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domingo, 11 de dezembro de 2011

Psicóloga Marisa Lobo pede união entre Silas Malafaia, Magno Malta e Marco Feliciano

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

Psicóloga Marisa Lobo pede união entre Silas Malafaia, Magno Malta e Marco Feliciano
Publicado por Michael Caceres em 18 de novembro de 2011 (14:41) arquivado em Notícias Brasil
Nesta quinta-feira (17), a doutora Marisa Lobo, que tem militado contra o que chama de “privilégios gays”, pediu união dos pastores e parlamentares cristãos. Marisa pediu que eles deixem de lado o “ego e a vaidade e se unam, em ações contra o preconceito cristão” que está se instaurando no país.
Alvo de duras críticas de ativistas gays, que usaram o Twitter para se manifestar contra a posição da psicóloga, que cobra uma postura séria do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que para ela tem sido partidário ao apoiar e se manifestar em defesa do movimento LGBT.
Marisa teve sua foto estampada por mais de duas semanas no maior site gay do país, Gay1. Com uma matéria criticando a postura da psicóloga e questionando o fato de ela ser conhecida como “Psicóloga Cristã”.
Comparada com o pastor Silas Malafaia – a versão “feminina do Mala” – como é chamado entre os ativistas gays. Marisa tem sido ridicularizada no Twitter, além de estar sendo acusada de homofobia, por sua posição contrária ao movimento LGBT.
Marisa é parceira do Fenasp, Fórum Evangélico Nacional de Ação Social, além de ajudar em campanhas contra as drogas, questionando privilégios e questões ligadas a educação infantil, abusos, temas que degradam a família. Em sua última ação, entrou de cabeça apoiando o Plebiscito pedido pelo deputadoMarco Feliciano, onde o povo possa decidir se concorda ou não com o casamento gay.
Marco Feliciano respondeu o apoio da psicóloga em um culto da UMADC, de Santa Catarina, promovido pelo Gideões Missionários da Última Hora. Ele elogiou o trabalho da psicóloga Marisa Lobo, que se solidarizou com sua luta, e reclamou da falta de apoio, de pastores e líderes de renome, como também de deputados em todo o Brasil. Feliciano pediu apoio das comissões e garantiu que se os deputados não ajudarem, a esclarecer a sociedade, a importância deste Plebiscito, só Deus sabe o que isso pode acarretar.
Marisa tem pedido aos deputados, pastores e líderes que se unam em torno desse Plebiscito. Ela também contatou o presidente do FENASP, Wilton Acosta, que garantiu que passará no gabinete do pastor Marco Feliciano, na próxima semana, oferecendo total apoio do FENASP. Acosta entende que por se tratar da família brasileira o FENASP deve dar total apoio ao Plebiscito. Ele também se comprometeu em pedir apoio em todas as comissões.
Marisa também acredita que se o senador Magno Malta se empenhar no apoio ao Plebiscito, como também o pastor Silas Malafaia, que em sua opinião, “tem lutado sozinho, sofrendo perseguições”, comentou Marisa, “ficando desgastado. Ele precisa de apoio e poderá apoiar todas as ações em conjunto, pois esse não é mais um projeto do Marco, é de todo aquele que luta para defender direitos éticos e moral de toda a família brasileira”, o resultado poderá ser favorável ao Plebiscito.
Marisa chamou a atenção de todos, pedindo para todo povo cristão, “que peçam aos seus deputados, de sua região, que apoiem este projeto, e aos líderes e pastores, que façam corrente de oração, e lutem pela família brasileira”.
“A questão não é negar direitos civis, pois todos nós temos, em igualdade, porém não podemos casar pessoas do mesmo sexo, com o nome de casamento igualitário, pois isso abre precedentes para algo muito pior, a obrigatoriedade de se fazer casamento no religioso, com o perigo de um pastor, por exemplo, ou padre, ser criminalizado, por descumprir a lei”, esclarece Marisa.
Para ela com a cobrança popular, do povo e dos pastores, pode sim, haver uma mudança em relação ao rumo que as leis têm tomado e permitir que o povo decida, através de Plebiscito, leis polêmicas, como a do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
 
(Fonte O Verbo)

