terça-feira, 18 de maio de 2010

A Palavra "Boas Novas"

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

Silêncio, Apesar das Boas Novas | Pr. Dilson Mendonça

2 Reis 7:9 - Então disseram uns para os outros: Não fazemos bem; este dia é dia de boas novas, e nos calamos; se esperarmos até à luz da manhã, algum mal nos sobrevirá; por isso agora vamos, e o anunciaremos à casa do rei.

Quatro leprosos viviam do lado de fora da porta de Samaria, que estava morrendo de fome, por causa do cerco das tropas inimigas. Achando que, de uma forma ou de outra morreriam, resolveram ir ao arraial dos inimigos, para pedir comida. Em lá chegando, encontraram as tendas sem soldados, mas com abundância de comida. Após se fartarem e se vestirem, resolveram ir até o seu rei, para dar-lhe as boas notícias: “Este é dia de boas novas e nos calamos...” (II Reis 7:9).

Por que não compartilhamos com os mais necessitados as boas coisas que recebemos do Senhor? Será porque tememos ficar em falta, caso repartamos o que temos? Será porque experiências passadas de ingratidão nos tornaram indignados e insensíveis? Ou será porque nosso egoísmo é muito maior do que imaginamos?

Houve um jovem que, ao saber que Jesus precisava de comida, deu a Ele seu lanche inteirinho: cinco pães e dois peixes. Quando nos sentimos tocados pela compaixão e resolvemos compartilhar o que temos, através do Senhor, o milagre multiplicador sempre acontece: Ele aceita nossa pequena oferta, Ele abençoa, Ele multiplica, Ele atende aos necessitados. Hoje, como todos os dias, é dia de boas novas!

Veja também: REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

domingo, 16 de maio de 2010

Pastor Silas Malafaia anuncia que saiu da Convenção Geral das Assembléias de Deus (CGADB). Assista o vídeo

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

DGM Noticias Evangélicas do mundo hoje.

Pastor Silas Malafaia anuncia que saiu da Convenção Geral das Assembléias de Deus (CGADB). Assista o vídeo
O pastor Silas Malafaia anunciou neste sábado, dia 16, em seu programa na Band, a sua renúncia ao cargo de primeiro vice-presidente e o seu desligamento da Convenção Geral das Assembléias de Deus (CGADB).

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Quanto a sua renúncia do cargo e o desligamento da CGADB, disse que teria muito a falar, o que “faria com que muitos arrepiassem os cabelos”, mas preferiu nada dizer e justificar sua saída, apenas com a revelação de que tem uma visão e determinação de Deus para sua vida e para a Igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo, que preside.

Silas Malafaia não entrou em detalhes sobre real motivo do desligamento. Após anunciar sua renúncia ele disse que não se desligou da Assembléia de Deus e ressaltou seu passado e tradicionalismo na denominação. “É uma decisão pessoal. Eu tenho uma visão que Deus tem me dado. Eu não vou abrir mão desta visão”, exclamou.

O pastor citou sua convicção com crescimento da Assembléia Deus, disse que quer paz: “Não estou pedindo para ninguém fazer o que eu estou fazendo. Siga, obedeça seu pastor. Deus é minha defesa e o tempo vai mostrar o porque da minha decisão. Eu não sou pastor da AD por conta da CGADB. Foi Deus que me chamou”, disse.

O Pr. Silas também fez um relatório das mais recentes conquistas do seu ministério, como a inauguração das modernas instalações em sede própria da AVEC – Associação Vitória em Cristo, bem como da assinatura de contrato para transmissão do seu programa para cerca de 120 países, via satélite.

O Pastor Silas não deixou de alfinetar a CGADB. Silas criticou as Assembléias de Deus que ainda dão “importância aos usos e costumes” e a atenção dispensada pela instituição à “política eclesiástica”, da qual ele mesmo se considerou participante até agora, declarando no entanto “estar cansado”, assumindo que não mais compensa para ele.

Silas agradeceu os mais de seis mil votos na eleição da CGADB e aconselhou os pastores evitarem rachas: “ Estou há 33 anos honrando meu pastor. Podia ter aberto igreja, mas eu obedeci a Deus e submeti ao homem”, fala.

Em Abril de 2010, Silas Malafaia reuniu todos os líderes das Igrejas Assembléia de Deus nascidas do Ministério Penha para anunciar que o nome seria mudado para Igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo, mesmo nome do programa do Pastor. O motivo segundo ele é para que o nome do ministério não se confunda com o nome dos bairros onde a igreja esta.

Vídeo: Pastor Silas Malafaia deixa a Convenção Geral das Assembléias de Deus (CGADB) – Programa Vitória em Cristo





Fonte: Creio e Point Rhema / Gospel+


 


Postado por: Rede gospel Amados de Deus

sábado, 15 de maio de 2010

Noticias de Blogueiros Parceiros do Blogs "Tempos de Deus"

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.



postado por prjuarezlima em Pastor Juarez Lima - 8 minutos atrás

Eles participaram do Culto em Ações de Graças pelo aniversário do pastor Paulo Silas Reis *Barueri - (SP) - *Reunindo centenas de amigos, o pastor e líder da Assembléia de Deus na cidade de Barueri, past...







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    *Faça uma Pergunta de Saúde Faça a sua pergunta aqui e obtenha respostas de Membros e Profissionais de Saúde...* *Qualquer informação que você submeter em uma caixa de diálogo neste site irá aparecer...







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    Outro dia estava no escritório de meus advogados. Três teólogos diletantes e um grande conhecedor de São Tomás de Aquino, a conversa descambou até a noite... Do encontro, ouvi uma história engraçada qu...






  • postado por renato.vargens@gmail.com em Renato Vargens - 2 horas atrás







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    ** *Eu, ?????????????* ** * * *Sou um ser mutante, inconstante, constante , vacilante, valente, corajoso , medroso e mutante ... * * * *grades não me prendem e nem linhas concretas e muito menos paredes re...






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    http://lery-aspromessasdedeus.blogspot.com/Blog As Promessas de Deus, coadjuvante do Bolg da Lery, espaço com 10 seguidores e 3000 visitas. Este blog complementa as postagens de todos os outros. Viste-o e ...






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    También China apoya la creación de un Estado palestino China -13/05/10- (El Financiero) China prometió hoy impulsar un nuevo orden mundial que tenga en cuenta la participación de los países en desarrollo...






