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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Hobbes, um filósofo inglês, disse pouco antes de sua morte: "Estou diante de um terrível salto nas trevas."

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Hobbes, um filósofo inglês, disse pouco antes de sua morte: "Estou diante de um terrível salto nas trevas."







As horas mais solitárias que alguém já passou sobre a terra foram as horas do Calvário; pois Jesus - além de ser Filho de Deus - era também homem ao morrer por nós.

Por que, entretanto, o Calvário foi o lugar mais solitário que já houve? Parece fácil responder a essa pergunta, pois muitos dos nossos leitores sabem tudo sobre o Calvário e a morte do Cordeiro de Deus. Mas mesmo assim, nunca conseguimos responder com precisão a essa pergunta porque somos incapazes de compreender o que Jesus realmente passou no Calvário.

Segundo a Escritura, Jesus foi crucificado à "hora terceira" (Mc 15.25) (às nove horas da manhã). E à "hora nona" (às três horas da tarde) Ele deu Seu grito alucinante: "Eloí, Eloí, lamá sabactâni?... Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (v. 34). Isso significa, portanto, que Jesus Cristo, quando deu esse grito – já estava dependurado há seis horas na cruz em pavorosa solidão! Significa que durante seis horas inteiras Ele esteve sem o Pai, sim, até mesmo Deus O abandonou. Que nessas seis horas na cruz Ele esteve sem o Pai é provado pelo fato de Ele – que normalmente sempre falava do Pai quando se referia a Deus – ter clamado a Deus. E que Ele estava também sem Deus é mostrado por Suas palavras desesperadoras: "...por que me desamparaste?" Apesar de Ele clamar a Deus, Deus O havia abandonado!

Nesse sentido, as palavras do centurião romano contêm um simbolismo profundo e trágico: "O centurião que estava em frente dele, vendo que assim expirara, disse: Verdadeiramente este homem era Filho de Deus" (v. 39). Enquanto Jesus esteve dependurado na cruz, era como se Ele não fosse mais o Filho de Deus. Por quê? Porque naquelas horas Ele não tinha mais Pai. Mas – não era o Filho de Deus que estava dependurado ali na cruz? Naturalmente, mas não em Seu caráter glorioso, de Rei. Ele estava ali dependurado como homem, cuja aparência estava profundamente desfigurada, a quem todo o mundo desprezava, e virava o rosto. A respeito, o profeta Isaías já predisse palavras abaladoras aproximadamente 700 anos antes de Cristo: "...o seu aspecto estava mui desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a sua aparência mais do que a dos outros filhos dos homens... Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso" (Is 52.14b; 53.3). Quão terrível e pavorosa deve ter sido essa solidão para Ele! Pois a Ele, ao Senhor Jesus Cristo, aconteceu algo que jamais pode acontecer a nós, que nEle cremos: Ele realmente foi abandonado pelo Pai – durante horas. É o que expressa com a maior clareza Sua pergunta: "...por que me desamparaste?". Em outras palavras: "Tu me abandonaste – mas por quê?"

Nunca podemos acusar Deus de tal coisa porque não corresponde à verdade, pois o Senhor nunca nos abandonará, a nós que somos Seus filhos. No máximo, poderíamos dizer que nos sentimos abandonados. Na realidade, porém, nunca estamos sozinhos, pois em Hebreus 13.5b estão escritas as maravilhosas palavras: "De maneira alguma te deixarei nunca jamais te abandonarei." Ou pensemos nas palavras do próprio Senhor Jesus: "E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século" (Mt 28.20b). Paulo exclama com júbilo em Romanos 8.38-39: "Porque eu estou bem certo de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem cousas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor." Não, nada, nem ninguém pode separar-nos de nosso Senhor, nunca seremos deixados sós; onde quer que estejamos, o Senhor está sempre presente! Ouça uma vez o que o salmista diz a respeito: "Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também; se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares: ainda lá me haverá de guiar a tua mão e a tua destra me susterá" (Sl 139.8-10). Em outras palavras: Senhor, tu estás sempre comigo; onde quer que eu esteja, o que quer que eu faça, para onde quer que eu vá, como quer que eu me sinta – tu estás sempre comigo. Sim, disso podemos estar certos, e graças ao Senhor que é assim.

Mas o próprio Senhor Jesus – quando esteve dependurado na cruz – não tinha mais nada disso; Ele ficou completamente privado de amor e consolo. Ao invés da alegre certeza da presença do Pai – Ele era atormentado por um horror paralisante. Ao invés de firme certeza interior – Ele sentia calafrios por causa do gélido silêncio de Deus. Ao invés do olhar amoroso do Pai – Ele só via trevas intransponíveis. Ao invés de afável e calorosa afeição do alto – os rugidos e a fúria de todo o inferno se abateram sobre Ele. Jesus Cristo experimentou exatamente o oposto daquilo que o salmista testemunha com tanta fé: "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo: a tua vara e o teu cajado me consolam" (Sl 23.4). Jesus andou literalmente pelo "vale da sombra da morte"; Deus não estava mais com Ele, a "vara e o cajado" do Pai não O consolavam mais.

"Por quê?", podemos perguntar, "por que, afinal?" Porque não era possível de outra maneira. Pois, apesar de Jesus ser o Cordeiro de Deus sem pecado, apesar de Ele nunca ter pecado em toda a Sua vida, apesar de Ele ter ficado puro e sem mácula, no Calvário Ele morreu como pecador. Bem entendido: Ele não morreu como pecador – pois, como dissemos, Ele era e continuou sem pecado –, mas Ele morreu por causa de pecados, isto é, dos pecados de todo o mundo.

Você sabe o que significa morrer a morte do pecador; você sabe qual é a terrível e inescapável conseqüência de tal morte? Nesse tipo de morte

– Deus não está presente;

– o céu está fechado;

– o Eterno afasta o olhar!

