “partes íntimas” um óleo ungido (foto) por pastores para que ele não tenha desejos sexuais. “Para mim, isso é óleo de cozinha.”

Sueli disse que S. se tornou um “escravo”, porque passou a vender balas, calçados e eletrodomésticos para entregar o dinheiro à Universal. Ele já teria roubado para não deixar de pagar o dízimo.

S. frequenta o templo da avenida Mato Grosso há dois anos e meio. Ele parou de ir à escola porque foi impedido de lá pregar a Bíblia.

“Quero meu filho de volta”, disse ela. “Essa igreja enlouqueceu o meu filho e a população desta cidade precisa saber disso.”

Ela tem mais dois filhos, um de 10 anos e outro de 22. Ambos chegaram a frequentar a igreja. O mais velho deixou de comparecer aos cultos quando soube que seria obrigado a pagar o dízimo.

Sueli disse que tentou várias vezes falar com os pastores para reclamar do fanatismo de seu filho. Como nunca foi atendida, em novembro do ano passado ela, em “uma atitude desesperada”, invadiu um culto para se queixar.

Um pastor chamou a polícia, e ela foi levada de camburão a uma delegacia. “Fiquei fichada na polícia por tentar proteger o meu filho.”


Sueli ficou acorrentada por sete horas


Até agora a Igreja Universal não desmentiu nem confirmou a existência do aparelhinho de detectar possessão. Também não se manifestou sobre as demais acusações de Sueli.

Ela disse que, se for preciso, fará novo protesto para que a igreja liberte o seu filho.



Extraído: Genizah




domingo, 23 de maio de 2010

Tempos transparentes

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

DGM Noticias Evangélicas do mundo hoje.

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS


Pr. ThéÀ medida que a informática e a tecnologia avançam, fica cada vez mais difícil a pessoa esconder o que ela é, ou tentar negar o que os outros descobrem a seu respeito.

Essa mudança tem provocado um terremoto nos meios religiosos. Vamos dar alguns exemplos. Hoje, quando uma pessoa vai ao médico, pelos seus sintomas ela pesquisou na internet tudo a respeito de sua doença. Muitos médicos encontram dificuldade em comunicar-se com o paciente, pois ele quer saber tudo a respeito de sua doença.

Outro exemplo é a leitura que as pessoas fazem uma das outras, ou a leitura que fazem dos fatos. Nas igrejas, por exemplo, as pessoas diagnosticam até a doença psicológica de outras pessoas de difícil relacionamento, as vezes acertam.

Outra dificuldade é trazida pelo diagnóstico do tecido social. Nas igrejas há maridos ganhando menos que a esposa. Há pessoas endividadas. Há pessoas tentando destaque na igreja, pois lá fora não vence a concorrência. Torna-se necessário então, que consiga o resgate da auto-estima na comunidade chamada igreja. Todos sabem quais as lutas que os jovens enfrentam com o assalto praticado pelos meios de comunicação, pela internet, pelo bate papo na internet, pelos colegas da Faculdade ou Colégio, enfim, todos sabem de todos e de tudo.

Qual o resultado dessa situação? O convívio fica cada vez mais difícil. Para solucionar tais problemas surgem os espertalhões. Em todos os segmentos da sociedade eles aparecem. Há os marginais que vendem e não entregam. Os falsificadores de cartões. Os pregadores de TV que não mostram a multidão irada que retorna revoltada por descobrir que não fazem milagre algum. Há os solucionadores de qualquer problema, que prometem ter soluções para tudo.

É esse o nosso tempo. Todos são donos do saber, do saber informativo, não do saber formativo. O saber formativo é o que compete à Igreja de Cristo dar. Compete a ela ensinar que o meu irmão é alguém que Deus colocou a meu lado para servi-lo e não para ser servido por ele. A Igreja é um espaço de amor, não um espaço a ser conquistado. Que, ao fazer a leitura do meu irmão, não me importe com a leitura, mas com meu irmão. Esse é o papel que devemos dar a transparência que a tecnologia dos nossos dias nos legou. Amém.

