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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Pastores e Teólogos comemoram aniversário de 494 anos da Reforma Protestante

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Pastores e Teólogos comemoram aniversário de 494 anos da Reforma ProtestanteNo dia em que se comemora o aniversário de 494 anos da Reforma Protestante iniciada por Martinho Lutero, pastores e teólogos repercutiram o fato histórico na internet, ressaltando a importância do movimento.
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A Reforma Protestante aconteceu em 1517, após Lutero divulgar na porta da Igreja Wittenberg, as 95 teses de seu manifesto “Disputação do Doutor Martinho Lutero sobre o Poder e Eficácia das Indulgências”, que condenava as práticas da Igreja Católica. Nessa época, era comum que pessoas com maior poder aquisitivo comprassem cartas de indulgência, que segundo os líderes católicos, garantiam perdão e salvação.
O Pastor e vocalista da Banda Resgate, Zé Bruno, comemorou a data, ressaltando a necessidade de se manter os ideais: “Bom lembrar o dia da Reforma. Precisamos de uma todos os dias para permanecermos firmes no evangelho”, postou no Twitter.
Seu irmão, o também Pastor Jorge Bruno, usou o microblog para mencionar os cinco “solas” presentes no manifesto de Lutero: “Sola Scriptura, Sola Christus, Sola Gratia, Sola Fide, Soli Deo Gloria! Hoje comemoramos o dia da reforma, igreja reformada e sempre se reformando”. Os cinco “solas”, escritos originalmente em latim, significam Somente as Escrituras, somente Cristo, somente a Graça, somente a Fé e somente a Deus a Glória, e representam os pontos essenciais do cristianismo, sob a visão de Martinho Lutero.
O teólogo coreano naturalizado brasileiro, Jung Mo Sung, comentou em seu perfil no Twitter que “o essencial d Reforma é o ‘princípio protestante’: protestar contra todas absolutizações humanas q sempre negam a dignidade humana”. Sung também questionou a necessidade de novas reflexões sobre o cristianismo nos tempos atuais: “nas viradas de tempos civilizatórios, o cristianismo passou por grandes Reformas. Será que nosso tempo precisa de nova Reforma?”.

O Pastor Ariovaldo Carlos Jr, usou o microblog para postar situações ligadas aos cinco “solas” e teceu críticas às lideranças evangélicas em geral. “Seu pastor bate no peito pra reivindicar autoridade espiritual? Aposto q ele não falou do níver da Reforma Protestante hoje! #SolusChristus”, escreveu. Ainda sobre o tema, Ariovaldo criticou as igrejas que buscam ofertas de forma exagerada: “você ainda acredita nesse papo furado de que será mais abençoado se der ofertas financeiras sacrificiais? #SolaGratia”.
O termo “Reforma Protestante” ficou toda a manhã entre os dez assuntos mais comentados em todo o Brasil no Twitter.

Fonte: Gospel+

domingo, 24 de julho de 2011

Após atacar pastores, Ministério da Justiça elogia Insensato Coração por “expor realidade da perseguição” contra gays

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.
Após atacar pastores, Ministério da Justiça elogia Insensato Coração por “expor realidade da perseguição” contra gays
Publicado por (perfil no G+ Social) em 22 de julho de 2011
A novela Insensato Coração vem causando polêmica com seus vários personagens homossexuais na trama e o Ministério da Justiça afirma estar se agradando disso, pois haveria uma “relevância social”.
Neste último dia 21 a Globo soube da decisão da justiça sobre um pedido para baixar a faixa etária da novela, a idéia é ter autorização para o folhetim ser recomendado para maiores de 12 e não maiores de 14 como é hoje. Não houve êxito no pedido, mas o Ministério da Justiça decidiu elogiar a novela “por expor a realidade de perseguição, discriminação e violência” que o segmento LGBT estaria vivendo, segundo os jornais Agora São Paulo e O Dia.
Convenientemente ou não, o elogio inesperado aconteceu logo depois de dois fatos distintos: a TV Globo mandou que sua principal novela diminua a apologia a agenda gay, informação repassada a imprensa somente na última semana; e a inserção pelos autores de uma cena que que cutuca sutilmente pastores. Segundo pessoas que se sentiram ofendidas, a cena faz parecer que os líderes evangélicos são homofóbicos e causadores de desavenças entre pais e filhos através de uma influência negativa.
O Ministério da Justiça também viu na novela global um “esforço para abordar de forma atenuada os temas violentos e eróticos” e enalteceu isso.
Fonte: Gospel+