  • postado por noreply@blogger.com (U-M-A-D-G-U-A-R) em UMADGUAR - 8 horas atrás






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    Depois da dança do todo enfiado na creche é o que faltava! São uns doentes fazendo o papel de cafetões de pedófilos. Quando Xuxa começou a virular sexualidade em crianças de 5 anos na década de 80, falar...






  • postado por Blog Renato Jr. em Blog Renato Jr. - 10 horas atrás

    Há alguns dias eu me peguei a meditar em como faria para adiquirir o Windows 7 Original, e então calculando nos meus botões e pesquisando encontrei no site do Magazine Luiza por aproximadamente R$ 620,...






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    *“Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos do...






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    MOISES ALVES DEUS FIEL






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    Quando se fala em show com Kleber Lucas é impossível pensar em uma plateia parada e inerte. Ir a uma apresentação do cantor é sinal de muita euforia e celebração com o jeito contagiante que Kleber conduz s...






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    O livro de Daniel dá destaque a três jovens fiéis que enfrentaram a ira de um rei por não desobedecer a lei do Deus que eles serviam. Ao final, a fidelidade dos três rapazes foi recompensada pela potente m...
  • quinta-feira, 15 de abril de 2010

    Exoplanetas que orbitam na contramão atropelam teorias

    Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

    Exoplanetas que orbitam na contramão atropelam teorias


    Ilustração dos exoplanetas que orbitam suas estrelas na direção "errada", ou em órbitas retrógradas. O último planeta, no canto inferior direito, é mostrado para ilustração, tendo uma direção orbital "normal".[Imagem: ESO/A. C. Cameron]
    Planetas que giram ao contrário


    O anúncio feito hoje, da descoberta de nove novos exoplanetas, não deveria chamar muito a atenção - afinal, os planetas fora do Sistema Solar conhecidos até agora passaram a somar nada menos do que 452.

    Contudo, ao cruzar os dados com observações anteriores de exoplanetas em trânsito, os astrônomos surpreenderam-se com o fato de que seis deles orbitam na direção oposta à da rotação da sua estrela hospedeira - precisamente o contrário do que se passa no nosso Sistema Solar.

    Estas novas descobertas virtualmente jogam por terra as atuais teorias da formação dos planetas.

    "Esta é uma verdadeira bomba que estamos lançando sobre o campo dos exoplanetas," diz Amaury Triaud, do Observatório de Genebra que, juntamente com Andrew Cameron e Didier Queloz, lidera a maior parte da campanha de observações que permitiu estas descobertas.

    Teoria da formação dos planetas

    A teoria atual de formação dos planetas propõe que os planetas nascem de um disco de gás e poeira que circunda uma estrela jovem.

    Como esse disco protoplanetário gira na mesma direção da estrela, a teoria resultava em que os planetas formados a partir desse disco orbitariam, mais ou menos, no mesmo plano e se moveriam ao longo das suas órbitas na mesma direção que a rotação da estrela.

    Esta é cara do nosso Sistema Solar. Como somente há poucos anos os cientistas começaram a descobrir planetas orbitando outras estrelas, não é de estranhar que a teoria que tentava explicar a formação de todos os planetas resulte em sistemas planetários exatamente iguais ao nosso - o único observado até então.

    Planetas fora do eixo e na contramão

    Depois da detecção inicial dos nove novos exoplanetas, com o instrumento WASP (Wide Angle Search for Planets), a equipe de astrônomos utilizou diversos outros aparelhos para confirmar as descobertas e caracterizar os exoplanetas em trânsito encontrados tanto neste novo rastreamento como nos anteriores.

    Surpreendentemente, quando a equipe combinou os novos dados com as observações mais antigas, descobriu que mais de metade de todos os exoplanetas do tipo Júpiter quente estudados tem órbitas desalinhadas com o eixo de rotação das suas estrelas hospedeiras.

    A equipe descobriu ainda que seis exoplanetas desta extensa amostragem (dos quais dois são descobertas novas) têm movimentos retrógrados: eles orbitam a sua estrela na direção "errada", ou na contramão.

    "Estes novos resultados desafiam claramente o conhecimento convencional de que os planetas devem sempre orbitar na mesma direção da rotação das suas estrelas," afirma Andrew Cameron, da Universidade de St Andrews, na Inglaterra. Foi ele quem apresentou estes novos resultados no Encontro Nacional de Astronomia do Reino Unido, que está acontecendo esta semana em Glasgow.

    Consertando a teoria da formação planetária

    A origem dos exoplanetas do tipo Júpiter quente é um enigma desde a descoberta do primeiro deles, há cerca de 15 anos. São planetas com massa similares ou maiores do que a de Júpiter, mas que giram em alta velocidade em órbitas muito próximas da sua estrela.

    Os astrônomos acreditam que os núcleos dos planetas gigantes se formam de uma mistura de partículas de rocha e gelo, material que se encontra apenas nas regiões mais frias e afastadas do sistema planetário.

    Desde modo, estes exoplanetas deveriam formar-se longe da sua estrela - novamente, uma influência clara sobre a teoria do material observacional até agora disponível, ou seja, o nosso próprio Sistema Solar.

    Para dar conta dos novos dados, a partir da descoberta desses exoplanetas gigantes gasosos, os astrônomos teorizaram que eles se formariam como sua teoria estabelecia e, só depois, migrariam para órbitas mais interiores, muito mais próximas da estrela hospedeira.

    Eles afirmam que este fenômeno poderia ser explicado por interações gravitacionais com o disco de poeira a partir do qual os planetas se formam, em um cenário a se desenrolar ao longo de alguns milhões de anos, resultando numa órbita alinhada com o eixo de rotação da estrela hospedeira. Este cenário permitiria igualmente a formação subsequente de planetas rochosos do tipo da Terra.

    Infelizmente, esta hipótese não explica as novas observações.

    Consertando a teoria - Tentativa 2



    Acostumados com o nosso Sistema Solar, os cientistas acreditavam, com base em sua teoria de formação planetária, que todos os planetas deveriam orbitar suas estrelas mais ou menos no mesmo plano. Vários dos exoplanetas descobertos não obedecem a esta "regra". [Imagem: ESO/L. Calçada]Para explicar os novos exoplanetas retrógrados agora descobertos, uma teoria de migração alternativa sugere que a proximidade desse tipo de exoplaneta em relação às suas estrelas não se deve a interações com o disco de poeira, mas sim a um processo de evolução mais lento que envolve uma "luta" gravitacional com companheiros planetários ou estelares mais distantes, durante centenas de milhões de anos.

