terça-feira, 18 de junho de 2013

A loucura do evangelho ou a loucura dos evangélicos?

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


A loucura do evangelho ou a loucura dos evangélicos?

O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios que a palavra da cruz é loucura para a mente carnal e natural, para aqueles que estão perecendo (1Co 1:18, 21, 23; 2.14; 3.19). Ele mesmo foi chamado de louco por Festo quando lhe anunciava esta palavra (Atos 26.24). Pouco antes, ao passar por Atenas, havia sido motivo de escárnio dos filósofos epicureus e estóicos por lhes anunciar a cruz e a ressurreição (Atos 17:18-32). O Evangelho sempre parecerá loucura para o homem não regenerado. Todavia, não há de que nos envergonharmos se formos considerados loucos por anunciar a cruz e a ressurreição. Como Pedro escreveu, se formos sofrer, que seja por sermos cristãos e não como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outros (1Pedro 4.15-16).

Nesta mesma linha, na carta que escreveu aos coríntios, o apóstolo Paulo, a certa altura, pede que eles evitem parecer loucos: "Se, pois, toda a igreja se reunir no mesmo lugar, e todos se puserem a falar em outras línguas, no caso de entrarem indoutos ou incrédulos, não dirão, porventura, que estais loucos?" (1Co 14:23). Ou seja, o apóstolo não queria que os cristãos dessem ao mundo motivos para que nos chamem de loucos a não ser a pregação da cruz.

Infelizmente os evangélicos - ou uma parte deles - não deu ouvidos às palavras de Paulo, de que é válido tentarmos não parecer loucos. Existe no meio evangélico tanta insensatez, falta de sabedoria, superstição, coisas ridículas, que acabamos dando aos inimigos de Cristo um pau para nos baterem. Somos ridicularizados, desprezados, nos tornamos motivo de escárnio, não por que pregamos a Cristo, e este crucificado, mas pelas sandices, tolices, bobagens, todas feitas em nome de Jesus Cristo.

O que vocês acham que o mundo pensa de uma visão onde galinhas falam em línguas e um galo interpreta falando em nome de Deus, trazendo uma revelação profética a um pastor? Podemos dizer que o ridículo que isto provoca é resultado da pregação da cruz? Ou ainda, o pastor pião, que depois de falar línguas e profetizar, rodopia como resultado da unção de Deus? Ou ainda, a "unção do leão" supostamente recebida da parte de Deus durante show gospel, que faz a pessoa andar de quatro como um animal no palco?

Eu sei que vão argumentar que Deus falou através da burra de Balaão, e que pode falar através de galináceos ungidos. Mas, a diferença é que a burra falou mesmo. Ninguém teve uma visão em que ela falava. E deve ter falado na língua de Balaão, e não em línguas estranhas. Naquela época faltavam profetas - Deus só tinha uma burra para repreender o mercenário Balaão. Eu não teria problemas se um galinheiro inteiro falasse português na falta de homens e mulheres de Deus nesta nação. Mas não me parece que este é o caso.

Sei que Deus mandou profetas andarem nus e profetizarem e fazerem coisas estranhas como esconder cintos de couro para apodrecerem. E ainda mandou outros comerem mel silvestre e gafanhotos e se vestirem de peles de animais. Tudo isto fazia sentido naquela época, onde a revelação escrita, a Bíblia, não estava pronta, e onde estes profetas eram os instrumentos de Deus para sua revelação especial e infalível. Não vejo qualquer semelhança entre o pastor pião, a pastora leoa e o profeta Isaías, que andou nu e descalço por três anos como símbolo do que Deus haveria de fazer ao Egito e à Etiópia (Is 20:2-4).

Eu sei que o mundo sempre vai zombar dos crentes, mas que esta zombaria, como queria Paulo, seja o resultado da pregação da cruz, da proclamação das verdades do Evangelho, e não o fruto de nossa própria insensatez.

Eu não me envergonho da loucura do Evangelho, mas das loucuras de alguns que se chamam de evangélicos.

Augustus Nicodemus

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O Batismo é obrigatorio para adquirir a salvação?

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Essa é uma questão polêmica, e que divide opiniões no meio evangélico. Afinal, o Batismo nas águas é ou não obrigatório para adquirir a salvação?