Pr. Manoel de Jesus Thé
Igreja Batista Ebenézer – SP
manoeldejesus.the@gmail.com


Comentário do Blog: Incrível, que muitas vezes lemos tantas coisas e procuramos entender as pessoas e a internet, e esta mensagem do nosso amado pastor Manoel, disse tudo o que já sabemos sobre as boas e ruins mensagens da internet assim como seu comportamento. Sem duvida alguma, temos que dar as mãos a palmatória e dizer que é uma verdade nua e crua, mas bem colocada, pois os termos são estes, tem gente boa e más, assim como ovelhas e lobos, usando o mesmo veiculo de comunicação, porém os lobos é como diz a palavra: São aqueles que com uma capa de cordeiros, enganam, mentindo e fazendo tudo que os filhos das trevas fazem mesmo.


Tenho um "msn" no qual dou atendimento pastoral, e o que tem de pessoas de um modo geral, solicitando ajuda sobre o que fazer, quando estão em um relacionamento amoroso conturbado, e o pior é que pelos relatos, elas estão envolvidas com lobos(as) (misericórdia). Mas é exatamente o que ocorre, temos de estar em oração sempre, pois o espírito do erro campeia a internet. Glórias a Deus, que temos esta ferramenta chamada internet, e devemos usar esta ferramenta para colocar a verdade que triunfa. Por isso concluamo aos inter-nautas que escrevam muitas outras mensagens sobre suas conclusões e fatos relacionados no meios do povo. E é o que estou vendo em muitas notícias a pura verdade de muitos fatos na internet, vídeos, etc. Jesus disse que os filhos das trevas, são mais havidos que os filhos da luz. E porque será isto? Deixe seu comentário aqui! 


Pr.Dilson Mendonça


Abraços!  

Site localiza capítulos da Bíblia geograficamente

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

"CRUZADA EM DEFESA DO EAVANGELHO DE JESUS"

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REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

biblemapO site “BibleMap.org” é o primeiro a localizar todos os capítulos da Bíblia geograficamente.

Basta digitar o capítulo desejado e, através de um aplicativo do Google Maps, ele identificará a exata localização em que se passou a história, além de disponibilizar o capítulo em inglês.

A página foi desenvolvida por funcionários do “HeLives.com”, um site religioso. Segundo a descrição do “BibleMap”, “[...]a motivação para criar o site foi simples: criar um atlas gratuito da Bíblia com o Google Maps. Nós esperamos que a página seja uma benção para você e o ajude a deixar o livro da Bíblia mais vivo em sua vida”.



Pesquiza feita com o 1 Samuel Cap. 4, teve este resultado do qual traduzimos do inglês para o português do google tradutor:

E a palavra de Samuel a todo o Israel.

Ora, saiu Israel à batalha contra os filisteus. Eles acamparam em Ebenezer, e os filisteus acamparam em Afec. 2 Os filisteus puseram-se em linha contra Israel, e quando a propagação de batalha, Israel foi derrotado pelos filisteus, que mataram cerca de quatro mil homens no campo de batalha. 3 E quando as tropas chegaram ao acampamento, os anciãos de Israel disseram: "Por que o Senhor nos derrotou hoje diante dos filisteus? Vamos trazer a arca da aliança do Senhor aqui de Shiloh, que pode vir entre nós e salvar-nos do poder dos nossos inimigos. "4 Então, as pessoas enviadas para Shiloh e trouxe de lá a arca da aliança do Senhor dos Exércitos, que está entronizado sobre os querubins. E os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, estavam ali com a arca da aliança de Deus.