    Depois que essas perturbações gravitacionais levam um exoplaneta gigante a uma órbita inclinada e alongada, este sofrerá fricções de maré, perdendo energia cada vez que a sua órbita o aproxima da estrela. Deste modo, ele ficará eventualmente "estacionado" numa órbita quase circular, mas inclinada de maneira aleatória, próximo da estrela hospedeira.

    "Um efeito secundário dramático deste processo seria o de que qualquer pequeno planeta do tipo da Terra seria varrido destes sistemas," diz Didier Queloz do Observatório de Genebra. É isto que fez com que os astrônomos afirmarem que, provavelmente, estrelas que possuem gigantes gasosos em suas proximidades não teriam planetas rochosos como a Terra.

    Dois dos novos exoplanetas retrógrados descobertos possuem companheiros de grande massa, mais distantes, que poderiam ser as potenciais causas do efeito agora teorizado.

    Como se formam os planetas

    Se é muito cedo para afirmar que a nova hipótese se estabelecerá como uma nova teoria de formação planetária, uma coisa pelo menos é certa: os astrônomos vão se dedicar ainda com mais afinco na busca de novos exoplanetas, de forma a terem uma amostra observacional que os permita novamente criar uma explicação para a pergunta que não vai parar de ser feita: como se formam os planetas?

    Esta teoria alternativa de "luta gravitacional", embora não seja exaustiva e não elimine novas propostas, deverá suprir a lacuna - pelo menos até que se descubra um sistema planetário que tenha tanto um gigante gasoso quanto um planeta rochoso menor.

    Observatórios robóticos

    Os nove novos exoplanetas foram descobertos pelo instrumento WASP (Wide Angle Search for Planets).

    O WASP tem dois observatórios robóticos, cada um com oito câmaras de grande ângulo que monitoram o céu continuamente à procura de eventos de trânsito planetário.

    Um trânsito planetário ocorre quando um planeta passa à frente da sua estrela hospedeira - em relação à Terra - bloqueando temporariamente parte da radiação emitida pela estrela e que chega até nós.

    As oito câmaras de grande ângulo conseguem monitorar milhões de estrelas simultaneamente, tentando detectar esses raros acontecimentos de trânsito.

    Planeta em trânsito

    Para confirmar a descoberta e caracterizar um novo planeta em trânsito, é necessário fazer um estudo de velocidade radial para detectar as oscilações da estrela hospedeira em torno do centro de massa comum (estrela + planeta).

    Isso é feito com uma rede internacional de telescópios equipados com espectrômetros muito sensíveis. No hemisfério Norte o Nordic Optical Telescope, instalado nas ilhas Canárias, e o instrumento SOPHIE, montado no telescópio de 1,93 metro do Observatório de Haute Provence, na França lideram a busca.

    No hemisfério Sul, o HARPS, montado no telescópio de 3,6 metros do ESO, e o espectrômetro CORALIE, montado no telescópio suíço EULER, ambos em La Silla, no Chile, foram utilizados para confirmar a descoberta dos novos planetas e medir o ângulo que a órbita de cada planeta faz com o equador da respectiva estrela.

    Os telescópios robóticos Faulkes, situados no Havaí e Austrália, forneceram medições de brilho para a determinação do tamanho dos planetas.

    Planetas gigantes gasosos

    Exoplanetas do tipo Júpiter quente, também chamados gigantes gasosos, são planetas com massas similares ou maiores do que a de Júpiter, que orbitam as suas estrelas hospedeiras em órbitas muito mais próximas da estrela do que qualquer planeta do nosso Sistema Solar se encontra do Sol.

    Como são grandes e estão próximos da estrela hospedeira, eles são mais fáceis de detectar através do seu efeito gravitacional sobre a estrela e, ao mesmo tempo, têm maior probabilidade de passar à frente da estrela.

    A maior parte dos primeiros exoplanetas descobertos pertence a esta classe de objetos. Apenas no início de 2010 foi anunciada a descoberta do primeiro exoplaneta temperado, com temperaturas mais baixas, e que foi brindado pelos astrônomos como uma verdadeira Pedra de Roseta planetária.

    Extraído: João Batsita Cientista Poilitico
    Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

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    Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

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    sábado, 27 de março de 2010

    Casal Nardoni foi Condenado! Mas...

    Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

    Tivemos uma demostração de muita garra do povo brasileiro, querendo ver justiça no caso ISABELLA NARDONI.

    Mas eu me indago! Seria cabível que um cristão condena-se também este casal. Creio que biblicamente não seria possível, pois, a Bíblia é categórica no texto em que Jesus declara: "Não julgueis, para que não sejais julgados também, porque com o juizo com que julgares sereis julgados, e com a medida que tiveres medido vos hão de medir a vós. E porque reparas tu no argueiro que está no olho de teu irmão e não vês a trave que está no teu olho?" (Mt.7:1,5 e Lc.6:36,37).

    Agora nos voltemos para uma razão, reflexão: teriamos menos pecados que este casal? Seriamos capazes de nos examinar a nós mesmos, para então fazer este julgamento?

    Eu não digo que não se deva fazer justiça, quanto a este caso. E para isto, é que esta aí a justiça dos homens para ser feita. E creio que eles não escapariam do processo pelo fato de ausência de uma terceira pessoa ou até mesmo vestigios dela. Na verdade a mente humana é muito sagaz para tentar sair de uma situação como esta, ainda mais quando ela tem um pouco de estudo, para pensar que poderia se safar de uma condenação pelo estado.

    Agora usemos mais uma vez a razão e o raciocinio que Deus nos deu. Nós conhecendo a Palavra de Deus, não poderiamos deixar de dizer que no mundo em que vivemos, existem os mundos espirituais do bem e do mal. E isto não esta longe de ninguém, qualquer pessoa poderá ser envolvida por um espírito maligno do mal nas regiões celeste. Ainda mais se esta pessoa não tem qualquer comunhão com Deus e sua palavra. Estará completamente desprotegida. Como também aqueles que se dizem cristãos, devem saber que o mal esta a porta, sempre rondando (1Pd.5:8).

    O que dizer da concupiscências carnais que combatem contra a alma, para podermos nos manter em um viver honesto diante dos homens, isto significa as facilidades que hoje tem neste mundo podre, as drogas, o sexo explicito televisivo e internauta. Será que muitos conseguem viver sem ódio, e sem paciência num mundo conrurbado e cheio de malicia carnal.