Comentário do Pr.Dilson de Mendonça:
Esta é a razão do mundo, enaltecer as obras das trevas. Mas nós filhos de Deus devemos sim, aplicar ao mundo os ensinamentos da Palavra de Deus. Pois ela nos mostra o caminho tortuoso da humanidade seguindo suas paixões carnais. E que estão configuradas como sendo uma afronta aos bons costumes e santidade de Deus. Ainda que existão os mais diversos seguimentos contrarios a Palavra de Deus. Devemos nos lembras de Noé, progoeiro da Justiça de Deus, onde pregou por mais de 120 anos a indignação de Deus contra as obras da carne praticadas nesta época. Exemplo de homem de Deus nas suas convicções e revelações de Deus para um tempo escolhido por Deus. Não desfaleçamos, mas continuemos a dizer o que o Livro de Apocalipse 22:15 diz: "Ficaram de fora os cães e os feiticeiros, e os que se "prostituem", e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira".


quinta-feira, 19 de maio de 2011

CARTA ABERTA AOS PASTORES

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


CARTA ABERTA AOS PASTORES
            Desde que veio à tona a existência do Plano Nacional de Direitos Humanos – PNDH3, elaborado pelo Governo Lula, eu tenho percebido, em muitos casos, a indiferença dos líderes religiosos com relação às implicações que estão contidas ali, o chamado “kit gay” e a PLC 122 chamada “Lei da Mordaça”.
Com o “kit gay” o governo já gastou 11 milhões de reais e treinou professores em 10 capitais brasileiras. Esse dinheiro poderia ser muito melhor empregado se destinado a um “kit anti-pedofilia”. O PLC (Projeto de Lei Complementar) 122, totalmente contrário a liberdade de expressão, garantida no Art° 5 da Constituição Federal, foi desengavetado e será votado amanhã (12 de maio) no Senado Federal.
Mas o que me deixa estarrecida é a falta de iniciativa ou indiferença, salvo exceções, de muitos líderes e representantes da comunidade pastoral; enquanto que o lobby, do outro lado, é violento em relação às leis e emendas pertinentes aos seus interesses.
Tive a oportunidade de participar dos últimos cafés de pastores realizados em Curitiba e, às vésperas da Marcha pra Jesus (21 de maio), não ouvi uma linha sequer sobre o que está sendo votado em Brasília.
Creio que ali, naquela reunião, onde participam líderes de várias comunidades, seria o fórum adequado para se colocar em pauta tais assuntos, se atualizar e traçar planos de ação. Mas o que acontece é mais uma reunião “social” em torno de preletores “ilustrados”.
Nada contra nenhum deles - todos ungidos, homens de Deus-, mas que na ocasião, superaram, em termos de importância, os assuntos e decisões que, de fato, deveriam estar na pauta do café. Sim, foi orado pelas autoridades, mas e as causas cruciais que estão para ser votadas pelos políticos? Podem mudar radicalmente a história de nossa Nação, e da pior maneira possível- com leis perniciosas para o povo, que podem desencadear numa perseguição sem limites e em várias esferas.
Será que alguém não trocaria a camiseta da Marcha (R$ 20 reais) para vestir a camiseta com os valores do Reino??? Não seria a oportunidade que Deus está nos dando para literalmente marchamos contra essas leis que, como diria o Pr. Paschoal Piragine Jr, pretendem oficializar o pecado em nosso país? Vamos às ruas povo de Deus:  “Contra a Pedofilia”, com  “Kkit gay fora das escolas” “Abaixo a Leia Mordaça” “Por uma infância sadia” “ Contra a PLC 122” “Pelo fim do PNDH3” e por aí afora...
A Marcha pra Jesus pode ser a oportunidade de mostrar que essa luta não é só dos evangélicos, mas das pessoas de bem deste país. Mas, independente das lideranças, pipocam aqui e ali, grupos “Contra a liberalização da Maconha”, que vão marchar “Contra a violência infantil e de adolescentes”, e vários motoclubes, incluindo aqui não cristãos, que não concordam com aborto, kit gay e etc... e, juntos com os motociclistas cristãos, vão carregar essas bandeiras. Ninguém pode impedir o agir de Deus.
Ouvimos tanto que oração é orar e agir, mas o que os líderes estão fazendo: cadê a ação??? Cadê a Petição Pública que cada organização de pastores já devia ter criado, com a assessoria de juristas cristãos, para estarem em seus sites, circulando nas igrejas e coletando assinaturas do povo. Afinal, os cristãos serão os primeiros a serem atingidos com essas leis.
Tudo bem que isso virá. Mas porque antecipar? Vamos ficar parados e deixar o inimigo avançar? Deus mandou o Israel marchar!
Onde estarão as “barracas” ou “stands” para colher assinaturas contra a PLC 122 e Kit gay durante a Marcha pra Jesus? Ninguém falou sobre isso até agora, nem os representantes no Paraná, do FENASP – Fórum Evangélico de Ação Social e Política, que tem por objetivo defender os valores do Reino de Deus junto aos parlamentares.
E eu não sou só uma voz “que clama no deserto”. Creio que muitos pastores, que estão participando dos cafés, tem sugestões melhores que as minhas, vindas diretamente de Deus, mas que não tem tido espaço para expor suas idéias. Tem como mudar o roteiro dessas reuniões ???
O Pr. Silas Malafaia, uma voz profética, que Deus levantou para nos alertar e mostrar o que devemos fazer, em termos práticos, marcou umamanifestação pública, em Brasília, contra a PLC 122 que foi antecipada para o dia 1° de junho. Por que não apoiamos esse “atalaia”, que tem grande capacidade de mobilização, estendendo essa manifestação para as diversas  cidades e capitais do país, com o apoio das igrejas.  Vamos ficar acuados, ou sair e participar toda a sociedade que essa não é uma causa só dos evangélicos, mas das pessoas de bem?
Porque não quebrar paradigmas e em vez de esperar pelo governo ou de políticos - alguns mais preocupados com bitucas de cigarro - e realizar palestras nas igrejas sobre pedofilia, por exemplo, e convidar a comunidade para participar, afinal as igrejas não tem culto de segunda a segunda.
O que eu não quero é assistir o desenrolar desse roteiro maléfico sem fazer nada. Deus disse ao povo que marche! E vamos marchar contra as injustiças, contra o aborto, contra a liberalização da maconha, contra a pedofilia etc... É Ele quem vai à frente. Essa luta é D’Ele, o Todo Poderoso, o Rei dos reis, o Senhor dos senhores.
Conto com todos para agir!
Sôla Barbosa - Jornalista cristã