Por isso, uma morte assim é o mais terrível, pavoroso e horroroso que pode acontecer a uma pessoa. Existem testemunhos suficientes a respeito. A seguir, citamos somente alguns:

– O ateu David Hume gritou por ocasião de sua morte: "Estou nas chamas!"

– A morte de Voltaire, o famoso zombador, deve ter sido tão terrível que sua enfermeira disse depois: "Por todo o dinheiro da Europa, eu não gostaria mais de ver um ateu morrer!"

– Hobbes, um filósofo inglês, disse pouco antes de sua morte: "Estou diante de um terrível salto nas trevas."

– Goethe exclamou: "Mais luz!"

– Churchill morreu com as palavras: "Que tolo fui!"

Bastam esses poucos exemplos para nos mostrar claramente o que significa morrer como pecador. E Jesus experimentou esse tipo de morte, apesar de Ele mesmo – que isso fique bem claro – ser e continuar sendo absolutamente sem pecado. Ele experimentou uma morte tão pavorosa porque na cruz Ele tomou sobre Seu próprio corpo todos os pecados de todos os homens de todos os tempos. Pedro diz em sua primeira epístola: "carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos aos pecados, vivamos para a justiça" (1 Pe 2.24a). Quando Jesus morreu a morte do pecador, realmente o céu ficou fechado, o Pai desviou o olhar, o Eterno se afastou; e Ele, o Filho, ficou dependurado, só e abandonado, na cruz. Que ondas pavorosas do inferno devem ter se abatido sobre Ele. No Salmo 22 os sofrimentos de Jesus naquelas horas horrorosas são descritos de modo amedrontador, bem detalhado e claro: "Muitos touros me cercam, fortes touros de Basã me rodeiam. Contra mim abrem as bocas, como faz o leão que despedaça e ruge. Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se-me dentro de mim. Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim me deitas no pó da morte. Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim" (vv. 12-17).

Meu irmão, minha irmã, como isso deve ter sido terrivelmente difícil para Jesus Cristo! Não é de admirar, pois, que de repente tenha partido de Seu coração ferido este grito: "...Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Esse foi o grito de um homem que caiu num profundo abismo, e cujo coração estava completamente dilacerado.

É interessante lembrar que até então Jesus nunca havia sido abandonado pelo Pai. E agora, na cruz – Ele não somente foi abandonado pelo Pai, mas também estava cercado pelos poderes do inferno. Não, até então o Pai nunca O havia abandonado; pelo contrário –o Pai esteve constantemente nEle. Por exemplo, Jesus disse: "Quem me vê a mim, vê o Pai" (Jo 14.9b). E em João 11.41b lemos: "Jesus, levantando os olhos para o céu, disse: Pai..." Portanto, até essa hora tinha havido completa harmonia entre Ele e o Pai. E Jesus se alegrou por essa harmonia, e testemunhou dela, por exemplo, com as palavras:

– "...porque não sou eu só, porém eu e aquele que me enviou" (Jo 8.16).

– "E aquele que me enviou está comigo, não me deixou só..." (Jo 8.29b).

– "Eu e o Pai somos um" (Jo 10.30).

– "...para que possais saber e compreender que o Pai está em mim, e eu estou no Pai" (Jo 10.38b).

Que maravilhosas palavras! Mas, exatamente por isso foi muito mais duro e trágico o contraste entre elas e as horas na cruz. Oh! que caminho Jesus teve que seguir! E, por quê? Para redimir a você e a mim; pois nós deveríamos ter estado ali na cruz!

Talvez agora compreendamos um pouco melhor o profundo abismo dos sofrimentos do Cordeiro de Deus; talvez sejamos capazes agora de participar um pouco dos Seus sentimentos, do que Ele passou. Mesmo assim, uma ou outra pessoa poderá perguntar:
Jesus não sabia que tudo seria assim?

Ele falou várias vezes a respeito aos Seus discípulos. Lemos, por exemplo, em Mateus 16.21: "Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas cousas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto, e ressuscitado no terceiro dia." Aqui Ele falou claramente que ainda teria que "sofrer muitas cousas". Além disso, havia muitas profecias do Antigo Testamento que apontavam com clareza assustadora para esses acontecimentos; e Jesus conhecia todas essas palavras da Escritura. Portanto, certamente Ele sabia de tudo. Apesar de que jamais poderemos responder a essa pergunta definitivamente, hoje vou tentar – com todo respeito ao Cordeiro de Deus – dar uma resposta bem superficial. Jesus Cristo – apesar do fato de ser o Filho de Deus e de todas as coisas serem manifestas perante Ele – talvez não soubesse de uma coisa: quão terrível seria a separação entre Ele e o Pai; quão horroroso seria ser abandonado pelo Pai! Pois, repito: Ele nunca antes havia ficado sem o Pai – muito menos sido abandonado pelo Pai.

Entretanto, talvez você diga agora: Mas Jesus sempre sabia de tudo. Tudo – será que Jesus realmente sabia de tudo? Ele mesmo falou certa vez de algo que não sabia, ou seja, da hora da Sua volta: "Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe; nem os anjos no céu, nem o Filho, senão somente o Pai" (Mc 13.32). Portanto: isso era uma coisa que Ele não sabia. Por isso, não será que somente o próprio Pai sabia o que o Filho realmente teria de passar na cruz; quão difícil realmente seria a separação? Não será que o Pai tenha se calado sobre esse assunto por causa de Seu grande amor pelo Filho?