    Pobre desta menina, que vivia no meio de uma catástrofe familiar! Quem estava agindo nestas vidas? Eu digo sem mêdo de errar. Para uma tremenda brutabilidade destas, um espírito maligno de ódio e entrigas é que poderia dar forças, para esta desgraça. Mas por outro lado esta vitimas do diábo. Ficariam descepiciondas depois da ação praticada. Ele sai do corpo, e até diz para sí mesma: "O que fizeste?". A sua atitude é apatica diante do que tudo já vimos sobre o relato dos jornalistas, definindo o casal, nas suas apresentações diante do juiz e jurados. Nesta hora o diabo esta dizendo: "vejam o que vocês fizeram, saia desta agora!". Amigos a tentação é algo que ninguém esta livre dela. Eu e você, temos de ter responsabilidades neste mundo. Pois na verdade não somos melhores do que ninguém, e tão pouco melhores do que o casal Nardoni.

    OS ESCÂNDA-LOS (Mc.9:42,50)

    Vigiemos nossas almas, para que nem um mal das regiões celeste nos atinja. Mas vivamos uma vida de amor e compaxão pelas almas neste mundo. Seria até demagogia dizer que Deus esta interessado no casal Nardoni? Não! Pois eles também carecem desta ajuda divina, quem sabe, se a palvra de Deus não venha produzir neles arrependimento para a salvação. Digo mais, Jesus disse: "Estive preso e não foste me visitar! E lhe perguntarão, Senhor quando te vimos preso? E Ele responderá: "Quando deixaste de fazer a um destes pequeninos presos, deixaste de fazer a mim" (Mt.25:31,46).

    Leiam mais outros temas: Lc. 10:25,37; Lc.17:1,10.

    Deus nos abençoe.

    Postado: Pr.Dilson Mendonça "Rede Amados de Deus"

    quinta-feira, 18 de março de 2010

    Vice do Conselho de Pastores afirma que prisão dos pastores da Igreja Mundial é “caso isolado”

    Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


    Depois da prisão de três pastores da Igreja Mundial do Poder de Deus, de Três Lagoas, com fuzis que seriam levados ao Rio de Janeiro, o vice-presidente do Conselho de Pastores do Município, Doralício Delgado, saiu em defesa da congregação.

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    Em entrevista à rádio de Três Lagoas, onde os presos atuavam na evangelização, Doralício disse que o envolvimento dos pastores com facções criminosas cariocas “é um caso isolado”.

    Os pastores Sebastião Braz da Fonseca Neto, de 42 anos, e Francisco Ferreira Moura, de 36, foram presos está semana pela Polícia Rodoviária Federal, em Miranda.

    Sebastião estava em Três Lagoas já há um ano, mas não tinha envolvimento no Conselho, garante Doralício. Na cidade, cerca de 73% das igrejas estão filiadas ao conselho, que já existe há 10 anos.

    Segundo Doralício, no município “há pastores honestos, sérios, honrados, e dignos de confiança”.

    O 1º templo da Igreja Mundial do Poder de Deus foi criado em Sorocaba (SP) e em Três Lagoas já existe há mais de 10 anos.

    Na quarta-feira passada, 10, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagrou os membros da igreja em Miranda, com sete fuzis que tinham como destino São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro.

    Segundo a PRF, o armamento tinha como destino o morro do Martins. No mesmo lugar eles realizavam cultos à comunidade.

    Um dos pastores seria amigo de infância de um dos chefões do tráfico do morro, onde também existe um templo da Igreja Mundial.

    As armas estavam em um Vectra, escondidas em compartimento de fundo falso nas portas dianteira e traseira e assento traseiro do carro.

    Quando abordados, eles disseram que tinham ido à Bolívia, para fazer uma pregação aos fiéis.

    As armas estavam desmontadas para que pudessem ser acondicionadas e envolvidas por material adesivo plástico, são de fabricação norte-americana, marca Bushmaster, Modelo M-15.

    Depois da prisão dos dois, em Campo Grande, a PRF localizou um terceiro homem, Felipe Jorge da Silva Freitas, de 36 anos, que também se identificou como pastor. Ele foi preso no bairro Nova Bandeirantes.

    Com Sebastião e Felipe Jorge foram apreendidos R$ 2,5 mil, que teriam recebido do entregador das armas para despesas da viagem, e R$ 4 mil, arrecadados de fiéis nas cidades de Corumbá e Ladário.

    O trio contou que ainda receberia R$ 20 mil para levar o armamento até o Rio e foi levado para a Superintendência da PF (Polícia Federal) em Campo Grande.

    Fonte: Pantanal News / Gospel+

    Veja também: "RAD-Rede Amado de Deus"

    terça-feira, 16 de março de 2010

    Por Que Lutero Tornou-se um Ati-Semita?

    Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

     