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Metade dos pastores evangélicos nunca leu a Bíblia toda

Postado por: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

Cerca de 50,68% dos pastores e líderes nunca leram a Bíblia Sagrada por inteira pelo menos uma vez. O resultado é fruto de uma pesquisa feita pelo atual editor e jornalista da Abba Press & Sociedade Bíblica Ibero-Americana Oswaldo Paião, com 1.255 entrevistados de diversas denominações, sendo que 835 participaram de um painel de aprofundamento. O motivo é a falta de tempo, apontaram os entrevistados. Oswaldo conta que a pesquisa se deu através de uma amostragem confiável e que foi delimitada. Segundo ele, a falta de tempo e ênfase na pregação expositiva são os principais impedimentos. “A falta de uma disciplina pessoal para determinar uma leitura sistemática, reflexiva e contínua das escrituras sagradas e pressão por parte do povo, que hoje em dia cobra por respostas rápidas, positivas e soluções instantâneas para problemas urgentes, sobretudo os ligados a finanças, saúde e vida sentimental”, enumera Oswaldo.

A maioria dos pastores corre o dia todo para resolver os problemas práticos e urgentes dos membros de suas igrejas e os pessoais. Outros precisam complementar a renda familiar e acabam tendo outra atividade, fora a agenda lotada de compromissos. Os pastores da atualidade, em geral, segundo Paião, são mais temáticos, superficiais, carregam na retórica, usam (conscientemente ou não) elementos da neurolinguística, motivação coletiva, força do pensamento positivo e outras muletas didáticas e psicológicas. Oswaldo arrisca dizer que muitos "pastores precisam rever seus conceitos teológicos e eclesiológicos, sem falar de ética e moral, simplesmente ao ler com atenção e reflexão os livros de Romanos, Hebreus e Gálatas. E antes de ficarem tocando Shofar e criando misticismo, deveriam ler a Torá com toda a atenção, reverência e senso crítico".