5 Assim como a arca da aliança do Senhor chegou ao arraial, todo o Israel deu uma mensagem poderosa, de modo que a terra ressoava. 6 E os filisteus, ouvindo o barulho dos gritos, eles disseram: "Que este grande gritaria no acampamento dos hebreus?" E quando souberam que a arca do Senhor tinha chegado ao acampamento, 7 os filisteus se medo, pois diziam: "Um deus chegou ao acampamento." E eles disseram: "Ai de nós! Para que nada disso aconteceu antes. 8 Ai de nós! Quem pode nos libertar do poder destes deuses poderosos? Estes são os deuses que feriram aos egípcios com toda sorte de pragas no deserto. 9 Tome coragem e ser homens, ó filisteus, para que você se tornar escravos dos hebreus, como eles foram para você, ser homens e lutar. "

10 Assim os filisteus lutaram, e Israel foi derrotado, e fugiram, cada um para sua casa. E houve mui grande matança, pois caíram de Israel trinta mil soldados a pé. 11 E a arca de Deus foi capturada, e os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, morreram.

12 Um homem de Benjamim, correndo do campo de batalha e chegou a Silo no mesmo dia, com sua roupa rasgada e com terra sobre a cabeça. 13 Quando ele chegou, Eli estava sentado em sua cadeira à beira da estrada a ver, pois seu coração estava tremendo pela arca de Deus. E quando o homem entrou na cidade e contou a notícia, toda a cidade gritou. 14 Quando Eli ouviu o som do protesto, disse: "O que é este barulho?" Então o homem correu e chegou e disse Eli. 15 Ora, Eli tinha 98 anos de idade e seus olhos eram de tal modo que ele não podia ver. 16 E o homem disse a Eli: "Eu sou aquele que veio a batalha, eu fugia da batalha de hoje." E ele disse: "Como é que vai, meu filho?" 17 Aquele que trouxe a notícia respondeu "Israel fugiu diante dos filisteus, e houve também uma grande derrota no meio do povo. Seus dois filhos também, Hofni e Finéias, são mortos, ea arca de Deus foi capturada. "18 Logo que ele mencionou a arca de Deus, Eli caiu para trás de seu assento ao lado do portão, e do pescoço foi quebrado e ele morreu, para que o homem era velho e pesado. Ele tinha julgado a Israel quarenta anos.

19 Ora, a filha-de-lei, a mulher de Finéias, estava grávida, prestes a dar à luz. E quando ela ouviu a notícia de que a arca de Deus foi capturada, e que seu sogro e seu marido eram mortos, ela inclinou-se e deu à luz, porquanto as dores lhe sobrevieram. 20 E sobre o tempo de sua morte, as mulheres irão lhe disse a ela: "Não tenhais medo, pois você tem a cargo um filho." Mas ela não responder ou prestar atenção. 21 E chamou ao menino Icabô, dizendo: "A glória se afastou de Israel!", Porque a arca de Deus havia sido capturado e por causa de seu sogro e seu marido. 22 E ela disse: "A glória se afastou de Israel, para a arca de Deus foi capturada."

sábado, 22 de maio de 2010

Obra desvenda segredos escondidos da Bíblia

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

"CRUZADA EM DEFESA DO EAVANGELHO DE JESUS"

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

DivulgaçãoOs segredos da Bíblia sempre despertaram curiosidade e interesse. Guardados a sete chaves, continuam instigando e levando a discussões polêmicas. A grande dificuldade, mesmo com o passar de tanto tempo, é conseguir respostas, juntar as peças para montar esse grande quebra-cabeças.

O “Almanaque dos Grandes Mistérios Bíblicos”, da Livingstone Corporations, assume esse desafio e se propõe a colocar fim a uma série de perguntas. Com uma linguagem leve e coloquial, busca referências no livro sagrado para fazer o leitor examinar os fatos com profundidade.

Entre outras coisas, tenta esclarecer o que realmente aconteceu com a Arca da Aliança, que teria guardado a tábua dos 10 mandamentos, qual o segredo da força descomunal de Sansão e por que milhares de porcos despencaram em um precipício. Também descortina a aura de mistério que envolve a rainha de Sabá.

São histórias intrigantes, quadros pitorescos, fatos surpreendentes e respostas interessantes a dúvidas comum a todos, abordadas de forma divertida. Estão divididas em seções como “Estranho, mas verdadeiro” e “Ligações curiosas”. Há ainda um espaço para perguntas mais freqüentes e informações adicionais.