terça-feira, 28 de junho de 2011

Vou continuar anulando casamentos gays, diz juiz Jeronymo Villas Boas

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Em entrevista exclusiva exibida ontem no programa Fantástico, da Rede Globo, o juiz Jeronymo Villas Boas falou sobre sua decisão e negou ser homofóbico.
No último dia 18, Jeronymo Villas Boas, juiz de Goiás, mandou anular a união estável de um casal gay. Em entrevista exclusiva ao Fantástico, o juiz falou sobre sua decisão e negou ser homofóbico.
A assinatura histórica, que se dependesse do casal homossexual que se casou em Goiás duraria para sempre, valeu por pouco mais de um mês.
“[O juiz] comparou o nosso ato para o cartório como um ato criminoso, de um roqueiro que tira a roupa durante um show no palco”, diz o jornalista Léo Mendes.
Odílio e Léo foram ao Rio de Janeiro fazer outra escritura de união estável. “Sim! E não há juiz nesse país que irá nos separar”, disse Léo, na cerimônia.
A cerimônia se transformou em um protesto coletivo: 43 casais homossexuais firmaram compromisso em cartório, inclusive, Odílio e Léo.
Mas eles nem precisavam ter viajado. A corregedora de Justiça de Goiás Beatriz Figueiredo Franco anulou a sentença do juiz e deu validade ao primeiro documento assinado pelo casal. “Eu achei por bem tornar sem efeito a decisão, dado o alcance administrativo que esta significava”, diz a corregedora.
O Fantástico foi a Goiás encontrar o juiz Jeronymo Villas Boas que contrariou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de aceitar a união estável de pessoas de mesmo sexo. A equipe de reportagem chegou no momento em que ele recebia a notificação da corregedoria, revendo a sentença.
Perguntado se não teria medo de uma punição, ele responde: “Medo não faz parte do meu vocabulário”.
Mineiro de Uberaba, 45 anos, casado, pai de dois filhos e vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros. Jeronymo Villas Boas é juiz há 20 anos e diz que se baseou na lei para tomar sua decisão.
“O que neste ato pretenderam os dois declarantes é obter a proteção do estado como entidade familiar. Os efeitos jurídicos que se extrairia disso são efeitos jurídicos de proteção da família. Eles não são uma família”, afirma.
Ele argumenta que se ateve ao conceito de família definido pela Constituição brasileira. “Declara no artigo 16 que constitui família o núcleo formado entre homem e mulher. E dá a esse núcleo uma proteção especial como célula básica da sociedade. Família é aquele núcleo capaz de gerar prole”.
Para o juiz, a união estável de pessoas de mesmo sexo contraria esse conceito constitucional. Na opinião dele, casais gays não teriam como constituir nem família nem estado. “Se você fizer um experimento, levando para uma ilha do Pacífico dez homossexuais e ali eles fundarem um estado, sob a bandeira gay, e tentarem se perpetuar como estado, eu acredito que esse estado não subsistiria por mais de uma geração”, argumenta.
A posição do juiz vai contra a interpretação do Supremo Tribunal Federal sobre o que é uma família. “O ministro-relator Ayres Britto disse que a Constituição apenas silencia e, portanto, não proíbe a união homoafetiva. Em linguagem poética, o relatório dele, aprovado por unanimidade, diz que família é um núcleo doméstico baseado no afeto e que os “insondáveis domínios do afeto soltam por inteiro as amarras desse navio chamado coração”.
Religião
Desde o ano passado, o juiz Jeronymo Villas Boas é também pastor da Igreja Assembleia de Deus, que frequenta toda semana. Para os que o acusam de fundamentalismo religioso, Jeronymo Villas Boas diz que já tomou decisões contra a sua própria igreja, negando pedidos de isenção de impostos. E afirma ter outras inspirações. “As pessoas, talvez, possam querer me criticar porque eu tenho uma forte influência marxista”, diz o juiz.
De Marx, o fundador do comunismo, a Martin Luther King, de quem tem um imenso painel. “O Martin Luther King foi um defensor da igualdade racial, mas também foi um defensor da família”, destaca.
Em uma biblioteca contígua ao gabinete dele, Jeronymo mostra à equipe de Vinicius de Moraes, ao famoso ensaio do psicanalista Roberto Freire sobre o desejo, e até uma bíblia em hebraico.
Diz que lê de tudo, sem preconceito. Mas não nega a influência de seus princípios religiosos. “A Constituição brasileira foi escrita sob a proteção de Deus. Querer que um juiz, que professa a fé evangélica, não decida questões que envolva conflitos, muitas vezes, de natureza política, social ou religiosa é negar a independência do juiz”, pondera.
E afirma que vai tomar a mesma decisão sempre que houver casos semelhantes. “Já solicitei de todos os cartórios que me remetam os atos que foram praticados a partir de maio deste ano para análise”, avisa.
O repórter pergunta se ele sabe que irá enfrentar uma briga, e Jeronymo responde: “Não há problema. Se o juiz tiver medo de decidir, tem que deixar a magistratura. Juiz medroso ou covarde não tem condição de vestir a toga”.
Já quando perguntado sobre o que fará se for enquadrado pelos superiores, argumenta: “Eu tenho direito de defesa. Se me punirem sem o direito de defesa, nós entramos no regime de exceção”, afirma.
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, se diz perplexo com a atitude de Villas Boas. Para o ministro, nenhum juiz está acima das orientações do Supremo. “No meu modo de ver, a reiteração dessa prática por esse magistrado vai revelar a postura ostensiva de afronta à Suprema corte. Isso efetivamente vai desaguar em um processo disciplinar junto ao Conselho Nacional de Justiça”, alerta Fux.
Com informações do G1

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sábado, 11 de junho de 2011

Deputado tucano quer reverter decisão do STF e proibir união homossexual

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


João Campos defende que somente com uma mudança no comportamento dos homossexuais o preconceito seria combatido.
Em mais uma tentativa de colocar freio aos avanços de temas relacionados a expansão dos direitos homossexuais, o líder da bancada evangélica na Câmara, deputado João Campos (PSDB-GO), entrou com um Projeto de Decreto Legislativo (PDC) visando a reverter a decisão do Superior Tribunal Federal (STF) que reconhece a união estável entre pessoas do mesmo sexo perante a Lei.
Embora seja pessoalmente contra a união estável entre homossexuais, o deputado assegurou à Rede Brasil Atual que a motivação do PDC é corrigir uma das justificativas do STF para sentença que, a seu ver, não procede. “O argumento do Supremo de que o Legislativo se omitiu do tema não é verdadeiro. Nós temos discutido o assunto, mas não foi aprovado porque a maioria é contra (o reconhecimento da união homoafetiva)”, disse,
O parlamentar afirmou que o Judiciário se apropriou do tema, pelo fato de a maioria dos deputados se posicionar contra a matéria. “Sou contra (a união estável homossexual), assim como a maioria dos congressistas e da sociedade também é contra. Se fossem a favor, o Congresso teria aprovado o projeto por aqui”, garantiu.
Sobre a tramitação no Congresso, João Campos se mostrou otimista pelo avanço. “Somente na apresentação o projeto foi assinado por quase 50 parlamentares, o que já é um sinal extremamente positivo. O restante do caminho a ser percorrido vai depender de nossa articulação na Casa.”
Para o líder evangélico, políticas públicas não surtirão o efeito desejado em relação ao preconceito homofóbico. Ele defende que somente com uma mudança de postura dos homossexuais a discriminação será combatida. “A postura de gays, lésbicas e travestis em relação ao restante da sociedade vai falar muito mais alto do que o poder coercitivo do Estado. Uma política de prevenção (ao preconceito) ajuda, mas não é o instrumento fundamental”, defendeu.
Essa é mais uma investida da ala conservadora do Congresso. Há duas semanas, devido às ameaças de convocação do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci para explicar o aumento de seu patrimônio à Câmara, a bancada religiosa conseguiu interromper a distribuição dos chamados kits anti-homofobia nas escolas públicas. Mais tarde, foi a vez de a senadora petista Marta Suplicy recuar no PLC 122, que criminaliza práticas homofóbicas.
De acordo com João Campos, ações do governo “podem estimular a intolerância por parte dos homossexuais”. Para o parlamentar, medidas voltadas à cidadania de modo geral seriam mais efetivas que atitudes pontuais voltadas aos homossexuais.
Quando perguntado se a intolerância dos grupos conservadores também não extrapolavam os limites do preconceito, o líder religioso garantiu que “nunca viu nem ouviu nenhuma ofensa (dos religiosos) contra os homossexuais”.
Com informações da Rede Brasil Atual

quarta-feira, 8 de junho de 2011

AGRADECIMENTO

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


AGRADECIMENTO
Quero deixar o meu agradecimento pelo 
brilhante apoio que você deu ao abaixo-
assinado contra o PLC 122 e à manifes-
tação pacífica que aconteceu em Brasília 
no dia 1º de junho.


Sempre digo que ninguém realiza nada 
sozinho; portanto, sua participação nos 
levou a ter êxito em uma das manifesta-
ções públicas mais marcantes de Brasília. 
 A demonstração de civismo de mais de 
50 mil pessoas pôde ser comparada à 
manifestação a favor do impeachment e 
Diretas Já!, segundo assessoria de comu-
nicação da Câmara.


Temos ainda mais um motivo para comemorar. Superamos nossa 
meta no abaixo-assinado. Com a sua ajuda, conseguimos coletar 
1.053.293 assinaturas contra o PLC 122, que foram entregues ao 
presidente do Senado, José Sarney (foto), logo após o protesto. 
"Com certeza levarei em consideração essa manifestação tão 
expressiva", ponderou Sarney.


Receba meu agradecimento! Glorifico a Deus por sua vida e de sua 
família. Conte com minhas orações.


Um forte abraço,


Pr. Silas Malafaia


Assista aqui ao meu pronunciamento na manifestação!

domingo, 29 de maio de 2011

Supremo Tribunal decidirá hoje se casamento gay será reconhecido no Brasil

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

Supremo Tribunal decidirá hoje se casamento gay será reconhecido no Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve resolver nesta quarta-feira (4) uma das polêmicas sobre relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo. A mais alta Corte do país julgará duas ações que pedem o reconhecimento da união entre gays como uma “entidade familiar”, o que significaria estender aos homossexuais todos os direitos garantidos à união estável entre homem e mulher.
A análise do tema – que já começou antes do julgamento em outras instâncias da Justiça – promete um debate sobre garantia de direitos fundamentais, como igualdade, e a forma como os poderes Legislativo e Judiciário têm tratado o casamento gay.
De acordo com a Constituição Federal, “para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”.
Para o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), defensor dos direitos dos gays, o julgamento desta quarta demonstra que o Judiciário “está mais avançado” que o Congresso Nacional na busca de garantias dos direitos dos homossexuais.
“Todas as decisões favoráveis de juízes em prol da união estável e da adoção de crianças [por parte de casais gays] mostram que o Judiciário está à frente do Legislativo no sentido de estender a cidadania ao conjunto da população. Estou muito esperançoso”, afirmou.
De outro lado, a defesa da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) – que atua como parte interessada no processo – afirma que não usará argumentos religiosos, mas pretende provocar um debate técnico no STF.
Segundo o advogado da CNBB, Hugo Sarubbi Cysneiros, o reconhecimento de uniões estáveis já é tratado de forma “clara e evidente” na Constituição. “A lei diz que a família se dá pela convivência entre homem e mulher. Não há nada que ser interpretado. Não consigo conceber porque a expressão ‘homem e mulher’ tenha que ser discutida”, alegou o advogado.
A CNBB vai ao STF pedir que a lei seja mantida como está e defender que o papel de mudar a Constituição é do Congresso Nacional e não da Justiça. “O fenômeno homossexual sempre existiu e a Igreja [Católica] reconhece que é um fato e o próprio Catecismo prega o respeito a essa situação. Mas [a união entre gays] não é família, porque a Constituição diz que não é”, afirmou Cysneiros.
Mudança na lei
Caso o Supremo reconheça a união entre homossexuais como uma entidade familiar, a decisão será um precedente a ser seguido. O que não garante automaticamente os direitos aos casais gays. Será preciso entrar na Justiça. A forma de tornar garantidos esses benefícios é mudar o texto da Constituição.
Defensor dos direitos dos homossexuais, o próprio deputado Jean Wyllys diz ter “os pés no chão” e lamenta que a lei exclua da proteção do estado casais de pessoas do mesmo sexo. O parlamentar trabalha para recolher as assinaturas de dois terços dos 513 deputados federais, número necessário para propor a mudança do texto da Constituição.
Wyllys afirma ter conseguido pouco mais de 70 assinaturas e admite as dificuldades em abordar o assunto.“Não é um assunto fácil. É um debate quase sempre apaixonado e eivado de muita ignorância. A decisão do Supremo, caso seja for favorável, ajuda”, disse.
Segundo ele, independentemente da decisão do STF, mudar a Constituição é fundamental para que os direitos de famílias formadas por homossexuais sejam garantidos automaticamente. O parlamentar é homossexual e diz que pretende ter filhos nos próximos 4 anos.
“A importância da PEC [Proposta de Emenda à Constituição] é porque ela assegura direito automaticamente e promove uma grande revolução social. Meus filhos poderão gozar da mesma proteção do estado que uma família formada por um casal heterossexual”, disse o parlamentar.
Casos
Na sessão desta quarta, os ministros do Supremo vão analisar em conjunto um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), para que a união de casais gays seja reconhecida como “entidade familiar”, e um pedido do governo do estado do Rio de Janeiro para que relacionamentos homossexuais de funcionários públicos do estado sejam reconhecidos como união estável.
A proposta da PGR tramita no Supremo desde 2009 e o pedido do governo do Rio desde 2008. No processo, governador Sérgio Cabral quer incluir casais gays no regime de licenças, previdência, assistência, entre outros benefícios conferidos aos servidores do estado que comprovam união estável.
Segundo o governador do Rio, não reconhecer a união estável de casais homossexuais viola princípios fundamentais previstos na Constituição, como o da igualdade, da segurança jurídica e da proibição de discriminação.
Fonte: G1
Segundo a coluna do jornalista Lauro Jardim da revista Veja, o Supremo Tribunal Federal “vai aceitar hoje por expressiva maioria dos ministros o reconhecimento da união de pessoas do mesmo sexo. Há até ministro apostando que será por unanimidade”.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

CARTA ABERTA AOS PASTORES

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


CARTA ABERTA AOS PASTORES
            Desde que veio à tona a existência do Plano Nacional de Direitos Humanos – PNDH3, elaborado pelo Governo Lula, eu tenho percebido, em muitos casos, a indiferença dos líderes religiosos com relação às implicações que estão contidas ali, o chamado “kit gay” e a PLC 122 chamada “Lei da Mordaça”.
Com o “kit gay” o governo já gastou 11 milhões de reais e treinou professores em 10 capitais brasileiras. Esse dinheiro poderia ser muito melhor empregado se destinado a um “kit anti-pedofilia”. O PLC (Projeto de Lei Complementar) 122, totalmente contrário a liberdade de expressão, garantida no Art° 5 da Constituição Federal, foi desengavetado e será votado amanhã (12 de maio) no Senado Federal.
Mas o que me deixa estarrecida é a falta de iniciativa ou indiferença, salvo exceções, de muitos líderes e representantes da comunidade pastoral; enquanto que o lobby, do outro lado, é violento em relação às leis e emendas pertinentes aos seus interesses.
Tive a oportunidade de participar dos últimos cafés de pastores realizados em Curitiba e, às vésperas da Marcha pra Jesus (21 de maio), não ouvi uma linha sequer sobre o que está sendo votado em Brasília.
Creio que ali, naquela reunião, onde participam líderes de várias comunidades, seria o fórum adequado para se colocar em pauta tais assuntos, se atualizar e traçar planos de ação. Mas o que acontece é mais uma reunião “social” em torno de preletores “ilustrados”.
Nada contra nenhum deles - todos ungidos, homens de Deus-, mas que na ocasião, superaram, em termos de importância, os assuntos e decisões que, de fato, deveriam estar na pauta do café. Sim, foi orado pelas autoridades, mas e as causas cruciais que estão para ser votadas pelos políticos? Podem mudar radicalmente a história de nossa Nação, e da pior maneira possível- com leis perniciosas para o povo, que podem desencadear numa perseguição sem limites e em várias esferas.
Será que alguém não trocaria a camiseta da Marcha (R$ 20 reais) para vestir a camiseta com os valores do Reino??? Não seria a oportunidade que Deus está nos dando para literalmente marchamos contra essas leis que, como diria o Pr. Paschoal Piragine Jr, pretendem oficializar o pecado em nosso país? Vamos às ruas povo de Deus:  “Contra a Pedofilia”, com  “Kkit gay fora das escolas” “Abaixo a Leia Mordaça” “Por uma infância sadia” “ Contra a PLC 122” “Pelo fim do PNDH3” e por aí afora...
A Marcha pra Jesus pode ser a oportunidade de mostrar que essa luta não é só dos evangélicos, mas das pessoas de bem deste país. Mas, independente das lideranças, pipocam aqui e ali, grupos “Contra a liberalização da Maconha”, que vão marchar “Contra a violência infantil e de adolescentes”, e vários motoclubes, incluindo aqui não cristãos, que não concordam com aborto, kit gay e etc... e, juntos com os motociclistas cristãos, vão carregar essas bandeiras. Ninguém pode impedir o agir de Deus.
Ouvimos tanto que oração é orar e agir, mas o que os líderes estão fazendo: cadê a ação??? Cadê a Petição Pública que cada organização de pastores já devia ter criado, com a assessoria de juristas cristãos, para estarem em seus sites, circulando nas igrejas e coletando assinaturas do povo. Afinal, os cristãos serão os primeiros a serem atingidos com essas leis.
Tudo bem que isso virá. Mas porque antecipar? Vamos ficar parados e deixar o inimigo avançar? Deus mandou o Israel marchar!
Onde estarão as “barracas” ou “stands” para colher assinaturas contra a PLC 122 e Kit gay durante a Marcha pra Jesus? Ninguém falou sobre isso até agora, nem os representantes no Paraná, do FENASP – Fórum Evangélico de Ação Social e Política, que tem por objetivo defender os valores do Reino de Deus junto aos parlamentares.
E eu não sou só uma voz “que clama no deserto”. Creio que muitos pastores, que estão participando dos cafés, tem sugestões melhores que as minhas, vindas diretamente de Deus, mas que não tem tido espaço para expor suas idéias. Tem como mudar o roteiro dessas reuniões ???
O Pr. Silas Malafaia, uma voz profética, que Deus levantou para nos alertar e mostrar o que devemos fazer, em termos práticos, marcou umamanifestação pública, em Brasília, contra a PLC 122 que foi antecipada para o dia 1° de junho. Por que não apoiamos esse “atalaia”, que tem grande capacidade de mobilização, estendendo essa manifestação para as diversas  cidades e capitais do país, com o apoio das igrejas.  Vamos ficar acuados, ou sair e participar toda a sociedade que essa não é uma causa só dos evangélicos, mas das pessoas de bem?
Porque não quebrar paradigmas e em vez de esperar pelo governo ou de políticos - alguns mais preocupados com bitucas de cigarro - e realizar palestras nas igrejas sobre pedofilia, por exemplo, e convidar a comunidade para participar, afinal as igrejas não tem culto de segunda a segunda.
O que eu não quero é assistir o desenrolar desse roteiro maléfico sem fazer nada. Deus disse ao povo que marche! E vamos marchar contra as injustiças, contra o aborto, contra a liberalização da maconha, contra a pedofilia etc... É Ele quem vai à frente. Essa luta é D’Ele, o Todo Poderoso, o Rei dos reis, o Senhor dos senhores.
Conto com todos para agir!
Sôla Barbosa - Jornalista cristã

domingo, 8 de maio de 2011

STF-reconhece por unanimidade a uniao gay

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

CONCORDO EM GÊNERO, NÚMERO E GRAU  !!!


Aguardem a próxima etapa; Legalização do aborto.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/911999-stf-reconhece-por-unanimidade-a-uniao-gay.shtml


Este texto é de total responsabilidade do seu Autor : Carlos Sidnei de Sousa !!!

Eu rejeito e abomino este acinte à Constituição Brasileira . A Constituição deixa de ser lida na sua Literalidade , e passa a ser Subjetiva , ou seja , A Constituição passa a ser compreendida a gosto do freguês .
O Brasil entra definitivamente na lista das Nações que estarão debaixo da ira de Deus . Um País , uma Nação que segundo último IBGE , compõe-se de mais de 95% de Cristãos ( Católicos e Evangélicos ) , não poderia em hipótese alguma permitir uma abominação gigantesca como esta .
Infelizmente agora só resta fazer como o Profeta Jeremias - Olhar e Chorar , enquanto o Povo é destruído pelo inimigo ( gayzistas ) .
Esta vitória dos Gayzistas, vai dar-lhes poder e legalidade em implantar no Brasil uma Casta privilegiada , acima do Bem e do Mal .
Eu como Cristão militante , não aceito , repudio , abomino , discordo , que a nossa Constituição Brasileira seja rasgada desta forma .
Este assunto é da Sociedade e jamais o STF poderia arbitrar sobre o caso , pois é a Sociedade quem deveria debater o tema e ajuizar os seus valores .
O STF passou por cima de uma Entidade constituída legalmente e eleita através de votação democrática , e pelos votos  elegeu os seus representantes , para legislarem sobre temas ligado à Sociedade .
O STF mostra o seu total despotismo , ao passar por cima do Congresso / Senado Federal .
Este tema da Relação Homoafetiva , não poderia ser decidido por apenas 11 indivíduos , ainda que sejam altamente capacitados para arbitrarem juridicamente , este tema pertence somente a Sociedade e não uma classe de Ministros , que compõe-se somente de 11 Ministros ( somos mais de 190 milhões de habitantes ) .

Um tema tão polêmico como este não poderia jamais ser decidido pelo STF , mas sim pelo Congresso e Senado , Deputados e Senadores , eleitos democraticamente pelo Povo Brasileiro .
Se abriu um precedente inimaginável , deu-se poder a uma Casta especial , gente que se acha no direito de reivindicar , mas jamais ser rechaçada .
Gente que pode criticar a tudo e a todos , mas quando são criticados rotulam a todos de homofóbicos .
Esta raça sim é heterofóbica , pois odeiam os heterossexuais , e desejam implantar no País uma Ditadura "gayzista" .

Estou revoltado , indignado , irado , chateado , nós cidadãos que primamos pela Moral , não poderíamos jamais permitir tal coisa .
Infelizmente os tempos que estão para vir , serão de choro e pranto para toda a Nação .
Padres e pastores passarão a ser vistos como inimigos número 1 desta raça , desta casta .
Viveremos dias que a imoralidade e promiscuidade serão jogadas em nossa cara , e Ai de nós se falarmos alguma coisa em contrário .

Os nossos filhos crescerão em meio a uma Sodoma e Gomorra moderna .
Oremos para que antes que venha fogo e enxofre do Céu , nós e nossos filhos possamos ser poupados deste derramar da cólera divina .

Deus é amor - é verdade !!!!!

Mas Deus é acima de tudo  - justiça !!!!!
Que Deus faça justiça .
Que Deus levante nestes últimos dias os " Martinhos Luteros " do Século XXI .
Eu me alisto neste grupo . Me apresento a Deus para afixar nas portas dos " Castelos de Winttemberg" , as verdades do Evangelho de Cristo .

Repudio veementemente este reconhecimento da União Homoafetiva .

Esta aprovação fere diretamente princípios inalienáveis da Palavra de Deus .

Estou pronto a militar com veemência , ir para as ruas , ir preso se necessário , mas ninguém vai me calar diante do que acredito .
Ninguém vai calar a minha voz .
Que Deus tenha misericórdia desta Nação e dos cristãos covardes , que estão mais preocupados com o seu mundinho particular , do que com a Vontade e o querer de Deus .

Graças a estes cristão covardes , negligentes e verdilhões da Fé , é que nossa Nação entra no Rol das Nações que receberão a sua devida recompensa por permitir que os princípios de Deus sejam violados desta forma .

Me chamo : Carlos Sidnei de Sousa  
Do Referido dou fé .
Estou amparado no Artigo 5º - incisos - IV , V , VI e IX
Obs : Já que rasgaram a Constituição , provavelmente vão cercear o meu direito à Liberdade de Expressão !!!!


Contato : cssousa@msn.com



Orkut : Carlos Sidnei - Homo Unius Libri


" O meu Povo está sendo Destruído , porque lhe falta o Conhecimento " ( Oséias 4.6 )

sábado, 23 de abril de 2011

Onde vamos parar? Tribunal da Austrália permite que menino de 10 anos mude de sexo

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Um tribunal da Austrália bateu o martelo e permitiu que um menino de 10 anos seja submetido a terapia para mudança der sexo. O garoto, conhecido apenas como Jamie, é gêmeo e está vivendo os três últimos anos como uma menina: veste roupas femininas, usa o banheiro das meninas na escola e “se apresenta como uma jovem e atraente garota com cabelos longos e louros”, conforme a corte afirmou na sua decisão.
Pais, médicos e psiquatras disseram temer que a chegada da puberdade levasse Jamie a tomar medidas extremas, como o suicídio, e resolveram apoiar a aplicação urgente da terapia para mudança de sexo. Ele será o mais jovem australiano a ser submetido ao tratamento, segundo reportagem do site “News.com.au”.
Jamie passará agora por tratamento com remédios para esconder os traços da puberdade masculina. Aos 16 anos, será aplicada a segunda fase da transformação: a terapia usando hormônios femininos. O juiz que ditou a sentença disse reconhecer “uma menina em corpo de menino”.
A mãe de Jamie contou que, aos 3 anos, o menino se queixou: “Mamãe é tão difícil tentar ser um menino”. A família passou a tratar Jamie como menina em 2008. O irmão gêmeo passou a aceitar a situação e a dizer: “Eu tenho uma irmã”.
“Jamie vive confortavelmente como menina. Tem confiança e não sofre isolamento social”, declarou a mãe.
Segundo ela, o primeiro especialista a ver Jamie, em fevereiro de 2009, notou que “Jamie parecia convincentemente feminino de todas as maneiras”, à exceção da genitália. O médico se mostrou preocupado com o rápido desenvolvimento da puberdade e recomendou imediato tratamento.
Por: Fernando Moreira
Fonte: ADBERJ

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Escola católica bloqueia palestra de ex-homossexual por “homofobia”

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


CABOOLTURE, Austrália, 31 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma escola secundária católica da Austrália tirou sua permissão para a realização de um evento que apresentaria um palestrante ex-homossexual na escola, dizendo que o apresentador não está em sintonia com os valores cristãos e que “a Igreja Católica abomina todas as formas de homofobia”.
Ann Rebgetz, diretora do Colégio St. Columban, escreveu numa declaração que o Centro Cristão de Milagres, a organização que tinha a intenção de fazer o evento, pediu permissão para realizar uma “reunião” na escola secundária, sem informar a escola sobre a “natureza da ‘reunião’”.
O Centro Cristão de Milagres (CCM), uma organização ministerial mundial ligada a igrejas cristãs que tem como objetivo a “evangelização global”, fez anúncio do palestrante americano, Adam Hood, como, “Um homem heterossexual que costumava ser homossexual”.
Os anúncios de jornais diziam que Hood “daria seu testemunho de como ele foi liberto da homossexualidade e agora leva uma forte vida cristã com sua esposa e família”.
“Será que um homossexual pode ser livre de pensamentos, atrações e sentimentos de mesmo sexo? Adam Hood diz que ‘sim’”, diz o anúncio.
“Ver o anúncio nos jornais foi a primeira vez que o colégio ficou ciente da verdadeira natureza do evento”, disse Ann Rebgetz. “Tirei minha permissão para a realização da reunião na propriedade do colégio, e notifiquei os organizadores de que a natureza da reunião não estava em sintonia com os valores cristãos do colégio”.
A escola “agiu em boa fé” ao concordar em “fornecer um local para uma organização que se proclama como cristã realizar seu evento”, disse Rebgetz, mas o CCM “deliberadamente escondeu da escola a verdadeira natureza do evento”. Rebgetz ecoou as palavras do diretor executivo de educação católica, dizendo “a Igreja Católica abomina todas as formas de homofobia e não fornecerá um local para os homófobos realizarem seu evento e despejarem suas opiniões”.
O site do CCM declara: “Desejamos trazer a Boa Notícia do poder salvador, curador, libertador e restaurador de Jesus Cristo a todos os homens, mulheres e crianças, tanto em Palavra quanto na demonstração sobrenatural do poder de Deus”.
Rebgetz concluiu: “Não estamos de forma alguma ligados ao Centro Cristão de Milagres, não apoiamos as opiniões deles e não permitiremos que essa organização use nossas instalações”.
Fonte Julio Severo

Afirmando ter sido vítima de homofobia, casal gay entra na justiça para fechar igreja evangélica