Na minha opinião NÃO!! Isto porque para mim, o ponto central da salvação é crer!
Mas se você se espantou, antes de me chamar de herege, leia os pontos abaixo:


  • Jesus disse: "Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.". Observe que é quem não crer que será condenado e não quem não for batizado.
  • O ponto central da salvação é crer! A obra de Deus é crer nele! João 6.28 e 29 diz: "Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as obras de Deus?Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou."
  • Paulo foi interrogado por um carcereiro que queria saber o que é necessário fazer para ser salvo, Paulo lhe respondeu: "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa." Creia em Jesus Cristo e viva!
  • Jesus foi crucificado entre dois ladrões, um deles se arrependeu e CREU que aquele verdadeiramente era o filho de Deus. Resultado, Jesus lhe disse: "Hoje mesmo estarás comigo no paraíso". Não havia tempo para o ladrão se batizar, nem de ser ungido a nada, e muito menos de frequentar uma igreja! Porem ele só fez o simples, creu que aquele homem ferido e condenado era o filho de Deus e pronto!

Acredito que se você tiver chance, deve se batizar. Porem, aquelas pessoas que não se batizaram em vida, mas creram no nosso Senhor Jesus Cristo, não foram condenadas!
A salvação é pela Graça e a recebemos mediante a fé, que nada mais é do que ter confiança em nosso Senhor! Nós criamos regras, (apesar do batismo não ser uma invenção humana, nós achamos que é através dele que adquirimos a salvação) nós complicamos o Evangelho porque para nós é complicado simplesmente crer naquilo que é simples. Por isso concorde você comigo ou não, mas nós estamos cada vez mais complicando o Evangelho que é simples. Quem lê, entenda!

Paz e Graça!


sexta-feira, 3 de maio de 2013

Conflitos na família

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.



Por Eliseu Antonio Gomes

Em minha vida de cristão, algumas vezes tive a oportunidade de conversar com casais em conflito matrimonial. A fonte do desentendimento em quase todos os casos era uma interferência externa na vida à dois. O marido que não abre mão de passeios com os colegas solteiros da empresa às sextas-feiras; a sogra do homem ou da mulher opinando no novo lar. Em suma, quando um dos cônjuges põe seu par em segundo plano a crise se estabelece. Notei que todos os casais que usavam o vocabulário "separação" durante as brigas, até mesmo apenas como uma arma de ameaça, como uma forma de atalho à solução de problemas, divorciaram-se.

O divorcio será abordado em outra ocasião com maior profundidade. Por enquanto, lanço uma prévia introdutória.

O tema divórcio quando analisado à luz bíblica sempre causa impacto na sociedade e na vida de muitos cristãos. A geração que está distante do Senhor considera as diretrizes bíblicas polêmicas e dispensáveis,procuram trechos na Bíblia para usar como base que justifique sua separação, enquanto muitos outros cristãos estão confusos devido às abordagens superficiais sobre o assunto.

Os judeus maltratavam suas esposas. Casavam-se com elas em sua juventude e com o passar dos anos pediam carta de divórcio para atar-se em outro matrimônio com mulher mais jovem. (Provérbios 5.18; Malaquias 2.14). O repúdio, motivado pelo envelhecimento ou quaisquer outros banais, ocorria devido ao estigma que o sexo feminino sofria por causa de Eva, induzida ao engano pela se no jardim do Éden.

Como profeta, Moisés foi autorizado por Deus a conceder o divórcio. A concessão aconteceu por causa de homens duros de coração.

O tempo do Antigo Testamento foi um período em que a mensagem do Senhor é considerada sombras daquilo que viria a ser apresentado de forma perfeita. Embora não possamos desprezar as páginas veterotestamentárias, precisamos ter consciência que os cristãos não são dirigidos pela sombra da Lei, mas por Aquele que é a Luz do mundo, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (João 3.19; 9.5; Colossenses 2.15-17; Hebreus 10.1).
Continue a leitura na fonte: Belverede.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

QUEREM UM BRASIL AMORDAÇADO

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.




 “A opinião é a essência de um homem, e a sua livre manifestação o fundamento de uma sociedade democrática.”
O Estado laico que alguns militantes do PT e AGBLT pretendem para o Brasil, nada mais é do que um país amordaçado, uma nação sem voz, onde o cidadão e a impressa não tenham direito de manifestar suas opiniões, onde a liberdade de expressão, garantida pela Constituição, seja privatizada aos ricos e poderosos. Pois, estes não querem ser contestados, criticados ou contrariados, não obstante, desejam ditar as regras sobre o que se pode ou não opinar neste país.
Daí o porquê das desordeiras manifestações realizadas por esses militantes contra a presença do parlamentar evangélico Deputado Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos. Pois é nessa comissão, que por ironia caiu nas mãos do PSC (Partido Social Cristão), que assuntos de grande interesse da causa AGBLT serão analisados nas próximas semanas. Sabendo os valores que esta sigla representa, fica explícita a razão desse barulho espalhafatoso e achincalhamento realizado contra este parlamentar e contra o seu partido nos últimos dias.
A verdade é que eles realizam manifestações anarquistas, deploráveis e imorais não apenas contra Feliciano, ou contra Silas Malafaia, ou o Papa, mas contra qualquer um que não abrace suas ideologias.
É sabido que o Brasil é um país laico, mas que o povo tem a sua fé e é livre para manisfetá-la sempre. Cada cidadão deste país é livre para defender sua opinião, seus valores e crenças, isto é inegociável.