Fundada em 1988, a Livingstone Corporations é uma fundação norte-americana dedicada a fomentar a publicação de livros sobre estudos bíblicos no mundo, com mais de 150 versões do livro sagrado e 40º livros devocionais.
A editora Pensamento, responsável pelo título, se dedica a títulos relacionados a temas como administração, autoajuda, ciência sociais e humanas, esoterismo, saúde, espiritualidade e religião.

Líder gay deixa partido de Marina Silva por ela não ser a favor do homossexualismo e a chama de dissimulada

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

"CRUZADA EM DEFESA DO EAVANGELHO DE JESUS"


Líder gay deixa partido de Marina Silva por ela não ser a favor do homossexualismo e a chama de dissimulada

O presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), o historiador e ativista Marcelo Cerqueira, anunciou que deixará o PV e deve ingressar no PT, depois de 10 anos de militância ao lado dos verdes. O ativista justificou sua saída pelo fato de a pré-candidata à presidência Marina Silva ser “dissimulada”, segundo ele, e os verdes estarem se tornando um partido de “direita reacionária”. Cerqueira, que é presidente do grupo desde 2007, aponta posições de Marina contra o aborto, por exemplo, como questões-chave para a sua decisão.

O fato de a senadora também não apoiar a bandeira homossexual incomoda o ativista. “Nós não temos nenhuma declaração dela de apoio concreto à luta dos homossexuais. A declaração que tem é pejorativa, pois ela recusou a bandeira dada pelo companheiro (vereador) Sander Simaglio, do PV em Minas Gerais”, disse.

Para Cerqueira, a religião da pré-candidata fortalece sua decisão. “Não dá para confiar. Na igreja em que ela comunga (Assembleia de Deus) tem o Silas Malafaia, que é um radical e um perseguidor dos homossexuais no Brasil inteiro”, afirmou. “Não posso continuar com gente que convive com esse cidadão e certamente comunga dos mesmos ideais. Para mim, Marina é uma dissimulada”, disse. Procurado pela reportagem do Terra, a assessoria do pastor informou que ele estava viajando.

O ativista contou que ainda não formalizou a posição no partido, mas garantiu que está tudo certo. Na Bahia, ele questiona também as posições do deputado federal Luiz Bassuma, dissidente do PT como Marina, e ferrenho opositor ao aborto. “Ele não é homofóbico de carteirinha, mas no Congresso Nacional se recusou a entrar na frente GLBT. Outros políticos na Bahia, considerados conservadores, entraram, mas ele se recusou”, disse.

Fonte: Terra / Gospel+
Via: Pavarini

Igreja Católica mistura Pentencostalismo Protestante e Teologia da Prosperidade em suas missas

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

"CRUZADA EM DEFESA DO EAVANGELHO DE JESUS"

Uma reportagem veiculada no jornal norte-americano The Wall Street Journal denunciou o efeito da pregação da Teologia da Prosperidade aos cidadãos da cidade de Manila, capital das Filipinas, e a manipulação do chefe da igreja El Shaddai, o seguidor da corrente católica mariana, irmão Mike Velarde.

No alto das favelas e córregos fétidos em um bairro na cidade de Manila há uma cruz de néon gigante e um brilhante arco-íris, que estão tão altos que faz com que os arcos dourados do McDonald´s pareçam anões. Eles marcam a nova casa de El Shaddai, parte de um amplo movimento evangelista cristão que está varrendo a nação, que é predominantemente católica romana.

A igreja El Shaddai, nome de Deus em hebraico, tornou-se um dos maiores movimentos da nova geração de cristãos nas Filipinas. É uma igreja católica carismática, porém com traços pentecostais. Segundo sociólogos a constante pregação da Teoria da Prosperidade é uma maneira de estimular o desenvolvimento das empresas.

O fundador da igreja é uma pessoa excêntrica. Irmão Mike, 70 anos, é o mais conhecido televangelista das Filipinas. Muitas vezes usando uma gravata, sapatos brancos e vestindo uma corrente de ouro no pescoço, ele é um magnata e “brinca” no setor imobiliário. Além disso, ele tem a reputação de não seguir a multidão e tem influência sobre os políticos e resultados das eleições durante quase três décadas.

A igreja, que é modelada imitando a Arca de Noé, tem capacidade para 35 mil pessoas. As missas de sábado são transmitidas pela rede de TV da família Velarde e pela estação de rádio. O curioso é que a igreja foi construída em um terreno pertencente à família Velarde, portanto a El Shaddai paga aluguel à Mike.

Sobre o fato de ser pregada a Teologia da Prosperidade Mike falou que os efeitos têm sido positivos. “Antes, somente os mais pobres freqüentavam as missas da El Shaddai. Agora os estacionamentos foram preenchidos com carros próprios. Não é apenas uma transformação espiritual, mas também uma transformação econômica em suas vidas”.

Durante as missas há orações em línguas e a pregação “ore e fique rico”, misturadas às práticas católicas tradicionais. Também são incorporados rituais pagãos que invocam superstições da cultura filipina sobre o poder dos objetos inanimados.

“Eles me chamam de pregador de prosperidade porque eu tenho exposto a mensagem do evangelho às pessoas como está escrito. Eu enfatizo a importância de dar, porque é dando que recebe”, diz Velarde. Ele também escreveu um livro repleto de depoimentos de filipinos que foram inspirados por suas declarações para expandir ou abrir negócios.

Como algumas outras congregações, El Shaddai encoraja seguidores a dar o dízimo ou contribuir com 10% de sua renda. Em troca, são anotados seus pedidos de “oração” para a riqueza, saúde e boa sorte

“A Teologia da Prosperidade de El Shaddai ensina que Deus quer que as pessoas fiéis prosperem, que luta econômica pode ser de Deus e que a riqueza pode ser recompensa de Deus aos fiéis,” diz Wiegele, antropóloga.

Enquanto El Shaddai poderia ser uma ameaça a longo prazo para a igreja católica nas Filipinas, o movimento abriga sob a égide do Vaticano, incluindo a realização de reuniões de oração nas instalações da igreja católica em todo o país. É uma situação que a Igreja Católica aceita a contragosto, pois é uma forma de reduzir o número de católicos que se voltam aos movimentos protestantes.

De acordo com números oficiais do censo filipino, enquanto a proporção de filipinos que se consideram cristãos manteve-se estável em cerca de 92% ao longo do século passado, aqueles que se identificam como católicos diminuiu cerca de 10%. Entre 1960 e 2000, quando o censo mais recente ocorreu, o percentual de filipinos que se identificam como membros da igreja protestante mais do que duplicou para cerca de 10%.

Na década de 1980, “a igreja católica observou que a única maneira de impedir o êxodo para as igrejas pentecostais era dizer que as pessoas da Igreja Católica que freqüentavam movimentos protestantes estavam fora da igreja. Foi isso que eu fiz”, diz Velarde. “El Shaddai desacelerou o êxodo de católicos para o movimento nascido de novo”.

Ainda assim, algumas autoridades católicas continuam cautelosas e críticas em relação à teologia de Mike Velarde. Eles afirmam que Velarde está contaminado alguns negócios. O arcebispo emérito Oscar Cruz condena a El Shaddai, dizendo que “usa o nome católico, mas é tudo menos católico”. Ele descreve as missas como um ponto de partida, depois “ele surge com seu terno engraçado, performace circense e seu evangelho da prosperidade”.

Sobre o fato da El Shaddai ser de denominação católica, Velarde diz que “sempre sou guiado pela hierarquia da Igreja Católica”. Na prática, isso significa que ele abraça a doutrina católica sobre questões como a contracepção, aborto e o divórcio, mas é Velarde que controla totalmente a El Shaddai.

Interrogado sobre a censura crescente de filmes filipinos Velarde é firme. “Há alguns filmes que são contra nossa cultura e nossas crenças religiosas. Eles realmente devem ser censurados”.

Como Velarde tende seu rebanho no santuário ele abriga uma grandiosa ambição política. Para ele, “a Presidência das Filipinas é um sonho de infância. Mas um sonho é diferente de uma chamado”, disse.

Traduzido pelo Gospel+ do Wall Street Jornal