(Internautas Cristãos) Enviado pela amiga Anadir Zanatta.

sábado, 12 de junho de 2010

A recompensa do Pastor

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

REDE GOSPEL AMADOS DE DEUS

Não é salário, tampouco uma grande igreja. Não é o reconhecimento que recebe de algumas ovelhas, pois nem toda ovelha reconhece o trabalho pastoral. O fato é que o pastor sempre está em dívida com o rebanho, pois, por ser humano e falho, não consegue agradar a todos, nem deve tentar fazê-lo. É impossível suprir todas as carências do rebanho. Como o pastor não possui varinha de condão, também não lhe é dado na vocação o poder de adivinhar o que as pessoas precisam, esperam e exigem. Assim, termina por gerar algumas decepções, que podem se manifestar em rebeldia e agressividade. Há ovelhas peritas em entristecer e agredir o pastor à porta do templo após abençoado culto. Agride-se pelo prazer de agredir. Discorda-se pela alegria de gerar tristezas. A ovelha se realiza na tristeza e decepção que causa ao pastor. Isto sem mensurar as que não se deixam pastorear, pois são auto-suficientes e estão acima de qualquer poder ou autoridade.

Somando todos esses fatores e mais alguns conflitos oriundos da vocação em si, tem-se a recompensa que é oferecida ao pastor. Claro está que há alegrias no ministério, e muitas. O velho pastor João expressa sua alegria ao concluir que algumas ovelhas persistiam na senda da verdade. “Não tenho maior alegria do que esta: O de ouvir que os meus filhos andam na verdade” (3 João 4). Isto não tem preço. Ver o crescimento espiritual de uma ovelha. Às vezes é necessário esperar anos ou décadas para se chegar a tal conclusão. Porém, compensa.

O apóstolo Pedro, após várias crises espirituais, é confrontado por Jesus com a ordem de apascentar suas ovelhas (João 21.15-17). Jesus deixa claro a Pedro que as ovelhas pertencem ao Mestre, e não a Pedro. As ovelhas não são do pastor. Entretanto, são propriedade de Cristo, o grande Pastor. Por isso, em alguns casos, Cristo coloca no rebanho algumas ovelhas que o pastor não colocaria. Na velhice, Pedro aconselha os jovens pastores. Relembra que o rebanho pertence a Deus. Ele terá que ser apascentado com parcimônia, respeito, dedicação e até mesmo sacrifício. Além disso, o apóstolo acrescenta qual o salário desse labor diuturno.

Não é um holerite, tampouco é prebenda (trabalho feito sem nenhum esforço), esse o significado. Não é sinecura (beneficio eclesiástico sem cuidado de almas). Não é salário (pastor não é empregado da igreja). Embora algumas o tratem como empregado de segunda categoria (o pastor não tem direito trabalhista e não é amparado por leis trabalhistas) o pastor deve relatório somente a Deus, que o chamou e capacitou para o exercício pastoral. Não é côngrua (pensão paga aos párocos para seu sustento). Que o digam os pastores e famílias de pastores aposentados que passam dificuldades para sobreviver. À igreja e às ovelhas pouco interessa o que vai acontecer com o pastor quando ficar velho e não mais servir aos interesses do rebanho.

Embora algumas ovelhas vejam o pastor como seu empregado, outras como escravo dos seus caprichos, ainda há as que veem no pastor uma espécie de pajem ou criado: Prega o que elas querem ouvir e realiza o ministério atrelado a um organograma elaborado por especialistas existentes no rebanho. Ai de quem desobedecer aos organogramas. A unção do Espírito Santo não é levada em conta. É tido como falso pastor.

Terminada a digressão, temos a recompensa do pastor por seu labor. “E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa de glória” (1 Pedro 5.4). A recompensa ao ministério só ocorrerá na volta de Cristo. Até lá, cabe ao pastor vocacionado por Deus para o exercício do ministério pastoral algumas amostras do resultado final. A alegria de ver algumas almas salvas por Cristo, vidas sendo modificadas pelo poder do Evangelho, famílias aprendendo a amar, crianças crescendo no conhecimento do Senhor. Esta é a esperança que leva o pastor a crer no poder da Palavra. Até mesmo quando ao pregar descobrir que as pessoas não entenderam a mensagem, ou não quiseram entendê-la. A incorruptível coroa de glória, quando Jesus voltar. Estas são algumas recompensas. Até lá só resta ao pastor cumprir a vocação e servir, não aos homens, mas àquele que o chamou. Lembrando sempre os imperativos bíblicos: “Pregue a palavra” (2 Timóteo 4.2). “Cumpre o teu ministério” (2 Timóteo 4.5).

Ao obedecer à recomendação paulina, o pastor tem a mais excelente recompensa do labor pastoral.

Pr. Julio Oliveira Sanches
Extraído do OJB
pastor@pastorjuliosanches.org