Apesar de não sabermos a resposta, nesse contexto podemos pensar na relação de Abraão e Isaque. Quando os dois ainda estavam a caminho do local do sacrifício, Isaque, que não sabia de nada, perguntou ao seu pai: "Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?" (Gn 22.7b). O que Abraão respondeu a Isaque? Lemos em Gênesis 22.8a: "Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o holocausto". Isaque sabia, portanto, do sacrifício, mas não sabia da terrível verdade de que ele deveria ser a vítima.

Jesus Cristo sabia do Calvário. Ele sabia que seria o Cordeiro do holocausto; mas será que Ele também sabia quão terrível seria quando o Pai – nas horas do Seu sofrimento e da Sua morte – teria que abandoná-lO? Bem, não o sabemos, e também nunca teremos uma resposta definitiva para essa questão aqui na terra. Uma coisa, porém, é segura: as horas do Calvário realmente foram as mais difíceis e solitárias pelas quais ninguém na terra jamais passou; e o Filho do Homem, Jesus Cristo, as sofreu.
O alto objetivo dos sofrimentos de Jesus

Por que o Senhor da Glória teve que sofrer de forma tão extrema? Para redimir muitas e muitas pessoas escravizadas! Oh! quão maravilhosamente esse objetivo dos sofrimentos de Jesus é descrito no livro do profeta Isaías: "...quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade... com o seu conhecimento, justificará a muitos... Por isso eu lhe darei muitos como a sua parte..." (Is 53.10b,11b,12a). Glorioso, não é mesmo?! E até hoje são acrescentados diariamente novos justificados à Sua posteridade. Mas tudo começou nessa terrível cruz solitária. Quanto mais se agravava Seu caminho de morte, quanto mais profundamente Jesus entrava em dores e sofrimentos, maior e mais real se tornava o fato de que assim o caminho ao reino dos céus estava sendo aberto para a Humanidade. A cada hora de dores se aproximava a grandiosa vitória de Jesus, a porta da graça se abria cada vez mais.

Vejamos essa gloriosa verdade em relação à parábola de Jesus sobre os trabalhadores na vinha. Nela nos é mostrado maravilhosamente, de forma figurada, o processo que Jesus enfrentou na cruz – quanto mais horas de dores, mais próxima e maior a vitória. Leiamos a primeira parte dessa parábola: "Porque o reino dos céus é semelhante a um dono de casa que saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua vinha. E, tendo ajustado com os trabalhadores a um denário por dia, mandou-os para a vinha. Saindo pela terceira hora viu, na praça, outros que estavam desocupados, e disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e vos darei o que for justo. Eles foram. Tendo saído outra vez perto da hora sexta e da nona, procedeu da mesma forma, e, saindo por volta da hora undécima, encontrou outros que estavam desocupados, e perguntou-lhes: Por que estivestes aqui desocupados o dia todo? Responderam-lhe: Porque ninguém nos contratou. Então lhes disse ele: Ide também vós para a vinha" (Mt 20.1-7).

Essa parábola aponta maravilhosamente para o reino celestial e para todos que estarão nele algum dia. Ela nos mostra também que não faz diferença se alguém encontra cedo o caminho ou se chega somente à hora undécima. O que importa é que muitos venham! Não vamos nos ater agora na parábola em si, mas extrair dela maravilhosos paralelos sobre os acontecimentos do Calvário.

1 – Quando começou o verdadeiro caminho de morte de nosso Senhor? Não me refiro ao caminho de sofrimentos em geral, que já começou na manjedoura em Belém, mas ao caminho de morte e crucificação em si, através do qual Ele, como Deus, o disse através do profeta Isaías, geraria uma posteridade, ou seja, justificaria a muitos. Quando começou esse caminho da cruz? Lemos em Marcos 15.1: "Logo pela manhã entraram em conselho os principais sacerdotes com os anciãos, escribas e todo o Sinédrio; e, amarrando a Jesus, levaram-no e o entregaram a Pilatos." E quando o dono da casa, na parábola citada, começou a enviar trabalhadores para sua vinha, isto é, quando o Rei do reino dos céus começou a chamar Sua posteridade para Seu reino? Também cedo de manhã: "Porque o reino dos céus é semelhante a um dono de casa que saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua vinha" (Mt 20.1).

2 – Quando, exatamente, Jesus foi crucificado? À hora terceira (nove horas da manhã): "Era a hora terceira quando o crucificaram" (Mc 15.25). E quando os próximos trabalhadores foram enviados para a vinha, isto é, quando o Rei do reino dos céus chamou os seguintes da Sua posteridade para Seu reino? À terceira hora (às nove horas da manhã): "Saindo pela terceira hora viu, na praça, outros que estavam desocupados, e disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e vos darei o que for justo" (Mt 20.3-4).

3 – Quando se abateram as terríveis trevas sobre toda a terra? À hora sexta (às doze horas): "Chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra, até a hora nona" (Mc 15.33). E quando os trabalhadores seguintes foram chamados para a vinha, ou seja, quando foram novamente chamados outros à posteridade no reino dos céus? À hora sexta (ao meio-dia): "Tendo saído outra vez perto da hora sexta..., procedeu da mesma forma" (Mt 20.5).

4 – Quando o Senhor Jesus Cristo deu o Seu grito abalador?. À hora nona (às três horas da tarde): "À hora nona clamou Jesus em alta voz: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mc 15.34). E quando foram enviados mais trabalhadores para a vinha, isto é, chamados ainda mais pessoas para a posteridade no reino dos céus? À hora nona (às três horas da tarde): "Tendo saído outra vez perto da hora... nona, procedeu da mesma forma" (Mt 20.5).