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

Afirmando ter sido vítima de homofobia, casal gay entra na justiça para fechar igreja evangélica
O consultor Carlos Roberto Neher, de 44 anos, e o auxiliar-administrativo Thiago André Santos da Rocha, 23, que mantém união estável há cinco anos, vão entrar na Justiça para tentar fechar a igreja evangélica Esperança Viva, de Mogi das Cruzes. Eles acusam os representantes da instituição de homofobia, ameaça e invasão de domicílio.
Neher e Rocha moravam em Porto Alegre e, há três meses, vieram morar em Mogi, segundo eles, a pedido de um representante da igreja. “Fomos convidados para ajudar em uma comunidade terapêutica. Largamos tudo para nos dedicarmos a esse programa e o combinado era que tivéssemos uma casa aqui em Mogi para morar”, explicou Neher.
Assim que o casal chegou à cidade, em janeiro, foi morar no sítio Xangrilá. No entanto, no início de março, o pastor teria informado que eles passariam a morar em outro imóvel, com outros funcionários e dependentes químicos. “Eles sempre souberam que nós tínhamos uma união estável. Quando deixei isso mais claro ainda, praticamente nos expulsaram de lá”.
Ontem, o casal e o advogado Eduardo Piza Gomes de Mello foram até o 2° DP, em Brás Cubas, onde entregaram a representação contra os representantes da instituição. “Também vamos entrar com uma representação na Secretaria de Justiça para pedir a suspensão das atividades clínicas e da igreja. Podemos fazer isso com base em uma lei que diz que, quando a instituição pratica atos de discriminação em relação à orientação sexual, está sujeita a multas e suspensão das atividades”, explicou o advogado.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Equívoco em campanha

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

Jair Bolsonaro
O Globo
No final de novembro de 2010, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara acolheu representantes do MEC e do movimento GLBT, realizando balanço sobre material de combate à homofobia a ser distribuído aos alunos da rede pública do primeiro grau em 2011. Um dos audiovisuais, intitulado "Encontrando Bianca", é um verdadeiro estímulo ao homossexualismo, por mostrar um jovem gay que, depois de aparecer com as unhas pintadas na escola, exige ser chamado de Bianca, bem como quer fazer uso de banheiro feminino.


Na mesma sessão, o atual secretário de Alfabetização e Diversidades do MEC disse que sua equipe passou três meses discutindo quantos centímetros a língua de uma menina poderia adentrar a boca de outra para o beijo ser considerado lésbico. Nota-se, claramente, que tal kit está muito mais para estimular homossexualismo do que combater homofobia, além de, diretamente, tornar nossos filhos e netos presas fáceis para pedófilos que rodeiam nossas escolas.

Profissionais do MEC e do grupo GLBT pesquisaram nossos jovens em 11 capitais, sem que os pais soubessem, e chegaram às seguintes conclusões: 1) existem, no primeiro grau, mais garotos gays que meninas lésbicas; 2) poucos alunos sabem o que significa a sigla GLBT; e 3) os símbolos religiosos devem ser abolidos das escolas, já que as mesmas são laicas.

Tais diretrizes sepultam qualquer preocupação com atos de homofobia e induzem, nas crianças, o entendimento de que ser gay, além de legal, é motivo de orgulho para sua família. No auge da palestra, o relato da afirmação de um garoto de 10 anos: "Ver dois caras se beijando é supernojento." Na sua inocência, o garoto causa indignação às dezenas de homossexuais que prestigiam a palestra do secretário de Alfabetização.

Os grupos homossexuais não são fracos ou indefesos como querem parecer, pois nunca lhes faltaram recursos públicos para suas paradas, inclusive com um deputado emprestando sua assinatura em emenda ao Orçamento de 2011 com a destinação de R$11 milhões para o grupo GLBT.

Já está acordado com o MEC que homossexuais serão responsáveis pela fiscalização da utilização do denominado "material didático" nas escolas, isto sem que os pais possam ter ingerência, já que estes são, segundo esses pesquisadores, os grandes inibidores da verdadeira sexualidade dos seus filhos. Como se não bastasse o festival "florido" da comissão, efusivas palmas ocorreram quando a presidente da Redtrans afirmou: "...minhas melhores professoras foram justamente as prostitutas."

A educação brasileira, tão mal das pernas e de notas, ainda que sob pretexto de combate a atitudes reprováveis, não pode ser atacada por grupos que cometem um mal ainda maior - no presente caso, estimulando comportamentos inadequados em quem ainda nada sabe sobre sexo. Se a proposta é saudável, basta disponibilizá-la na internet, sem necessidade de esconder dos pais seus cartazes, audiovisuais e cartilhas.

Por divulgar esse absurdo material junto à imprensa, que causou mal-estar nos gays, lésbicas, bissexuais e travestis, passei a ser acusado de homofóbico, fato que me dá mais forças para buscar o impedimento de tal propaganda nas escolas, em defesa da família e dos bons costumes.