MIQUÉIAS E OS PROFETAS DO OTIMISMO

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Se um mentiroso e enganador vier e disser: ‘Eu pregarei para vocês fartura de vinho e de bebida fermentada’, ele será o profeta deste povo! (Mq. 2.11).
Miquéias foi um profeta camponês que combateu veementemente a corrupção e a injustiça, praticada em seu mais alto escalão, entre os poderosos empresários, políticos, juristas e religiosos de Judá e Israel. Durante seu ministério profético, denunciou graves pecados como o orgulho, a cobiça, idolatria, opressão aos pobres, subornos entre os líderes, a avareza, a imoralidade e a religião vazia e hipócrita.
Sua mensagem crítica, de juízo divino eminente contra a prática dessas insanidades contradizia a mensagem de otimismo pregada por outros profetas, “aceitos” entre a maioria do povo. Havia entre esses – falsos profetas – a concepção de que nenhuma desgraça seria capaz de vir sobre eles, pois o Senhor é um Ser paciente, ao ponto de nunca se zangar com os erros de seus filhos (Mq. 2,6).
Aqui reside um erro recorrente em toda a história da fé, crer que Deus ama o seu povo demais para não arguí-lo, para não censurá-lo ou repreendê-lo por suas práticas pecaminosas. Essa geração de profetas, haja vista, não é diferente da que temos assistido hoje, que vendem a idéia esdrúxula de que não importa o que você faça com a sua vida, ou os pecados que cometa, Deus está com você, por isso, pode ir pra cima dos problemas e enfermidades que irá superá-los, será uma pessoa rica e próspera.
É fato que o povo de Deus sempre demonstrou interesse em ouvir mensagens promissoras, agradáveis, brandas e otimistas. O profeta Isaías afirma isso: Eles dizem aos videntes: “Não tenham mais visões!” e aos profetas: “Não nos revelem o que é certo! Falem-nos coisas agradáveis, profetizem ilusões.” Isaías 30.10. E os evangélicos atuais, em sua grande maioria, também continuam dizendo: “Profetizem ilusões” para nós; não queremos ouvir sermões moralistas, nada de doutrinas dos apóstolos, só falem palavras de otimismo, de sucesso e prosperidade, pois é isso que precisamos ouvir.
Paulo também discorreu sobre isso, declarou que nos últimos dias muitos rejeitarão os profetas de Deus, que proclamam a verdade e, em vez disso, procurarão líderes que pregam o que eles desejam ouvir – mensagens lisonjeiras, que não condenam os pecados e o mundanismo, e lhes assegurem bem estar (2 Tm. 4,3-4).
Voltando ao texto em questão, entendo que o capítulo dois de Miquéias, especialmente o verso onze, retoma uma questão relevante na história do povo de Deus – os falsos profetas, que vendem [pregam] otimismo para um povo condescendente com o erro.
Não há problema algum em ser otimista, ou incentivar a outros que sejam. Não tenho nada contra. E vale lembrar que este tema não pretende apontar o otimismo como um elemento contrário à vontade de Deus, mas sim, a irresponsabilidade daqueles que negligenciam a vontade de Deus em detrimento de interesses egoístas, sejam seus ou de outros, como foi o caso desses falsos profetas denunciados por Miquéias.
Por outro lado, precisamos ponderar sobre a verdade de que, quando o otimismo leva o cristão a desprezar os conselhos, exortações e recomendações de Deus, ele fatalmente promoverá o fracasso espiritual ao invés do sucesso desejado, resultando em outras terríveis e inevitáveis consequências, como ocorreram posteriormente sobre Israel e Judá (exílio).
O cristão sincero não precisa ouvir palavras carregadas de positivismo como “eu posso”, “eu consigo”, “vai dar tudo certo” para substanciar a sua fé. Ele apenas crê em Deus, e busca nele as respostas para os seus dilemas, sabendo que nem sempre receberá uma resposta positiva. Mas que terá o conforto da gloriosa presença de Deus em sua vida, para andar por todos os caminhos e direções que Ele mesmo estabelecer através da sua vontade. E sabemos que não é próprio do cristão verdadeiro, associar otimismo ou positivismo com a fé que tem em Deus e nos seus propósitos.
O cristão sabe que não poderá decidir os caminhos da sua jornada à glória, contudo, tem a certeza de que os pés do Senhor já os pisaram primeiro, quando este venceu o mundo (João 16.33). E não importa qual seja a situação, sob os passos do Mestre dos mestres, a vida sempre culmina com a vitória.
Para isso, portanto, é muito importante manter-se no caminho da verdade, sem se desviar pelos atalhos dos falsos ensinos. Pois, certamente haverá muitos profetas, que prestam um desserviço ao Reino de Deus, tentando ludibriá-lo ao erro.
O povo de Deus daquela época estava engodado por essas falácias todas, e no final, como sabemos, foram levados ao cativeiro. Deus os puniu severamente por não darem ouvidos à sua verdade. Isso é o bastante para derrubar a tese de que Deus nos ama demais para não nos corrigir quando erramos. Porém, se somos corrigidos é porque Ele continua nos amando profundamente, como afirma o escritor aos Hebreus “Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho.” (Hebreus 12:6).
Através do profeta Miquéias, Deus prometeu uma restauração total sobre o seu povo: “Eu vou de fato ajuntar todos vocês, ó Jacó; sim, vou reunir o remanescente de Israel. Eu os ajuntarei como ovelhas num aprisco, como um rebanho numa pastagem; haverá barulho de muita gente. Aquele que abre o caminho irá adiante deles; passarão pela porta e sairão. O rei deles, o Senhor, os guiará”. (Miquéias 2:12-13).