5 – Quando Jesus Cristo foi sepultado? Antes do anoitecer no dia anterior ao sábado (aproximadamente às cinco horas da tarde): "Ao cair da tarde, por ser o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado, vindo José de Arimatéia, ilustre membro do Sinédrio, que também esperava o reino de Deus, dirigiu-se resolutamente a Pilatos e pediu o corpo de Jesus... Este, baixando o corpo da cruz, envolveu-o em um lençol que comprara, e o depositou em um túmulo que tinha sido aberto numa rocha; e rolou uma pedra para a entrada do túmulo" (Mc 15.42-43,46). E exatamente ao mesmo tempo, às dezessete horas, à hora undécima, na parábola foram novamente enviados trabalhadores para a vinha, ou seja, chamadas outras pessoas à posteridade no reino dos céus: "...e, saindo por volta da hora undécima, encontrou outros que estavam desocupados, e perguntou-lhes: Por que estivestes aqui desocupados o dia todo? Responderam-lhe: Porque ninguém nos contratou. Então lhes disse ele: Ide também vós para a vinha" (Mt 20.6-7).

Essa comparação alegórica entre a morte de Jesus e a parábola dos trabalhadores na vinha nos mostra como através dos sofrimentos de Jesus na cruz, que ficavam cada vez mais intensos, a redenção se aproximava cada vez mais. Quanto mais se agravava Seu caminho de morte, mais resplandecia a verdade de que assim estava sendo preparado o caminho ao reino dos céus para a Humanidade.

Resumindo: cedo pela manhã começou o caminho da cruz de Jesus – e de madrugada vieram os primeiros trabalhadores para a vinha do dono da casa. À terceira hora (9 horas) Jesus foi crucificado – e à terceira hora foram chamados os trabalhadores seguintes para a vinha. À hora sexta (12 horas) se abateram as trevas sobre toda a terra – e à hora sexta foram chamados mais trabalhadores. À hora nona (15 horas) Jesus gritou Seu abalador "Por quê?" – e exatamente nessa hora foram novamente chamados trabalhadores na parábola. E à undécima hora (17 horas) Jesus Cristo foi sepultado; na parábola dos trabalhadores na vinha na mesma hora foram chamados mais uma vez trabalhadores. Aqui vemos claramente o que o profeta Isaías profetizou: "Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma, e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre si" (Is 53.11).

Ao vermos tudo isso novamente hoje – essa maravilhosa obra do Calvário com seus grandiosos efeitos –, impõe-se a pergunta: o Senhor Jesus fez tanto por nós – mas o que podemos fazer por Ele?

O que podemos Lhe dar?

Oh! na verdade, nada! Pois conhecemos a nós mesmos e sabemos quão rapidamente novos propósitos e promessas são esquecidos. Apesar disso, devemos dar uma resposta ao Senhor! Talvez um acontecimento da vida de Pedro possa nos ajudar nesse sentido. Em certa ocasião, ele estava em Jope, na casa de um curtidor chamado Simão. Seu lugar de oração era sobre o eirado (terraço) da casa. Lemos em Atos 10.9: "No dia seguinte..., subiu Pedro ao eirado, por volta da hora sexta". Se bem que esse texto na verdade não tem nada a ver com o Calvário, interessam as palavras "por volta da hora sexta". Portanto, Pedro subiu ao eirado ao meio-dia (12 horas) para orar. E quando começaram as três piores horas para o Senhor Jesus na cruz? Igualmente à hora sexta: "Chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra, até a hora nona" (Mc 15.33). É comovente o fato de que Pedro – consciente ou inconscientemente – tenha feito da pior hora de seu Senhor na cruz sua hora de oração diária! Pois podemos supor que não se tratou de uma oração única, ao acaso, mas de um costume regular. Como quer que seja, de qualquer modo, Pedro estava orando ao Seu Senhor na hora em que Jesus tinha passado pelos maiores tormentos na cruz. A pergunta é: o que podemos fazer pelo nosso Senhor Jesus; o que podemos Lhe dar? – na verdade, a minha e a sua resposta deveria ser bem clara: recomeçar uma vida de oração intensiva, baseando-nos a partir de agora conscientemente na morte de nosso Redentor! Em outras palavras: nunca mais oremos sem antes pensar porque podemos orar; sem que tenhamos completa clareza de porque temos o privilégio de orar; e sem estarmos plenamente convictos de que temos que orar! Pois: Jesus Cristo nos deu – através de Seus sofrimentos inomináveis e de Sua morte na cruz – a filiação pela qual podemos exclamar em oração: "Aba, Pai!" Sim, é o que está escrito: "E, porque vós sois filhos, enviou Deus aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai" (Gl 4.6). Amém.

De:joao batista gomes da silva filho batista (hwhy007@hotmail.com) 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O Batismo é obrigatorio para adquirir a salvação?

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Essa é uma questão polêmica, e que divide opiniões no meio evangélico. Afinal, o Batismo nas águas é ou não obrigatório para adquirir a salvação?

Na minha opinião NÃO!! Isto porque para mim, o ponto central da salvação é crer!
Mas se você se espantou, antes de me chamar de herege, leia os pontos abaixo:


  • Jesus disse: "Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.". Observe que é quem não crer que será condenado e não quem não for batizado.
  • O ponto central da salvação é crer! A obra de Deus é crer nele! João 6.28 e 29 diz: "Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as obras de Deus?Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou."
  • Paulo foi interrogado por um carcereiro que queria saber o que é necessário fazer para ser salvo, Paulo lhe respondeu: "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa." Creia em Jesus Cristo e viva!
  • Jesus foi crucificado entre dois ladrões, um deles se arrependeu e CREU que aquele verdadeiramente era o filho de Deus. Resultado, Jesus lhe disse: "Hoje mesmo estarás comigo no paraíso". Não havia tempo para o ladrão se batizar, nem de ser ungido a nada, e muito menos de frequentar uma igreja! Porem ele só fez o simples, creu que aquele homem ferido e condenado era o filho de Deus e pronto!

Acredito que se você tiver chance, deve se batizar. Porem, aquelas pessoas que não se batizaram em vida, mas creram no nosso Senhor Jesus Cristo, não foram condenadas!
A salvação é pela Graça e a recebemos mediante a fé, que nada mais é do que ter confiança em nosso Senhor! Nós criamos regras, (apesar do batismo não ser uma invenção humana, nós achamos que é através dele que adquirimos a salvação) nós complicamos o Evangelho porque para nós é complicado simplesmente crer naquilo que é simples. Por isso concorde você comigo ou não, mas nós estamos cada vez mais complicando o Evangelho que é simples. Quem lê, entenda!

Paz e Graça!


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

O Natal que Bíblia ensina

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Tx. Base Mt. 2:1,2,10 e11

A presença de Jesus Cristo foi tão marcante que dividiu a medição do tempo em dois, antes e depois dele (aC e dC). Ele é a figura central da história.
O mês de dezembro é convencionado pela cristandade para comemorar o “nascimento” de Cristo. Ponho entre aspas porque o nosso Senhor sempre existiu de eternidade a eternidade. Na realidade por nascimento queremos dizer o esvaziamento de sua condição divina para humanizar-se.
É um ato que se reveste de grande importância por causa da relação vital que Jesus mantem com o cristianismo, uma relação que nenhum dos outros fundadores de religiões tem para com suas respectivas religiões.
Ele foi o tema central da mensagem dos antigos profetas (At 3.20;10.43). Foi também o tema da mensagem apóstólica (At 5.41,42). É o tema do Evangelho que temos a ordem de pregar (Mc 16.15; Rm.1.1-3).
No dia 25 de dezembro comemoramos o seu nascimento, o Natal de JESUS, mas qual é o sentimento que vem a mente quando se fala a palavra Natal? O que ensina a Bíblia? O Natal que a Bíblia ensina
I. Começa com uma procura por Jesus o Rei dos reis. Vs. 1, 2
Os versículos de Mt 2.1,2 dizem: “Tendo pois nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam : Onde está aquele que é nascido rei dos judeus?…” Os magos estavam buscando a Jesus, existia um profundo interesse em encontrar a Jesus, porque eles sabiam que Jesus era o maior Rei que podia existir, era alguém extraordinário. Aquela estrela era algo que aqueles homens jamais viram, o brilho, a luz.
Naquele momento Jesus era o centro da atenção daqueles estudiosos. Jesus também deve ser o centro da nossa atenção, isso certamente nos tornaria muito mais felizes.
Em relação aos magos, observe que eles haviam deixado o conforto de suas casas, o convívio de suas famílias para irem ao encontro de Jesus. Ah! Quantos de nós ao enfrentarmos a menor dificuldade deixamos de freqüentar as nossas igrejas? Mas aqueles homens venceram grandes dificuldades: o frio congelante, a dificuldade de locomoção, a distância e foram ao encontro de Jesus.
Eles procuraram Jesus com uma fé sincera, com seriedade, diligência, e propósito. Alguém disse que: Os dois maiores dias da vida de uma pessoa são o dia do seu nascimento e o dia em que ela descobre porque nasceu. Aqueles homens haviam feito a maior descoberta das suas vidas, que é o reconhecimento do Senhorio de Cristo. Portanto o natal que DEUS quer para nós começa com uma profunda vontade em se estar com Jesus. Em segundo lugar o Natal que a Bíblia ensina
II. É Um Culto de Adoração e Glorificação a Jesus. Mt 2.2,11
O versículo 2b diz: “pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo; ainda no verso 11, diz: prostrando-se o adoraram.” Notem que após encontrarem a Jesus, aquelas pessoas imediatamente o adoraram. No Natal que a Bíblia ensina existe um culto de adoração a Jesus, existe a glorificação de Jesus.
Gerald Vann acertadamente afirmou que a adoração não faz parte da vida cristã; ela é a própria vida cristã. Somos chamados a uma preocupação perene com Deus, se adorássemos como devemos não nos preocuparíamos como fazê-lo, sabem porque? Porque a adoração é a função mais elevada da alma humana.
Em nosso Natal JESUS deve ser adorado com mais intensidade. O natal não deve ser apenas uma época de novas roupas, de comida gostosa, cartões especiais… Tudo isso é bom, mas em primeiro lugar nós devemos não devemos esquecer que Jesus ocupa o lugar de honra em nosso natal, e em nossa toda nossa vida. Porque Ele como parte integrante da Santíssima Trindade é digno de toda honra (Ap 22.13). O Natal que a Bíblia ensina
III. Existe Um Sentimento de Dar, e de Servir Mt 2.11
O versículo 11 diz: “… e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra.”
Interessante que aqueles homens, procuraram por Jesus, e o acharam, assim acontece com o ser humano que o busca de todo o seu coração, certamente o encontrará. Depois o adoraram e deram presentes. Observem que no Natal deles, eles não receberam, mas deram presentes. Quantas vezes quando não recebemos aquele presente que acreditávamos ser merecedores, ou um cartão de natal, ficamos tristes… Mas no natal que a Bíblia nos ensina, o sentimento que predomina é o de dar, e dar o melhor. “Coisa mais bem aventurada é dar do que receber” (At 10.35).
Aqueles homens deram o que tinham de melhor, as primícias de suas posses: ouro, incenso e mirra, o ouro sempre foi muito valioso, o incenso e a mirra também o eram. No aspecto teológico poderíamos dizer que o ouro representava a majestade de Jesus ele é o Rei. O incenso o sacerdócio, ele é o Sumo Sacerdote; e a mirra representava a morte, que Jesus é o cordeiro de Deus para ser sacrificado pelo pecado dos salvos.
A pergunta que vem a mente é: Qual o presente que daremos a Jesus nesse natal? Talvez o melhor presente fosse responder a pergunta: Como podemos servir melhor ao nosso Senhor? Nesse natal devemos assumir um compromisso de servir melhor a DEUS neste novo ano que vai começar, comece o ano novo com uma vida nova, faça hoje um compromisso com Deus de servi-lo melhor a cada dia. Essa poderá ser uma grande experiência em nossas vidas. O Natal que Bíblia nos ensina

IV. Tem as Bênçãos da Presença Real de Jesus. Mt 2.11
O ponto principal do natal é a presença Real de Jesus. No verso de Mt 2.10,11 está escrito: “Ao verem eles a estrela, regozijaram-se com grande alegria. E entrando em casa viram o menino com Maria sua mãe…” A primeira conseqüência da presença de Jesus naquela casa era sublime paz e alegria que contagiava a todos que ali estavam.
Assim também acontece hoje, a presença de Jesus em nossas vidas, em nossos lares, em nossas Igrejas, traz um brilho todo especial. Só conseguimos ter paz e alegria completa, se a presença de Jesus fizer parte das nossas vidas. Busquemos pois cada vez mais a presença de Jesus em nossas vidas. Principalmente neste Natal. É preciso que Jesus ocupe o lugar de maior destaque em nosso Natal. FELIZ NATAL COM JESUS CRISTO.



Pr. Wilson Franklim
Pastor Colaborador da PIB do Tingui-RJ e Membro da Ig Batista Filadélfia em Conselheiro Lafaiete
ThD em Teologia
wilfran@gmail.com

Extraído da ADIBERJ

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Misericórdia

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


"E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor." (Mt 25:21)
isto quer, e isto te dirá o senhor quando enfim naquele derradeiro dia te encontrares frente a ele.
quando enfim te fordes permitido vê-lo face a face.
antes porém, algumas horas deverão ser passadas, um tempo, dois tempos e metade de um tempo.
não porque ele tenha prazer na espera.
senão porque te é necessária essa escola do discipulado que vais passar.
haverão momentos de dor e de angústia, porém em todos esses momentos, o senhor contigo está.
basta para tanto que te voltes para ele.
que olhes a cruz como o símbolo máximo da vitória, quando o escolhido, cumpriu todas as etapas necessárias para a perfeita expiação prevista na obra do grande e misericordioso deus de israel.
não se trata apenas do símbolo da morte do ungido.
trata-se mais que isso, trata-se da verdadeira história do homem, resgatada pelo filho, jesus cristo de nazaré, no calvário.
essa cruz, mais que tudo, reflete na dor e no sofrimento, o amor e a misericórdia de um pai amoroso que não abandonou seus filhos, pelo contrário, ali ele resgatou a possibilidade de cumprir passo a passo a salvação que hoje nos é apresentada.
"Portanto, assim diz o SENHOR: Se tu voltares, então, te trarei, e estarás diante da minha face; e, se apartares o precioso do vil, serás como a minha boca; tornem-se eles para ti, mas não voltes tu para eles.
E eu te porei contra este povo como forte muro de bronze; e pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti; porque eu sou contigo para te guardar, para te livrar deles, diz o SENHOR.
E arrebatar-te-ei da mão dos malignos e livrar-te-ei das mãos dos fortes." (Jr 15:19-21)
dessa forma venho à presença do pai eterno e todo poderoso clamar por misericórdia.
pelos erros que cometo, pelas faltas que persisto em apresentar diante do trono da glória.
não sou digno, mas tua graça me basta, disso bem sei, mas clamo a que não permitas senhor que te afastes de mim, mais do que eu mesmo já me afasto de ti.
segura-me senhor pelas mãos e me leva a caminhar pelas águas, porque bem sei que se necessário, abres caminho entre as águas para que eu passe em seco à outra margem.
não quero senhor e não preciso de milagres para crer em ti.
quero sim senhor os milagres para continuar a tua grandiosa obra por essa trajetória que ainda tenho que cumprir.
dá-me senhor, por tua misericórdia e infinita sabedoria e bondade o dom do discernimento, para que eu não seja de fato confundido, como diz a tua palavra.
"Pelo que também na Escritura se contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido." (1 Pe 2:6)
e porque creio e porque tua palavra é santa e justa e infalível e que não volta atrás e que não volta vazia, sei que nisso sou atendido, porque clamo em nome de nosso senhor e salvador jesus cristo de nazaré.
assim, agradeço a ti ó grande e misericordioso deus dos céus e da terra, deus eterno e todo poderoso, deus de abraão, de isaque e de jacó, deus de nosso senhor e salvador jesus cristo de nazaré, agradeço e me coloco em tuas mãos para que em mim seja feita a tua vontade agora e para sempre em nome de tua grande e maravilhosa obra.
e a ti meus irmãos trago a palavra que é:
"Eu, o SENHOR, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isso para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações." (Jr 17:10)
"Ó SENHOR, Esperança de Israel! Todos aqueles que te deixam serão envergonhados; os que se apartam de mim serão escritos sobre a terra; porque abandonam o SENHOR, a fonte das águas vivas.
Sara-me, SENHOR, e sararei; salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor." (Jr 17:13-14)
"E os reis serão os teus aios, e as suas princesas, as tuas amas; diante de ti, se inclinarão com o rosto em terra e lamberão o pó dos teus pés, e saberás que eu sou o SENHOR e que os que confiam em mim não serão confundidos." (Is 49:23)
"O SENHOR é bom, uma fortaleza no dia da angústia, e conhece os que confiam nele." (Na 1:7)
"E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus." (Ap 3:14)
amém e amém! - (igreja evangélica santo dos santos - msn: elysilmarvidal@gmail.com - fones: 41-3338-6234 - (tim) 041-41-9820-9599 - (claro) 41-9821-2381 - (vivo) 41-9109-8374 - apóstolo ely silmar vidal)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos!
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Jesus, a oferta de Deus ao Mundo .

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Jesus, a oferta de Deus ao Mundo .

Numa sociedade onde se vive com o orçamento extremamente comprometido, nem sempre é fácil se falar de oferta. Entretanto, faz se necessário que esse tema seja abordado, com responsabilidade e equilíbrio.
De acordo com o Aurélio, oferta é, entre outras coisas,...dádiva, oferecimento...Segundo o exemplo de Jesus, o significado mas sublime de oferta, a partir do Novo Testamento é: presente dado a alguém pelo simples fato de amá-lo. Foi isso que Jesus fez pela humanidade com o seu sacrifício.Ele nos presenteou com a salvação através do seu sacrifício. Entretanto, ainda hoje existem povos que não tomaram conhecimento que o presente de Deus está à sua disposição. Fazer missões é, antes de tudo ofertar a sua vida, como Cristo à fez, dizer às nações que, pela fé em Jesus Cristo, o homem pode tomar posse do presente de Deus.
Missões e evangelismo são o termômetro da Igreja. Crentes que não evangelizam precisam ser despertados do seu sono. Afinal como disse o apostolo Paulo: “Como pois invocarão aqueles que não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue?”. São perguntas sérias que nos fazem refletir. Não podemos nos esquivar a elas. São profundas e muito presentes nos dias em que vivemos.Faça Missões, evangelize!!!!!!!!!!!!! Pastores e Bispos Junte-se a nos, venha participar e fazer Missões, incrivel, os que menos investe em Missões realmente sao aqueles que sao lideres. que pena, junte se a nossa equipe e vamos mudar esse quadro. seja socio voce tambem.
 

domingo, 11 de dezembro de 2011

O que a Bíblia diz sobre o Natal ?

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.
O que a Bíblia diz sobre o Natal ?
Nada.
 
O Natal não é mencionado nenhuma vez nas Escrituras. Todos os anos, em todo o mundo, algumas pessoas guardam o dia escolhido pelos homens para comemorar o nascimento de Jesus. Algumas pessoas o guardam como um dia santo especial, enquanto muitas outras fizeram dele um tempo de comercialização, de interesses egoístas.As modernas comemorações do Natal têm pouco a ver com os fatos da Bíblia. A Bíblia não revela a data do nascimento de Cristo, nem mesmo o número de magos que o visitaram em Belém. As Escrituras não autorizam uma comemoração especial na igreja, nem um dia santo para comemorar o nascimento de Jesus.

Evidentemente, a Bíblia não dá aprovação ao materialismo egoísta, tão comum nessa época do ano.Mas Jesus nasceu, e por um motivo muito bom. Ele veio para salvar-nos do pecado (1 Timóteo 2:6). Ele é o Rei, não só dos judeus, mas de todos os homens (Mateus 28:18-20).

Sua grande vitória veio, não com seu nascimento, mas com sua morte e ressurreição. Esta é a vitória que o faz nosso Redentor, digno de honra e adoração (Apocalipse 5:8-14).Hoje, precisamos imitar os magos, que procuraram tão esforçadamente encontrar Jesus. Não podemos nos contentar com as crenças tradicionais, as doutrinas humanas, ou os dogmas das igrejas. Temos que examinar as Escrituras (Atos 17:11). Temos que aceitar o que é certo e rejeitar o que é errado (1 Tessalonicenses 5:21-22).

Temos que estar certos de que Jesus veio a esta Terra uma vez, e que ele voltará para chamar-nos ao julgamento (Atos 17:30-31; 2 Coríntios 5:9-

10).Na época do Natal, quando muitas pessoas mostram uma religião superficial e falam sobre um Jesus desconhecido para elas, nós devemos lembrar que é possível ser só cristãos, seguidores de Jesus. Não devemos ensinar ou defender doutrinas de homens. Temos que simplesmente seguir a Jesus e encorajar outros a fazerem a mesma coisa. Que possamos adorar a Cristo de acordo com a vontade dele!

Nós só podemos ser feliz quando estamos de acordo com a palavra de Deus, pois Ele mesmo disse que, se guardamos a sua Palavra provamos que o amamos: João 14:23,24; Quando provamos que amamos á Ele dai teremos uma grande oportunidade de termos Ele em nossa vida para sempre. No v 16. ele disse que o Espirito Santo, que ficaria conosco para sempre; isso é enquanto estivermos no mundo o Espirito Santo estará conosco para sempre"nos consolando"

O nosso Natal é todos os Dias pois Jesus está conosco representado pelo Espirito Santo.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O que não tira os pecados

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados. (Hebreus 10:4).
Pecado, escreveu Isaías, é tudo aquilo que nos separe de Deus. Por isso, é essencial nos livrarmos daquelas coisas que causam tal separação. A Lei Mosaica, para demonstrar que pecado causa a morte, instituiu o sacrifício de animais, para ilustrar a libertação do nosso pecado. O Autor da Carta aos Hebreus se preocupou em nos alertar quanto à insuficiência dos sacrifícios. “É impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados”.
A grande vantagem do sistema de sacrifício de animais sempre foi seu lado educativo: ao ver a morte do animal, ficava mais fácil entender que “o salário do pecado é a morte”. Sua grande desvantagem foi a aceitação de que a mera liturgia do símbolo, do animal no altar, tornava desnecessária a mudança de vida. O matar animais como que substituiu a necessidade de assumir uma vida ética, de acordo com a vontade do Senhor. Desde que não faltassem animais para morrer em nosso lugar, a vida em pecado não significa condenação e castigo.
A mensagem do Autor de Hebreus é mais do que urgente, em nossa atualidade cristã. Como não matamos mais os animais, produzimos outros substitutos para aplacar nossa consciência de pecado. O confessionário é um deles. Rigoroso “pagamento” do dízimo é outro. Nunca faltar aos cultos na igreja “tem” também seu poder de insensibilizar consciências. A lista é quilométrica. Felizmente, porém, a solução de Hebreus é bastante simples: a morte e ressurreição de Cristo não precisa ser repetida – quando nós O aceitamos interiormente e O praticamos, o pecado perdeu seu poder. Completa o texto: “Com uma só oferta (Cristo) aperfeiçoou para sempre os que são santificados”.
Pr. Olavo Feijó
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O grande OPERADOR de Milagres.‏

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.