    Em 1523, Martim Lutero escreveu:
    Talvez eu consiga atrair alguns judeus para a fé cristã, pois nossos tolos, os papas, bispos, sofistas e monges... até agora os têm tratado tão mal que... se fosse judeu e visse esses idiotas cabeças-duras estabelecendo normas e ensinando a religião cristã, eu preferiria ser um porco a ser cristão. Pois esses homens trataram os judeus como cães, e não como seres humanos.[1]
    Essa declaração foi feita no início do período da Reforma, quando Lutero ainda era muito jovem. Nos anos seguintes, entretanto, ele ficaria cada vez mais irritado com o fato de que os judeus, ao lado de quem ele se colocara contra os preconceitos da Igreja Católica Romana, recusavam-se terminantemente a se converter ao Cristianismo.
    Vinte anos mais tarde, amargurado e desapontado, Lutero escreveu estas palavras inacreditáveis a respeito do povo que um dia defendera:
    Em primeiro lugar, suas sinagogas deveriam ser queimadas... Em segundo lugar, suas casas também deveriam ser demolidas e arrasadas... Em terceiro, seus livros de oração e Talmudes deveriam ser confiscados... Em quarto, os rabinos deveriam ser proibidos de ensinar, sob pena de morte... Em quinto lugar, os passaportes e privilégios de viagem deveriam ser absolutamente vetados aos judeus... Em sexto, eles deveriam ser proibidos de praticar a agiotagem [cobrança de juros extorsivos sobre empréstimos]... Em sétimo lugar, os judeus e judias jovens e fortes deveriam pôr a mão na debulhadeira, no machado, na enxada, na pá, na roca e no fuso para ganhar o seu pão no suor do seu rosto... Deveríamos banir os vis preguiçosos de nossa sociedade ... Portanto, fora com eles...
    Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.
    Muitos alemães puderam afirmar, séculos depois, que estavam seguindo a orientação de Lutero ao incendiarem sinagogas judaicas durante a Kristallnacht ["Noite dos Cristais"], episódio que se tornou o ponto de partida para acontecimentos muito piores [durante o tempo do nazismo].
    Com essas palavras, e a atitude assustadora por trás delas, o alemão Lutero lançou os fundamentos do anti-semitismo do Terceiro Reich. Muitos de seus compatriotas puderam afirmar, séculos depois, que estavam seguindo a orientação de Lutero ao incendiarem sinagogas judaicas durante a Kristallnacht ["Noite dos Cristais"], episódio que se tornou o ponto de partida para acontecimentos muito piores [durante o tempo do nazismo].
    Com razão, o Dr. Michael Brown, um judeu messiânico, pergunta:
    Seria possível que [...] um homem cujos escritos deflagraram a Reforma Protestante, [...] cujos comentários sobre Romanos e Gálatas contribuíram para as conversões de John e Charles Wesley [...] seria possível que suas palavras tivessem ajudado a atiçar as chamas dos fornos de extermínio nazistas?
    Em seu livro Why the Jews [Por Que os Judeus?], Dennis Prager e Joseph Telushkin escrevem:
    [...] os escritos posteriores de Lutero, atacando os judeus, eram tão virulentos que os nazistas os citavam freqüentemente. De fato, Julius Streicher argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martim Lutero não tivesse dito 400 anos antes.
    O próprio Hitler considerou Lutero uma das três maiores figuras da Alemanha, juntamente com Frederico, "o Grande", e Richard Wagner.
    Julius Streicher argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martim Lutero não tivesse dito 400 anos antes.
    Ao executarem seu primeiro massacre em larga escala, em 9 de novembro de 1938, no qual destruíram quase todas as sinagogas da Alemanha e assassinaram trinta e cinco judeus, os nazistas anunciaram que a perseguição era uma homenagem ao aniversário de Martim Lutero.[6]
    Portanto, em seus últimos anos de vida, Martim Lutero pode ter abortado o efeito da Reforma que ele mesmo havia iniciado, por causa de seu ódio e de seus discursos amargos contra o mesmo povo que nos legou as Escrituras, que trouxe ao mundo os apóstolos e profetas e através do qual veio até nós o Messias – Jesus, nosso Senhor.
    Tudo isso é extremamente triste e deve nos servir de alerta, pois o que ocorreu a um homem tão poderosamente usado por Deus pode acontecer com qualquer um de nós, no que se refere aos judeus – o povo de Deus.
    Lutero deveria ter prestado mais atenção às palavras de Paulo em sua Epístola aos Romanos (como todos nós devemos), que ele conhecia tão bem: "Pergunto, pois: terá Deus, porventura, rejeitado o seu povo? De modo nenhum! [...] Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não sejais presumidos em vós mesmos): que veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios. E, assim, todo o Israel será salvo..." (Romanos 11.1,25-26).
    Portanto, talvez a arrogância e a cegueira que se verificam nos dias de hoje em relação ao plano e propósito final de Deus para com Seu povo, os judeus, sejam piores que a cegueira e o anti-semitismo da maior parte dos membros da igreja no passado, inclusive de Lutero, pois, enquanto eles viveram no período da dispersão dos judeus, nós vivemos no período da reunião de Israel.
    Poderíamos dizer que, em sentido bíblico, a dispersão dos judeus sempre teve uma conotação negativa como juízo de Deus sobre Seu povo. Mas, da mesma forma, sua reunião tem uma conotação positiva, pois o que permite aos judeus retornarem ao seu lar é o amor de Deus e Sua graça para com eles. Desse modo, a atitude crítica e muitas vezes anti-semita que a igreja de hoje adota em relação a Israel é ainda mais condenável do que a de Lutero.
    Isso nos faz lembrar as seguintes palavras: "Assim diz o Senhor dos Exércitos: Com grande empenho, estou zelando por Jerusalém e por Sião. E, com grande indignação, estou irado contra as nações que vivem confiantes; porque eu estava um pouco indignado, e elas agravaram o mal. Portanto, assim diz o Senhor: Voltei-me para Jerusalém com misericórdia; a minha casa nela será edificada... As minhas cidades ainda transbordarão de bens; o Senhor ainda consolará a Sião e ainda escolherá a Jerusalém" (Zacarias 1.14-17).
    E também: "Ouvi a palavra do Senhor, ó nações, e anunciai nas terras longínquas do mar, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará, como o pastor, ao seu rebanho" (Jeremias 31.10). "Não temas, pois, servo meu, Jacó, diz o Senhor, nem te espantes, ó Israel; pois eis que te livrarei das terras de longe e à tua descendência, da terra do exílio; Jacó voltará e ficará tranqüilo e em sossego; e não haverá quem o atemorize. Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para salvar-te; por isso, darei cabo de todas as nações entre as quais te espalhei; de ti, porém, não darei cabo, mas castigar-te-ei em justa medida e de todo não te inocentarei" (Jeremias 30.10-11).
    Talvez a arrogância e a cegueira que se verificam nos dias de hoje em relação ao plano e propósito final de Deus para com Seu povo, os judeus, sejam piores que a cegueira e o anti-semitismo da maior parte dos membros da igreja no passado, inclusive de Lutero, pois, enquanto eles viveram no período da dispersão dos judeus, nós vivemos no período da reunião de Israel.
    Portanto, fica claro que, assim como Deus disse que Seu povo seria espalhado, Ele também afirmou que haveria um dia em que ele seriam novamente reunido na terra que lhe havia prometido. O salmista anteviu que, assim como houve um período de desfavorecimento, chegaria também o dia em que Israel voltaria a desfrutar do favor de Deus: "Levantar-te-ás e terás piedade de Sião; é tempo de te compadeceres dela, e já é vinda a sua hora" (Salmo 102.13).
    Como é triste ver que um dos pais da Reforma estava cego para esta verdade e acabou se voltando ferozmente contra os judeus, em vez de revestir-se da humildade que Paulo recomenda em suas cartas: "Não te glories contra os ramos; porém, se te gloriares, sabe que não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz, a ti" (Romanos 11.18).
    Desse modo, por causa de seu próprio preconceito anti-semita, Lutero – cuja Reforma originou-se de uma rebelião contra a influência pagã de Roma sobre a fé cristã – foi incapaz de levar a igreja de volta às suas raízes judaicas e à sua origem em Jerusalém. Curiosamente, em vez de Jerusalém e os ensinos dos apóstolos terem se tornado o ponto central da Reforma, Genebra e os ensinos de Calvino e outros reformadores ocuparam o centro do Protestantismo.
    Portanto, Lutero abortou a Reforma da qual tanto desejava ser instrumento. Em vez de afastar a igreja das influências pagãs de Roma e fazê-la retornar às suas origens bíblicas em Jerusalém – onde a igreja verdadeira está arraigada e enxertada – ele tirou-a da direção de Roma e apontou-a na direção de Genebra. E, hoje em dia, com Israel habitando novamente em sua terra, pela graça de Deus, a atitude arrogante e crítica da maior parte da igreja em relação a Israel demonstra que ela está mais longe do que nunca de Jerusalém. Enquanto isso, Genebra está voltando às suas origens, em nome de um falso espírito ecumênico que devorará os frutos da Reforma numa igreja mundial unida, cuja capital será Roma.
    Com os judeus agora de volta à sua terra e prontos para entrar no período mais abençoado de sua história, num claro cumprimento das repetidas promessas de Deus, alguém poderia pensar que a igreja, cônscia de seu vergonhoso passado em relação ao povo judeu, estaria desejosa de consertar-se, de todo o coração, demonstrando amor e misericórdia, dando apoio e orando por esse povo. Mas, longe disso! A maioria das igrejas já está emitindo declarações oficiais em relação aos judeus reunidos em sua terra que mostram que o anti-semitismo "cristão" do passado está mais vivo do que nunca, com uma diferença: agora ele se dirige contra o povo judeu em sua terra e recebe o nome de anti-sionismo.
    Os judeus estão de volta à sua terra e prontos para entrar no período mais abençoado de sua história, num claro cumprimento das repetidas promessas de Deus.
    O capítulo sobre anti-semitismo anti-sionista do livro de Prager e Telushkin mostra com clareza que não existe nenhuma diferença real entre essas duas posturas:
    Durante sua longa história, o judaísmo tem defendido a idéia de que a nacionalidade judaica constitui a base do judaísmo, juntamente com Deus e a Torá. Como está escrito num antigo texto judaico, "Deus, Torá e Israel são um". A autodefinição dos judeus como uma nação com pátria em Israel não é uma nova crença política dos judeus contemporâneos, mas a essência do judaísmo, desde os tempos bíblicos.[7]
    É quase inacreditável o modo como igrejas e crentes genuínos de hoje – a exemplo do que fez Lutero no passado – censuram e criticam violentamente o povo de Israel, quando a Bíblia em que eles afirmam crer não deixa a menor dúvida acerca das intenções de Deus para com Seu povo, repetindo diversas vezes a mesma afirmação: após um período de dispersão, Ele o reunirá novamente na terra que prometeu dar-lhe em possessão eterna.
    Knesset, o parlamento israelense.

    O fato de até mesmo crentes verdadeiros terem a ousadia de emitir declarações antiisraelenses faz com que nos perguntemos: será que a mesma falta de progresso evangelístico, que fez com que Lutero se voltasse contra os judeus, não estaria colocando os cristãos genuínos de hoje contra os claros ensinamentos da Palavra de Deus, em que afirmam crer? Assim como Lutero queria que a Epístola de Tiago – irmão de Jesus – fosse retirada do cânon porque parecia judaica demais, essas pessoas parecem querer contornar os claros ensinamentos do Novo Testamento acerca do futuro bíblico e maravilhoso de Israel, descrito por Paulo em Romanos 9-11.
    Lutero sucumbiu às influências de sua época e acreditou na calúnia de que os judeus estavam tramando envenenar os cristãos, como demonstrou ao escrever:
    Se eles [os judeus] pudessem matar-nos, o fariam alegremente, sim, e muitas vezes o fazem, principalmente os que professam a medicina...[8]
    Do mesmo modo, alguns cristãos de hoje não hesitam em repetir, deliciados, todas as mentiras e invenções contra os israelenses que os muçulmanos e inimigos de Israel espalham em qualquer lugar do mundo, aceitando-as prontamente como fatos comprovados, e não como distorções maldosas do que realmente está ocorrendo. Um bom exemplo é o rebuliço gerado entre os cristãos em geral, e até entre cristãos amigos de Israel, pela proposta de um projeto de lei anti-missionário. Esse projeto não conta sequer com o apoio do governo israelense, como fica claro numa carta do então primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, recebida por um colega meu:
    Gostaria de assegurar-lhe que esse projeto de lei não tem o apoio do governo de Israel. Ele foi apresentado como uma proposta particular de alguns membros, pelas mãos de Nissim Zvilli, do Partido Trabalhista, e do rabino Moshe Gafni, do partido YaHadut HaTorah. Com menos de trinta membros do Knesset [o parlamento israelense] presentes na sessão, o projeto conseguiu aprovação numa leitura preliminar. Entretanto, para ser sancionado como lei, ele precisa ser aprovado em três outras audiências. O governo é terminantemente contra esse projeto e não poupará esforços para que ele não seja aprovado*.[9]
    Por sua vez, como lemos num artigo de Yossi Klein HaLevi publicado no Jerusalem Report, a Autoridade Palestina não tem pudores de dizer que, perante suas leis e costumes, o ato dum cristão levar um muçulmano a Cristo é considerado crime. Isso foi evidenciado no caso de Muhammed Bak’r, um ex-muçulmano que, depois de aceitar Jesus, levou quatro outros muçulmanos a se converterem ao cristianismo e, por isso, foi preso e torturado pelas autoridades palestinas.
    O mesmo destino teve Shakr Saleh, um muçulmano que se entregou a Cristo há alguns anos e agora vive escondido após ter sido arrancado de sua casa, seqüestrado, interrogado e torturado pelos "policiais" palestinos de Jibril Rajoub, em Jericó.
    Segundo um recente comunicado cristão à imprensa:
    Bak’r é a mais recente vítima da campanha empreendida oficialmente pela Autoridade Palestina com o intuito de perseguir ex-muçulmanos que se converteram à fé cristã para desestimular novas conversões. De acordo com a lei islâmica, converter-se a outra religião é crime punível com a morte.[10]
    Diante disso, é chocante ouvir o clamor de cristãos do mundo inteiro contra Israel por causa de uma lei que ainda nem foi aprovada, enquanto não se ouve quase nenhum murmúrio pelos pobres cristãos palestinos torturados e ameaçados de morte por seus próprios compatriotas. Isso realmente é muito estranho.
    Deveríamos ler novamente os relatos sobre os gritos aterradores de muitos cristãos, homens e mulheres, que foram mortos, mutilados e violentados pelos asseclas de Arafat, durante os anos em que este exerceu seu brutal reino de terror no Líbano. Assim saberíamos qual – ou quem – é a principal ameaça à comunidade cristã palestina. Não se trata de Israel!
    Vejamos alguns relatos:
    1. Testemunhando numa audiência diante da subcomissão de Relações Exteriores do Senado dos EUA sobre perseguições religiosas no Oriente Médio, em 1º de maio, a escritora Bat Ye’or declarou:
    O século XIX – até mesmo após a I Guerra Mundial – foi um período traumático marcado pelo genocídio de cristãos em massacres que se estenderam desde os Bálcãs (Grécia, Sérvia, Bulgária) até a Armênia e o Oriente Médio. Nesse contexto de morte, os cristãos orientais conceberam, em finais do século XIX, a doutrina da simbiose islâmico-cristã numa tentativa desesperada de se protegerem contra o terror e a escravidão. Essa doutrina – que também incluía o anti-sionismo – tinha muitas facetas, tanto políticas quanto religiosas. No fim das contas, seus resultados foram, em sua maioria, negativos.
    Essa doutrina, que ainda tem seguidores nos dias de hoje, é responsável pelo silêncio geral em relação à tragédia permanente em que vivem os cristãos orientais. Qualquer menção da jihad e das perseguições de cristãos pelos muçulmanos era assunto tabu, porque não fazia sentido denunciar a perseguição e, simultaneamente, proclamar a existência de uma pretensa simbiose islâmico-cristã, desde o passado até os dias atuais. É nesse casulo de mentiras e de silêncio deliberadamente imposto, firmemente apoiado pelas igrejas, os governos e a imprensa – cada um por suas próprias razões – que a perseguição de cristãos pôde desenvolver-se livremente durante este século até o presente momento, quase sem obstáculos.
    O tributo de sangue do islã:
    • Mais de 5.000 cristãos foram mortos por árabes muçulmanos no Líbano, entre 1975 e 1982.
    • Cerca de 120.000 católicos foram assassinados por muçulmanos nas Filipinas, desde 1972.
    • Aproximadamente 200.000 católicos foram mortos durante a invasão do Timor Leste (de maioria cristã) pelas autoridades islâmicas da Indonésia.
    • Uma estimativa conservadora aponta que entre 500.000 e 700.000 cristãos negros do Sul do Sudão foram mortos ou vendidos como escravos por árabes muçulmanos que ocuparam a região Norte do país.
    • Os muçulmanos também mataram muitos judeus (cerca de 16.000 em Israel, desde 1948), assim como outros muçulmanos que caíram em desgraça por qualquer razão (na Argélia, por exemplo, foram mortas cerca de 60.000 pessoas, de todas as posições sociais, desde 1992).
    2. Mike Horowitz, do Hudson Institute, declarou numa entrevista concedida a Chuck Colson, ex-assessor da Casa Branca:
    Pelo mesmo preço que antes se pagava por algumas galinhas, é possível comprar um escravo cristão... nas feiras-livres do Sudão. As mulheres custam mais caro, e são compradas como concubinas. Esses escravos são crianças cristãs arrancadas violentamente de seus lares pelos bandoleiros que mandam no Sudão. E essas crianças são marcadas a ferro. Se tentarem escapar, seus tendões de Aquiles são cortados. Elas são usadas como bancos de sangue vivos para soldados feridos. As comunidades cristãs são submetidas sistematicamente à fome e a bombardeios devastadores. Além disso, no Sul do Sudão uma grande porcentagem da comunidade cristã (os números são quase impossíveis de determinar com exatidão) já foi exterminada por esse governo islâmico radical.
    Exceto a do Sudão, cujos líderes perversos e fanáticos eram amigos de Yasser Arafat, nenhuma comunidade cristã sofreu tanto nas mãos de muçulmanos quanto os libaneses durante o domínio dos homens comandados pelo então chefe da OLP. Aqui estão alguns relatos impressionantes e dramáticos:
    1. Hassan Abdel al-Hamid contou a um repórter israelense a respeito da antiga prisão no quarteirão da casbah, a cidade velha de Sidom, que serviu de câmara de tortura para os adversários políticos da OLP e onde uma das salas foi separada especialmente para a prática de estupros:
    A prisão foi construída em 1973 e muitas famílias foram levadas para lá. À noite, eles traziam moças jovens para o gabinete. Numa sala especial usada apenas para este fim, podia-se ouvir as moças gritando: "Alá, deixe-nos em paz; Alá, proteja suas mulheres; por favor, não permita que nossa honra seja manchada". Depois de algum tempo, os gritos cessavam.
    Uma fotografia de Arafat foi encontrada sobre a cama onde as atrocidades eram cometidas. Os moradores de Sidom disseram que, nas ruas próximas, era possível ouvir os gritos das jovens quase todas as noites.
    2. A escola cristã no norte de Nabatieh era dirigida por sete freiras, antes da OLP tomar o poder. A irmã A. contou o que aconteceu quando a OLP chegou:
    Primeiro, eles levaram a irmã C. à força e a violentaram. Depois, nos espancaram. Ficamos escondidas nos porões do mosteiro por dezoito meses. A comida era trazida à noite pelos cristãos da região. Durante sete anos, os sinos do nosso mosteiro não tocaram.
    Não é estranho – muito estranho – que, apesar de todo esse terror e morticínio que os cristãos enfrentam nas mãos de muçulmanos e palestinos, grande parte da TV, rádio e imprensa escrita – e até mesmo a imprensa cristã – não diga praticamente nada sobre esse aspecto do sofrimento dos cristãos no Oriente Médio e, ao mesmo tempo, numa típica atitude anti-sionista e anti-semita, aponte Israel repetidamente como a ameaça à paz e à presença cristã no Oriente Médio?
    Os atuais problemas políticos, as limitações impostas sobre os cristãos como resultado das investidas constantes e os dramas da intifada garantiram aos árabes [palestinos] islâmicos considerável ajuda por parte das nações muçulmanas "irmãs".
    As pessoas geralmente pensam que os cristãos do Oriente Médio restringem-se a um grupo de palestinos. Na verdade, estes são apenas uma parcela dos milhões de cristãos que se encontram distribuídos desde o Sudão até a Armênia: mais de 10 milhões de cristãos coptas vivem no Egito; 4 milhões de cristãos no Sul do Sudão; 1 milhão e meio no Líbano; 1 milhão de assírios-caldeus no Iraque; 1 milhão de cristãos na Síria e 500 mil no Irã, entre outros.
    Aos olhos dos cristãos do Oriente Médio, a criação do Estado de Israel foi vista como um progresso altamente positivo, pois eles consideraram o renascimento de Israel como uma promessa de que sua própria libertação estava a caminho. Durante décadas, secreta ou abertamente, os cristãos de países como o Líbano, o Iraque e o Sudão têm enaltecido o modelo de Israel e procurado imitá-lo. Essa atração entre Israel e os cristãos do Oriente Médio vem desafiando a ordem árabe-islâmica na região.[16]
    Ouçamos também as palavras de um padre católico na Terra Santa, divulgadas numa publicação oficial do Vaticano, La Terra Sancta, em 1997:
    As dificuldades enfrentadas pelos cristãos são causadas pelo fato dos muçulmanos estarem cada vez mais tomando posse da terra a fim de impedir que os cristãos continuem habitando ali [...].
    Os cristãos estão abandonando o Oriente Médio. Infelizmente, este é um fato inegável. Muitos têm analisado esse fenômeno, e alguns prevêm que, daqui a 30 anos, não haverá mais cristãos na região [...]
    Já que os muçulmanos não podem, por enquanto, implementar uma sociedade islâmica homogênea na nação inteira, envolvendo estilo de vida e as leis do país, eles estão tentando "islamizar a terra", i.e., torná-la propriedade de muçulmanos [...]
    De qualquer forma, os muçulmanos continuam usando seus truques para adquirir propriedades. Eles pagam quantias astronômicas em Belém, não só para comprar terras. Nas áreas sob a jurisdição de minha paróquia, uma família cristã quis vender parte de sua propriedade. Apareceram uns compradores muçulmanos, mas a família avisou que preferia vender para outros cristãos. Finalmente, eles conseguiram vender a área, mas, pouco tempo depois, os muçulmanos tentaram incendiar a casa. Quem foi responsabilizado pelo fogo criminoso? "Crianças", disseram eles. Felizmente, desta vez os proprietários da casa perceberam o início do incêndio e conseguiram apagá-lo a tempo. Mas, em Jerusalém, duas lojas foram queimadas por dois garis e ficaram completamente destruídas.
    Como vemos, a idéia de islamizar a terra provoca grandes tensões e, ao mesmo tempo, diminui cada vez mais o espaço vital disponível para os cristãos. Os atuais problemas políticos, as limitações impostas sobre os cristãos como resultado das investidas constantes e os dramas da intifada garantiram aos árabes [palestinos] islâmicos considerável ajuda por parte das nações muçulmanas "irmãs", enquanto aos cristãos é dito apenas: "Vocês têm suas igrejas" (que coletam ofertas na Sexta-Feira da Paixão e que não são sustentadas por poços de petróleo).
    Se essa situação continuar, as jovens famílias cristãs terão cada vez maior dificuldade de adquirir suas propriedades e casas e, assim, não conseguirão fincar raízes em sua terra natal e serão forçadas a juntar-se à onda de cristãos que estão emigrando da Terra Santa.[17]
    Diante disso tudo, fica a pergunta: qual a razão dessa insistente atitude tendenciosa – até mesmo entre os cristãos – contra o povo judeu em geral, e contra o povo de Israel em particular, enquanto os verdadeiros culpados pela situação do Oriente Médio geralmente ficam impunes?
    Será que, se algum dia os muçulmanos tiverem a bomba atômica e se sentirem em condições de completar a Solução Final de Hitler, incorporando a nação independente de Israel a um Estado palestino muçulmano, eles poderão justificar suas ações usando como argumento as citações de muitos clérigos e críticos cristãos que ajudaram a criar o clima favorável à destruição de Israel com suas violentas e incessantes censuras e sua tendenciosidade?
    Será que o antigo antagonismo de Lutero e de outros patriarcas da igreja e teólogos está influenciando a teologia e as atitudes da igreja moderna em relação ao povo de Israel? É isso que demonstra a recente resolução tendenciosa do Sínodo Presbiteriano dos EUA contra Israel.
    Será que, se algum dia os muçulmanos tiverem a bomba atômica e se sentirem em condições de completar a Solução Final de Hitler, incorporando a nação independente de Israel a um Estado palestino muçulmano, eles poderão justificar suas ações usando como argumento as citações de muitos clérigos e críticos cristãos que ajudaram a criar o clima favorável à destruição de Israel com suas violentas e incessantes censuras e sua tendenciosidade?
    Pouca coisa mudou com o passar dos anos. A história – ao que parece – realmente se repete.
    Jan Willem van der Hoeven é diretor do International Christian Zionist Center.
    Notas:

