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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Profecia guardada no Vaticano prevê que o próximo Papa será o último

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

Profecia guardada no Vaticano prevê que o próximo Papa será o último e marcará a destruição da Igreja Católica; Para especialista, é o sinal do fim dos tempos


Profecia guardada no Vaticano prevê que o próximo Papa será o último e marcará a destruição da Igreja Católica; Para especialista, é o sinal do fim dos tempos
Após o anúncio de Bento XVI de que irá renunciar ao papado no próximo dia 28 de fevereiro, alguns cristãos pararam para refletir a respeito das profecias do apocalipse e de um santo católico, chamado São Malaquias, que lista o próximo líder da Igreja Católica como o úlitmo a exercer o mandato como Papa.
Os textos de São Malaquias estão expostos no Vaticano, e tratam da sucessão dos Papas. Em suas previsões, o santo católico atribuiu pequenas frases como síntese do mandato de diversos papas, listados em sequência por ele.
Em 1139, ele divulgou uma lista com 112 pontífices que assumiriam o posto de líder máximo da igreja romana após o término do do pontificado do então Papa Celestino II, que ocorreu em 1143.
Há grandes similaridades entre as frases atribuídas por São Malaquias aos três papas mais recentes, e seus mandatos na prática.
Sobre João Paulo I, o 109º Papa da lista, a frase usada pelo santo para definir o mandato foi “De Medietate Lunae” (Da Meia-lua, em tradução do latim). A semelhança está no fato de que o nome do Papa João Paulo I era Albino Luciani, que significa luz branca. Este Papa exerceu o pontificado por apenas um mês, e faleceu em 1978. Eventos significativos na vida do Papa ocorreram em noites de meia-lua, segundo informações do O Dia Online.
Já o Papa João Paulo II, que exerceu o pontificado até 2009, quando faleceu aos 92 anos, ocupou o 110º lugar na lista de São Malaquias, que definiu o santo padre que ocuparia este posto com a frase “De Laboris Solis”, que traduzido do latim significa “Do trabalho do sol”, e foi interpretado como “aquele que vem do leste ou como o papa de um grande e prolongado trabalho”. Karol Józef Wojtyła, seu nome de batismo, nasceu na Polônia e exerceu o pontificado por 27 anos, o terceiro mais longo da história da Igreja Católica.
O 111º Papa da lista de São Malaquias, Bento XVI, foi definido como “Gloria olivae”, que significa “Glória das oliveiras”, um lema que faz associação à ordem fundada por São Bento, e que usa a oliveira como símbolo. O texto de São Malaquias indica que o pontificado do 111º Papa seria comparado ao de Bento XV, o 104º da lista e que ficou marcado como um adepto da paz, apesar de não ter conseguido evitar a Primeira Guerra Mundial.
A profecia diz ainda que o 111º Papa, Bento XVI, não conseguiria conter uma terceira grande guerra, que seria travada por nações árabes contra a região em que atualmente ficam os Estados Unidos da América, e na sequência, contra a Europa e a África. São Malaquias escreveu ainda que o 111º Papa seria morto durante essa guerra, em algum momento entre os anos de 2009 e 2010, o que não ocorreu.
Na lista de São Malaquias, o 112º Papa é o último listado e definido com um nome, ao invés de uma frase: “Petrus Romanus”, que significa Pedro, o Romano, nome do primeiro bispo de Roma, o apóstolo Pedro. Segundo a profecia de São Malaquias, o pontificado deste Papa terminará com o Juízo Final e o fim da Igreja Católica: “Pedro, o Romano, que vai alimentar as ovelhas através de muitas tribulações, após as quais a cidade das sete colinas será destruída e o juiz tremendo julgará o seu povo. Fim”, diz o texto, publicado na Wikipedia.
A interpretação de que o próximo Papa será o último da Igreja Católica também é compartilhada pelo estudioso Luiz Carlos Fernandes.
Entretanto, a interpretação de Fernandes para as profecias registradas na Bíblia compreende que o novo Papa será o anticristo: “Após a saída de Bento XVI que é o sétimo Rei e Papa, o Vaticano se dividirá em quatro governantes. Somente após isso virá o oitavo Rei e Papa. Na verdade não será humano, será um demônio personificando o falecido Papa João Paulo II, que com certeza foi o mais famoso em todos os tempos. Ele supostamente ressuscitará voltando da morte para a vida. Ele sim será o oitavo Rei e Papa o verdadeiro anticristo que a Bíblia revela e levará o mundo a perdição (Apocalipse 17)”, diz, fazendo referência ao fato de que desde a instituição do Vaticano como Estado, o novo Papa será o oitavo a ser eleito pelo conclave.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Papa qualifica de ‘deplorável’ blitz na sede da Igreja na Bélgica

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

Polícia fez buscas na sede da Igreja Católica da Bélgica

Polícia fez buscas na sede da Igreja Católica da Bélgica

BÉLGICA – O papa Bento 16 enviou neste domingo uma mensagem de solidariedade aos bispos da Bélgica, qualificando de “surpreendentes e deploráveis” as buscas realizadas pela polícia belga no Palácio do Arcebispo de Mechelen-Bruxelas, sede da Igreja Católica belga, e nos túmulos de dois arcebispos do país.

Endereçando sua comunicação ao presidente da Conferência dos Bispos da Bélgica, o arcebispo Andre Joseph Leonard, o papa disse que a operação – que faz parte de uma investigação de abuso sexual por parte de membros do clero – representa um “momento triste” para a Igreja.

“Neste momento triste, desejo exprimir minha proximidade e solidariedade para com o senhor e todos os Bispos da Bélgica, pela surpreendente e deplorável modalidade com que foram conduzidas as buscas”, escreveu o papa.

“Desejo que a Justiça faça seu curso a fim de garantir os direitos fundamentais das pessoas e das instituições, o respeito às vítimas, o reconhecimento dos que se empenham a colaborar com ela.”

A operação de busca e apreensão foi realizada na sede do Palácio do Arcebispo e em outros dois locais. Um deles foi a cripta da catedral de Saint-Rombout, em Mechelen, onde os agentes procuraram dossiês sobre casos de pedofilia que teriam sido escondidos no túmulo de um arcebispo.

O Vaticano afirmou que foram violados também os túmulos dos cardeais Jozef-Ernest Van Roey e Léon-Joseph Suenes, arcebispos falecidos de Bruxelas.

O episódio despertou a ira do Vaticano, que expressou na sexta-feira e no sábado o seu “espanto” pela forma como as investigações foram conduzidas.

Investigação

As autoridades belgas estariam procurando elementos que comprovem a cumplicidade da hierarquia da Igreja Católica nos casos de abusos cometidos por sacerdotes, ao impedir sistematicamente que os culpados fossem entregues à Justiça Civil.

De acordo com jornais da Bélgica, a Procuradoria de Bruxelas teria confirmado a abertura de um túmulo na cripta da catedral de Bruxelas.

No mesmo comunicado em que criticou a ação da polícia, a Santa Sé também condena os abusos cometidos contra menores e reafirma o interesse em colaborar com a Justiça.

“A Secretaria de Estado confirma a total condenação de qualquer ato pecaminoso e criminoso de abuso de menores por parte de membros da Igreja, e a necessidade de enfrentar tais atos conforme as exigências da Justiça e os ensinamentos do Evangelho.”

Além de criticar o método usado pela polícia, o Vaticano também lamentou que não foi respeitada a privacidade das vítimas.

“Ao espanto por estas ações, se acrescenta o pesar por ter sido cometida infração do sigilo ao qual as vítimas têm direito”, dizia a nota emitida pelo Vaticano.