Toque Suas vestes
Então ele lhe disse: “Filha, a sua fé a curou! Vá em paz e fique livre do seu sofrimento”. Marcos 5:34.
Cada milagre de cura operado por Jesus, o forte Filho de Deus forte, abre uma janela para a nossa salvação. Em diversos lugares os escritores do Evangelho usam a mesma palavra, Sozo, para a cura do corpo e a cura da alma. Jesus torna os homens e mulheres inteiros – Ele é o autor da vida.
"O dinheiro não pode comprá-la, o intelecto não pode compreendê-la, o poder não pode exigi-la, mas para todos que quiserem aceitá-la a gloriosa graça de Deus é dada gratuitamente. Contudo os homens podem sentir a sua necessidade, e, renunciando a qualquer dependência de si mesmos, aceitarem a salvação como uma dádiva.
Aqueles que irão entrar no céu não escalarão suas paredes por sua própria justiça, nem as suas portas lhes serão abertas por meio de custosas oferendas de ouro ou prata, mas obterão entrada para as muitas moradas da casa do Pai, pelos méritos do cruz de Cristo  
"Se eu somente tocar suas vestes, ficarei curada,” disse para si mesma, a mulher com a hemorragia de 12 anos. Em meio à multidão ela se aproximou de Jesus por trás, perseverou e, sem ser notada, tocou no manto de Jesus. Como resultado, ela foi curada.
Nós também podemos tocar e ser curados. O Doador da vida não está presente pessoalmente entre nós para banir nossas dores corporais e doenças, mas Ele é plenamente real. Jesus está vivo e podemos conhecer o poder da Sua vida.
Nossa única recomendação é a nossa necessidade. Toda pessoa que sente a necessidade de ajuda externa, todo homem ou mulher que renuncia a auto-suficiência e se apóia inteiramente nos méritos de Jesus, todo aquele que vem a Jesus e toca nEle com fé – todo aquele que fizer isso encontrará a cura.
Preste atenção! Jesus nos cura, não apenas uma, mas várias vezes. Ele nos oferece nova vida não apenas por ocasião da nossa conversão, mas a cada momento que estendemos a mão para tocar as Suas vestes. Em meio à multidão da vida, se tocarmos nEle seremos curados.
Hoje podemos tocar em Jesus e ser curados. Quando estamos abatidos, quando nos sentimos um fracasso, quando lutamos contra a dor e a doença que nos têm oprimido durante anos, podemos estender a mão e tocar Suas vestes.
ORAÇÃO
Jesus, médico da alma. Reconhecendo a minha extrema necessidade me aproximo de Ti, estendo a mão e suplico: cura-me.

Autor: William G. Johnsson
Deus é contigo sempre !
{Jeremias 33-3} Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes.

sábado, 11 de junho de 2011

Doze Homens para Mudar o Mundo

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Escolheu doze, designando-os apóstolos, para que estivessem com ele, os enviasse a pregar e tivessem autoridade para expulsar demônios. Marcos 3:14, 15, NVI.

Quando Deus quis mudar o mundo, ele escolheu pessoas. Ele confiou a tarefa mais importante do mundo a seres humanos.Será que é possível encontrar uma estratégia melhor do que a escolhida por Deus?
O computador está revolucionando a sociedade. Os editores de texto podem verificar a ortografia, corrigir a gramática, e colocar na tela os sinônimos e antônimos. Mas essas ferramentas não produzem um bom texto, mais do que uma enxada nova produz um belo jardim. Um bom texto vem de um bom escritor, não de um computador.

Quando a indústria automotiva Chrysler enfrentou graves problemas financeiros na década de oitenta – problemas tão profundos que os economistas temiam pela sua sobrevivência – o governo dos Estados Unidos providenciou socorro através de empréstimos maciços. A empresa finalmente saiu da crise – mas não predominantemente por causa da ajuda financeira governamental. Um homem ao leme, Lee Iacocca, salvou a Chrysler.

A maior necessidade do mundo não é de mais dólares, mais programas, ou mais educação. É de pessoas – homens e mulheres.

"A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus" (Educação, p. 57).
A maior necessidade da Igreja também é de pessoas.
Antigamente, 12 homens mudaram o mundo (e um deles era uma maçã podre no barril). Alguns poucos homens e mulheres consagrados também podem mudar o mundo em nossos dias.

O que dizer acerca dos 12 homens escolhidos por Jesus? Eram pessoas de talentos extraordinários, pessoas que se destacavam em meio à multidão?
Não. Mas eles eram homens que Deus podia usar. Eram fervorosos, dedicados. Amavam a Cristo. Viviam para a Sua missão. Por isso realizaram muito.

Esta ainda é a maneira como Deus muda o mundo.

ORAÇÃO

Ó Mestre da missão, faz de mim uma pessoa que você possa usar para mudar o mundo. Ajuda-me a compreender que o Seu trabalho avança tão silenciosamente como o amanhecer. Que eu possa glorificar o Seu nome aonde quer que você me coloque hoje.
Autor: William G. Johnsson
 
Deus contigo Sempre