    Martim Lutero: That Jesus Christ was born a Jew [Que Jesus Cristo Nasceu Judeu], reimpresso em Frank Ephraim Talmage, ed. Disputation and Dialogue: Readings in the Jewish-Christian Encounter (Nova York: Ktav/Anti-Defamation League of B’nai B’rith, 1975), p. 33.
    Martim Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos judeus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Disputation and Dialogue, pp. 34-36.
    Michael L. Brown: Our hands are stained with blood [Nossas mãos estão manchadas de sangue] Shippensburg, PA: Destiny Image Publishers, 1992), p. 16.
    Dennis Prager e Joseph Telushkin: Why the Jews? The reason for anti-Semitism [Por que os Judeus: A causa do anti-semitismo] (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.
    Adolf Hitler: Mein Kampf, p. 213.
    Prager e Telushkin, p. 107.
    Prager e Telushkin, p. 171.
    Joshua Trachtenberg: The Devil and the Jews: The medieval conception of the Jew and its relation to modern anti-Semitism [O Diabo e os Judeus: A concepção medieval do judeu e sua relação com o anti-Semitismo moderno], p. 99.
    Benjamin Netanyahu, então primeiro-ministro de Israel, em carta enviada a Elwood McQuaid, datada de 3 de junho de 1997.
    Comunicado da ICEJ distribuído à imprensa em julho de 1997.
    A cocoon of lies [Um casulo de mentiras]: Middle East Digest (agosto, 1997), p. 6.
    Middle East Digest (agosto, 1997).
    Chuck Colson: Jubilee (Edição da Primavera).
    Eliyahu Tal, ed: citação tirada da TV israelense, 13 de julho de 1982, em The PLO: Now the story can be told [A OLP: Agora a história pode ser contada], (Tel Aviv, Achduth Press, 1982), pp. 42, 43.
    Tal, p. 43.
    Middle East Digest (agosto, 1997), p.6.
    The bitter exodus of Christians from the Holy Land [A amarga saída dos cristãos da Terra