domingo, 24 de março de 2013

Olhar Cristão: Reflexões de João Cruzué sobre a Páscoa em 2013

Olhar Cristão: Reflexões de João Cruzué sobre a Páscoa em 2013: Celebração da Páscoa João Cruzué A primeira Páscoa aconteceu às vésperas da saída de Israel do cativeiro do Egito. Foi a celebraçã...

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

sábado, 23 de março de 2013

Olhar Cristão: A esquerda brasileira e o desprezo pela família

Olhar Cristão: A esquerda brasileira e o desprezo pela família: . desvio à esquerda Por João Cruzué A família? Ora, a família... esta instituição atrasada e desnecessária. Antigamente, a so...

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

terça-feira, 19 de março de 2013

Igreja Católica possui apartamento de luxo com acesso à maior sauna gay da Europa

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


A Igreja Católica aparece em mais uma polêmica na mídia de todo o mundo. Nessa segunda-feira, um dia antes do Conclave que vai eleger o novo papa, foi divulgado que a Igreja Católica possui empreendimentos em Roma. Os apartamentos de luxo estão localizados em um prédio com a maior sauna gay da Europa.
A notícia foi divulgada no jornal britânico “The Independent”. A Igreja Católica teria gasto 23 milhões de euros – mais de 58 milhões de reais – nos imóveis. No total, seriam 18 apartamentos que são ocupados em maioria por sacerdotes católicos.
No prédio residem no mínimo 18 cardeais que participarão da escolha do novo pontífice, que substituirá o Papa Emérito Bento XVI. A propriedade faz parte da Cidade Santa.
Ivan Dias, 76 anos, é um cardeal indiano e prefeito emérito da Congregação para Evangelização dos Povos e é considerado um conservador, mesmo em meio à igreja moderna. Ele reside no mesmo andar, e a poucos metros, de onde a sauna está localizada. Segundo o jornal, o apartamento de Dias teria 12 dormitórios.
Entre suas crenças, ele prega que pessoas que vivem um relacionamento homoafetivo podem ser curadas de “tendências não naturais através do sacramento da penitência”, como já declarou. O ex-arcebispo de Bombaim ficou “horrorizado” ao saber da descoberta.
A imprensa local divulgou ainda que o responsável pelo investimento em 2008 foi o cardeal italiano Tarcísio Bertone. A igreja teria recebido generosos benefícios fiscais durante o governo de Silvio Berlusconi.
Tarcísio assumiu interinamente a liderança da Igreja Católica, até o novo papa ser escolhido. Ele é o atual camerlengo da Igreja Católica e foi secretário de Estado do Vaticano, de 15 de setembro de 2006 a 28 de fevereiro de 2013.
Uma das especulações sobre a renúncia de Bento XVI é sobre cardeais supostamente homossexuais dentro do Vaticano.
Alguns sites de notícias informaram que a sauna é conhecida por promover a “noite dos ursos”. Um vídeo de divulgação que circula pela Internet mostra um homem se despindo de uma veste religiosa de padre.
Fonte The Christian Post
Categoria: