segunda-feira, 9 de novembro de 2009

"AMOR" ao Próximo

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.



Este selo passará a ser o selo "oficial" dos blogs que administramos e será distribuído e retirado por todos aqueles que como diz o título têm “amor ao seu próximo” e não medem esforços para ajudá-los na difícil caminhada pela qual todos passamos, principalmente os de menores recursos nos dias que vivemos.
Para mim esse selo é mais que um símbolo e foi criado muito antes de existir internet e as possibilidades que temos hoje em dia, pois é a logomarca de um Grupo de Assistência que utilizamos durante muitos anos em um trabalho que realizávamos junto a Asilos, creches, orfanatos e famílias carentes e, apesar de não estar atualmente em atividade, ainda existe e nunca saiu de meu coração e quando o Senhor nos conceder novamente condições para retomá-lo o faremos com satisfação, pois está diretamente ligado ao meu chamado junto ao corpo de Cristo.
Por que esse saudosismo?
Amados, vivemos dias em que as pessoas de um modo geral não se importam a mínima com seus semelhantes.
Quando vêem uma pessoa pedindo ajuda nas ruas, dificilmente atendem ao apelo que lhe foi feito e justificando de muitas formas e têm na ponta da língua os motivos por não fazê-lo: “Eu não dou dinheiro nas ruas porque:
a) Será usado para consumir drogas;
b) Será usado para consumir bebidas alcoólicas;
c) De nada adianta dar o peixe ,é necessário ensinar a pescar;
d) Com tanto emprego sobrando eles procuram os meios mais fáceis para conseguir o sustento.
e) Etc.
Dias desses estava em uma rua da cidade de São Paulo e vi uma moça com duas crianças pedindo ajuda para todos que encontrava. A Rua é a conhecida José Paulino, no bairro do Bom Retiro, que outrora fora reduto de judeus, mas que hoje mais parece o centro de uma cidade coreana.
Quem vai à Rua José Paulino vai com a intenção de comprar e comprar muito, pois os preços são excelentes e não poucas pessoas comprar os produtos e revendem em suas cidades.
Observei aquela moça pedindo sem obter êxito por um bom tempo, até que ela se chegou a mim e perguntando o que ela precisava, me disse que estava sem comer e que seus filhos estavam passando muito mal por isso. Era do interior de São Paulo e estava em tratamento médico em São Paulo e que apesar das tentativas de conseguir localizar a Igreja da qual fazia parte em sua cidade não havia conseguido.
Expliquei-lhe que iria com ela comprar os alimentos e entendemos que era melhor adquirir uma cesta básica e alguns complementos para que passasse pelo menos uma semana e assim teria ao menos forças para buscar ajuda, até que ela chegasse.
Se eu não tivesse perguntando o que ela preferia: uma refeição ou uma cesta para ela mesma preparar, dignamente a sua refeição, eu nunca saberia ó que poderia fazer para auxiliar.
Isso foi acaso? Eu não acredito e nunca acreditei em acasos. Acasos não existem principalmente em relação à necessidade de nossos semelhantes e até que me provem o contrário carregarei essa convicção em meu coração.
Um certo homem de Deus, costuma dizer aos seus alunos que eles devem ler a Palavra de Deus com “os olhos abertos” para poderem compreender não apenas o texto, mas o seu contexto de forma clara e límpida, para depois expressarem o seu conteúdo aos que os ouvem. Da mesma forma, nós que nos dizemos cristãos, devemos também olhar para nossos irmãos que passam por necessidades como cartas vivas que o Senhor colocou diante de nós e “lermos com os olhos abertos” a situação pela qual estão passando e assim, com um coração sincero e aberto para ajudar, o façamos desprendidamente, na certeza de que o mais próximo daquele irmão somos nós mesmos.
Lembremo-nos da parábola do bom samaritano (Lc 10.25-37) e sigamos o seu exemplo.
A dor, a fome, o desespero, o sofrimento, o abandono, o desemprego, a violência, não pedem carteira de identidade nem filiação religiosa. Ela pode alcançar qualquer um de nós. Não esqueça isso, principalmente você que um dia foi alcançado pela graça redentora do Senhor Jesus.
Porque estou falando isso? Para me vangloriar? Podem ter certeza que não e quem me conhece sabe que não fico divulgando o que não passa de obrigação como se fosse alguma virtude.
Estou dizendo isso, porque é lugar comum no meio do “povo de Deus” que uma pessoa que entregou o seu coração a Jesus, NUNCA mendiga o pão, e isso veio provar que essa afirmação não é verdadeira, e já sabíamos disso há muito tempo, basta verifica a situação de tantos missionários e novos convertidos em países com perseguição religiosa ou em países africanos e constataremos que essa afirmação é equivocada.
E por que eu trouxe essa situação à baila?
Porque muitos estão buscando alcançar o céu na terra através das conquistas materiais que lhes são prometidas, não pela Palavra de Deus, mas por homens e mulheres que dizendo-se de Deus os estão enganando a todo momento, e não se importam de encher os bolsos desses falsos lideres religiosos com o dinheiro que poderiam e deveriam auxiliar ao seu próximo, enquanto este está perecendo e padecendo de tantas necessidades, que os “espirituais” não conseguem enxergam, porque sendo tão “espirituais” estão com seus olhares sempre voltados para os céus e nunca para a terra, nunca para seus vizinhos, nunca para os seus irmãos que a exemplo dele, também foram criados à imagem e semelhança de Deus.
Esse selo está sendo distribuído para os blogs abaixo porque sei do compromisso que eles têm com a mensagem do mesmo, mas se você que está lendo os motivos pelos quais o estamos disponibilizando também crê no que dissemos e deseja levá-lo para o seu blog, basta seguir as regras abaixo.

Regras:
1. Você deve amar ao seu próximo como a si mesmo.
2. Você deverá assumir um compromisso de orar para que o Senhor lhe dê um coração sensível e visão como a das águias para enxergar as possibilidades de ajudar seu irmão necessitado.
3- Ore ao Senhor para que o formato físico de nosso país (um coração) possa refletir o sentimento de cada um de seus habitantes pelos seus semelhantes.
4- Ore ao Senhor para que o amor que está em seu coração seja espalhado por todos os recantos do planeta e que todos possamos nos amar, independentemente da fé que professamos.
5- Distribua-o a quem você desejar, não esquecendo de avisá-lo, mencionando apenas essas regras básicas e não precisa divulgar de onde ele se originou. Nosso desejo é propagar a necessidade do amor e não divulgar nosso espaço.

Se você está sujeito a seguir as regras meus parabéns, o selo “S.O.S.Amor ao Próximo” foi elaborado exclusivamente para você. Creia, você é um homem ou uma mulher segundo o coração de Deus.

Vou distribuir inicialmente para os amados abaixo porque merecem tê-lo em seus espaços se assim o desejarem.

1- Intimidade com Deus= http://intimidadedeus.blogspot.com/
2- Igreja ao gosto do Fregues= http://aigrejaaogostodofregues.blogspot.com/
3- C# ASP.Net SQL Server= http://codfacil.blogspot.com/
4- 24 Horas Orando por Israel= http://24horasporisrael.blogspot.com/
5- Retrato do meu Olhar=http://bertonibatista.blogspot.com/
6- Barbara Matias= http://barbaramatias.blogspot.com/
7- Fernando Vieira= http://pastorfernandovieira.blogspot.com/
8- Alvorada Cristã= http://alvoradacrist.blogspot.com/
9- A Cruz é Nossa= http://acruzenossa.blogspot.com/
10- Carro de Fogo= http://carrodefogo.blogspot.com/
11- Fagulhas do Diino no Humano= http://fagulhasdodivino.blogspot.com/
12- Ministério Batista Beréia= http://ministeriobbereia.blogspot.com/
13- Falarei do Poder dos Teus Feitos= http://missionarialusifrance.blogspot.com/

sábado, 17 de outubro de 2009

Elevo os meus olhos aos montes: (Sl.121)

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


O Homem desafia tudo na sua vida, mas não desafia em conhecer e se aprofundar além das montanhas!



O máximo que ele chega é até ali, depois disso, fica vibrando com a sua pequena(ou grande) conquista. Mas Deus lhe oferece mais e melhores conquistas do que as terrenas, que são somente emocionais e passageiras. Ainda que faça todo o esforço possível para ser supremo em suas metas e conquistas, não passará de um mero mortal.

Deus na sua infinita bondade, lhe oferece: O conhecimento das ciências, isto é; de seu mais profundo saber das coisas existentes e das não existentes deste mundo.

Certa ocasião havia um bom companheiro de fé entre nós, e ele desejava ser espiritual como os demais, que desafiavam falar com Deus em suas orações nos montes ou nos matos. Bem, ele ao saber de muitos testemunhos desejou fazer o mesmo. Um dia ele foi convidado para ir ao monte para orar, e lá ele decidiu pedir a Deus que o arrebatasse; em dado momento que orava, veio-lhe a resposta, então começou a subir aos céus; e notando que flutuava, pediu a Deus no momento de abrir os olhos e ver aquele mistério, exclamou: "Socorro Senhor, por favor não quero mais subirrrrrr...". Seu mêdo era tão grande e desesperador, pois não estava preparado para tal situação. Assim são muitos escaladores desta vida. Há um preparo, sim, para tal! Também é preciso ter um contato diário com Deus para escalar a vida espiritual. Quantos dos profetas e homens de Deus experimentaram tais experiências em suas vidas? Pois convinha que meditassemos mais nas Sagradas Escrituras (Bíblia). Há um cabedal de conhecimentos para podermos saber a altura, largura e comprimento de cada montanha. Pois o salmista tinha razão em dizer: "Elevo os meus olhos aos montes: De onde me virá o meu socorro? O meu socorro virá do Senhor que fez o céus e terra....O Senhor guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre." (Salmo 121)

Postado por: "Tempos de Deus" Há uma Esperança
Também veja em "PALINS-Palavra Inspirada" e "RAD-Rede Amados de Deus"

A Parábola do Semeador e da semente

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Introdução:Mt 13:3-23


Como essa parábola aparece tam­bém com pequenas variações em Marcos (4:3-9,14-29) e em Lucas (8:4-15), é necessário, como já dissemos, comparar e contrastar as referências paralelas à cada narrativa. Des­se modo teremos um quadro comple­to do que o Senhor disse sobre o reino do céu, que não implica o esta­do glorificado da vida futura, mas "a existência atual de uma comunida­de espiritual, da qual Cristo é a Cabeça, composta por todos cujos corações e vida estão sujeitos a ele como Soberano". O Sermão do Mon­te trata desse mesmo tema, e as parábolas que estão diante de nós devem ser reputadas como um apên­dice que ilustra aquele sermão inigualável. No Sermão, Jesus falou abstrata e impessoalmente. Nas parábolas, ele ilustrou com figuras fa­miliares, e fez referência especial aos seus diferentes efeitos produzidos nos homens de disposições diferen­tes. No Sermão, Cristo foi principal­mente retrospectivo; em suas pará­bolas, ele foi quase inteiramente prospectivo, ao revelar o modo de progresso do seu reino e a natureza da sua consumação. E por isso que o sermão e as parábolas devem ser estudados conjuntamente.
Ao abordarmos um estudo parti­cular das parábolas de nosso Senhor, a decisão do dr. C. G. Lang deve ser apreciada, pois ele preparou o seu livro The parables of Jesus [As pa­rábolas de Jesus], que trata de dezesseis dessas narrativas: "Seria mera presunção tentar escrever algo sobre as parábolas, sem o auxílio da erudição e discernimento do arcebis­po Trench; mas acho melhor não con­sultar outro comentário".

Na Parábola do semeador, que Jesus deu como o tipo de todas as outras parábolas que proferiu, e so­bre a qual ele pôs os motivos que o levaram a escolher esse método, para atingir o coração e a consciên­cia de seus ouvintes, é fácil imagi­nar o cenário dessa declaração. Dean Stanley, em Sinai and Palestine [Sinai e Palestina], nos dá uma bela descrição da "Planície de Genesaré", detalhando o cenário dessa primei­ra parábola. Jesus estava em um barco nas águas azuis do lago e, diante dele, na margem de areia amarela e brilhante, uma multidão de ávidos ouvintes. Ao levantar os olhos, ele viu um semeador na escarpa de uma montanha atrás da praia, que espalhava suas sementes. Os pássaros voavam ao seu redor e o seguiam. Instintivamente, com expresso e vivido realismo, ele pen­sou em sua presente situação. Ah estava ele a semear a semente da Pa­lavra, e seus discípulos deveriam segui-lo, na pregação e ensino do evangelho; e assim nasceu a Pará­bola do semeador.

Os três elementos que constitu­em essa parábola são: o semeador, a semente e o solo. Hillyer H. Straton fala da "regra três" nos contos popu­lares: "Na história infantil há três tigelas de mingau, três cadeiras e três ursos. O mesmo acontece nas parábolas. Três tipos de reação, na Parábola dos talentos; três viajan­tes, no caminho para Jerico; três ti­pos de solo e três proporções de cres­cimento". O dr. Straton também mostra que "a regra dois" opera em algumas parábolas: os dois filhos, os dois devedores, o fariseu e o cobra­dor de impostos, etc.



Parábola do semeador. Goebel é contra esse título para essa parábo­la, e prefere chamá-la Os Diversos Solos. "A ideia não é a de certo se­meador em particular, que fez assim e assim, diferente de outros, e que agia assim e assim [...] Consequentemente, a pessoa do semeador é irrelevante. A narrativa fala simples­mente do destino da semente plan­tada, dos diferentes tipos de solo onde caiu e dos efeitos corresponden­tes que produziu [...] a parábola deve ser nomeada com base na semeadura, que é o sujeito, e não sobre uma suposta pessoa em particular". Mas certamente o semeador não é incidental à parábola, pois sem ele não haveria semeadura, nem fruto. A quem, então, Jesus ilustrava quando disse: "O semeador saiu a semear"? O Semeador é uma denotação genérica; e não um indivíduo específico, mas uma classe ou com­panhia. A linguagem subentende qualquer semeador. Não podemos desconsiderar, contudo, que o nosso Senhor direciona a atenção ao Seme­ador com as palavras: "Escutai vós, pois, a parábola do semeador" (Mt 13:18). Certamente ele sabia como escolher os títulos mais apropriados, não apenas para essa, mas para to­das as suas inigualáveis parábolas.

Jesus usou uma dupla exclama­ção para a introdução do semeador: "ouvi" e "escutai" (Mc 4:3). "Escutai" designava-se a captar a atenção e era um chamado a ponderar cuidadosa­mente sobre o que viria a seguir. "Ouvi" significava que o Senhor transmitiria algo de valor incomum. Os discípulos e aqueles a quem Je­sus proferia essa parábola foram convidados a olhar e aprender. Ver­dades profundamente sugestivas e instrutivas seriam reveladas. Antes de tentarmos identificar o semeador, faz-se necessária uma palavra sobre o seu anonimato. A parábola revela quase nada a seu respeito, além do simples fato de que ele realmente plantou a semente. Como já menci­onamos, a ênfase na parábola é so­bre a semente e os vários tipos de solo, os obstáculos e as condições para a frutificação. A personalidade do semeador e o método empregado são de somenos importância. O Se­meador é adaptável, e possibilita di­ferentes interpretações.

Deus compara-se a um semeador: "Semearei a casa de Israel e a casa de Judá com a semente de homens e com a semente de animais" (Jr 31:27). Que persistente e abundan­te ele é! Tanto no reino natural como no espiritual, Deus opera majesto­samente só; e como semeador, é in-fatigável em sua tarefa. Ele sabe muito bem que, apesar de muitas sementes caírem à beira do caminho, ao final, haverá uma grande colhei­ta, quando "os reinos do mundo vie­rem a ser de nosso Senhor, e do seu Cristo".

Cristo é também um semeador. O Mestre compara-se e proclama-se O Semeador. Ele não veio "do depósito da infinita beneficência, sabedoria e vida, para semear nessa terra se­mentes vivas da verdade, santidade e gozo — sementes da lei que produ­zirão convicção, e sementes do evan­gelho que produzirão gratidão com­preensiva, gozo e amor?" Ele não surgiu como o grande Mestre, o Apóstolo divino do evangelho? Na parábola seguinte, Jesus fala de si mesmo como "o Filho do homem [...] que semeia a boa semente". Outros antes dele agiram como semeadores, ao semearem junto a todas as águas; mas Jesus sabia mais do que todos, como incrustar parábolas como pé­rolas na linha de seus discursos; e as verdades salvadoras que ele espalhou têm enriquecido o mundo. Em O Semeador, Jesus apresenta um verdadeiro emblema e imagem de si mesmo (Mt 13:37). Esse título é muito apropriado a ele. Butterick diz numa nota de rodapé: "Se a parábola é autobiográfica, a referên­cia imediata pode ser a Jesus". Wellhausen vai mais longe ao dizer que, nessa parábola, "Jesus não está ensinando, mas refletindo em alta voz sobre os resultados dos seus ensinamentos".

Pr Jonas Neto
email:contato@prjonasneto.com

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

selo/premio

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

selo/premio



O que é?:

Este é o "Prêmio Dardos" que dá a cada blogueiro o reconhecimento de seu valor, esforço, ajuda, transmissão de conhecimento, todos os dias.

Regras:

1. Você terá que aceitar o award e colocar em seu blog, juntamente com o nome da pessoa que lhe deu o prêmio e o link do seu blog
Recebi este selo 10/ premio-dardos.html de minha querida amiga e incentivadora Sú Guedes do blog "DEUS QUER FALAR AO SEU CORAÇÃO" ,com muito amor e carinho. Agradeço de todo coração.

2. Você terá que oferecer o prêmio para 15 blogs que são merecedores deste prêmio. E não se esqueça de avisá-los sobre a indicação.
Eu indico este prêmio para os seguintes blogs:


Eu indico este prêmio para os seguintes blogs:


"Alvorada Cristã"
"A Crus é Nossa"
"Fagulhas do Divino no Humano"
"Ministério Batista Beréia"
"Um Outro Evangelho"
"Juari Barbosa - O Pregador"
"Cantor Moisés Vieira"
"Procurando os Perdidos"
"O Grande Trono Branco"
"! Sem profetada! ou Sem profetadas! Bom Humor!"
"Apologética Com Humor Genizah"
"Curiosidades & Curiosidades"
"Centro Teocrático de Pesquisa Bíblica"
"Ame Missões"
"Verdadeiros Adoradores"
"Graças Dou"
"Ministério Somos Um"

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Crianças também são profetas e profetizam ao mundo... e aos homens... A menina que calou o mundo

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Para aqueles que acham que profetas estão apenas dentro de igrejas evangélicas cercado por templos, esta menina de 13 anos foi um instrumento para líderes de diversas nações mundiais, sim uma menina canadense de 13 anos cala uma conferencia mundial com discurso sobre a vida! Deus usa quem Ele quer e quando quer, e do jeito que lhe agrada. Não é apenas um discurso ambientalista, mas um grito de socorro pela própria humanidade e pelos homens que estão a destruir nosso mundo e continuam afogados no egoísmo e em proteger os próprios interesses.




Postado por Sem profetada! Um morrão que fumega...

Feliz Dia das Crianças

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

Não há maior prazer do que servir!

Para quantas crianças estará sendo um dia bom?


Roney, antes de ser enviado a recuperação das drogas. Tempos depois, foi encontrado morto. Fotos de Gregory Smith do CARF

Quantas estão sendo vítimas de:

Fome

Abandono
Violência
Exploração do Trabalho
Exploração Sexual
Pedofilia

Desaparecimentos
Tráfico de Orgãos
Vício nas Drogas
Tráfico de Crianças
...


Só em São Paulo, existem mais de 15.000 crianças nas ruas. Podem se defender sozinhas?



Se quisermos que o Brasil e o mundo tenham um futuro melhor, temos que cuidar bem das nossas crianças hoje.

Oferecendo as condições certas de desenvolverem seu potencial, tudo é possível: aquecimento global, guerras, falta de alimentos, doenças sem cura - podem ser resolvidos.

Mas quando não lhes damos nem o básico, como amor e o mínimo de segurança, o que esperar do futuro? Como irão nos retribuir?



Foto de Gregory Smith - CARF (Children At Risk Foundation)

Extraido do: "BÇOG DO NICOLAS"

Postado por: "DGM Obras Sociais"

domingo, 11 de outubro de 2009

Frutos do Espírito X Obras da Carne

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

“Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: caridade (amor), gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei.” Gl 5.19-23

Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crentes, ao enfatizar que o Espírito e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito.

OBRAS DA CARNE.

“Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal (Rm 8.6-8,13; Gl 5.17,21). Aqueles que praticam as obras da carne não poderão herdar o reino de Deus (5.21). Por isso, essa natureza carnal pecaminosa precisa ser resistida e mortificada numa guerra espiritual contínua, que o crente trava através do poder do Espírito Santo (Rm 8.4-14; ver Gl 5.17).

As obras da carne (5.19-21) incluem:

(1) “Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (cf. Mt 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.

(2) “Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5).

(3) “Lascívia” (gr. aselgeia), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21).

(4) “Idolatria” (gr. eidololatria), i.e., a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que Deus e sua Palavra (Cl 3.5).

(5) “Feitiçarias” (gr. pharmakeia), i.e., espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria (Êx 7.11,22; 8.18; Ap 9.21; 18.23).

(6) “Inimizades” (gr. echthra), i.e., intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas.

(7) “Porfias” (gr. eris), i.e., brigas, oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1Co 1.11; 3.3).

(8) “Emulações” (gr. zelos), i.e., ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros (Rm 13.13; 1Co 3.3).

(9) “Iras” (gr. thumos), i.e., ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8).

(10) “Pelejas” (gr. eritheia), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17).

(11) “Dissensões” (gr. dichostasia), i.e., introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de Deus (Rm 16.17).

(12) “Heresias” (gr. hairesis), i.e., grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja (1Co 11.19).

(13) “Invejas” (gr. fthonos), i.e., antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos.

(14) “Homicídios” (gr. phonos), i.e., matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas.

(15) “Bebedices” (gr. methe), i.e., descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante.

(16) “Glutonarias” (gr. komos), i.e., diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes.

As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do reino de Deus, i.e., não terá salvação (5.21; ver 1Co 6.9).

O FRUTO DO ESPÍRITO.

Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus (ver Rm 8.5-14 nota; 8.14 nota; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9).

O fruto do Espírito inclui:

(1) “Caridade” (amor) (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).

(2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14).

(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 5.23; Hb 13.20).

(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1).

(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3).

(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13).

(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).

(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).

(9) “Temperança” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).

O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode — e realmente deve — praticar essas virtudes continuamente. Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Postado pelo Pr.Dilson: "PALINS-Palavra Ispirada"
Veja também em: "Há Um a Esperança" e "RAD-Rede Amados de Deus"

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Bênçãos que acompanharão

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.



Bênçãos que acompanharão

"... E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, se você obedecer ao Senhor teu Deus" Deuteronômio 28,2

Promessas e profecias são abundantes na Bíblia. Deus nos dá muitas garantias de que ele está disposto a abençoar, e em geral as coisas estão indo fazer no futuro. Em ambos os casos, sempre há condições: o chamado de Deus para alinhar a sua vontade, por isso a sua palavra de promessa de abençoar o obediente.

É extremamente importante para ser fiel ao Espírito Santo, apesar de a situação contrária externo para o testemunho ea convicção de que Deus colocou em seu coração.

Nossas respostas para o Senhor, vai determinar quanto tempo vamos ficar na prisão, na luta, na perseguição, a guerra, à espera ... para inserir uma nova posição.

Não lute, veja a mão de Deus em tudo e ser ensinado por Ele.
Seja fiel a Deus em tempos de crise, está em tempo de crise que estamos moldado, nosso caráter está sendo executado nos ensinamentos de Jesus. É neste momento que Deus oferece mais autoridade sobre nossas vidas, porque Deus é o Senhor, Ele determina o tempo e as estações.

"Un Ministário del Amor" e "Rede Amados del Dios"