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domingo, 21 de dezembro de 2014

O que é o Natal?

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


“Depois de terem feito tudo o que era exigido pela Lei do Senhor, voltaram para a sua própria cidade, Nazaré, na Galileia. O menino crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.” (Lucas 2.39-40)
Foram momentos singulares para José e Maria, bem como para os pastores, magos e certamente as pessoas da vila de Belém. A rotina deles mudou por um tempo com notícias de anjos e visita de sábios. Mas passou e agora era hora de voltar à rotina. Simão, o sacerdote idoso, estava agora pronto para terminar sua história. E Jesus, iniciando a vida que viveria entre nós. O espetacular cessaria e a vida comum, com afazeres e problemas, seguiria seu curso. Jesus veio para lidar com nossa vida e nos ensinar o segredo e significado dela. Ele veio para nos trazer a graça e a verdade que jamais poderíamos encontrar por nós mesmos.
Nazaré foi o lugar onde cresceu e de onde partiu para Seu ministério. O Filho de Deus não brincou de tornar-se gente, ele viveu como um ser humano. E um ser humano sem vantagens, num lugar simples e de fama duvidosa. Numa família pobre, numa nação subjugada num canto do mundo. Enfrentou aflições que a vida sempre trás e nos advertiu de que é assim mesmo! Encorajou-nos a não perder o ânimo diante das lutas pois Sua vitória é a nossa (Jo 16.33). Cresceu e se fortaleceu fisicamente pelo trabalho pesado da carpintaria. Sabedoria e graça divina eram características suas ofertadas diariamente.
A noite de natal está chegando e vai passar. Por aqui tudo passa! Quantos natais já vieram e se foram em sua história? Papai Noel ficará esquecido até o próximo dezembro, como acontece todo ano. Afinal, ele só serve para esta ocasião. Mas, e Jesus? A fé em Cristo é para a rotina da vida e não apenas para as ocasiões especiais. O natal de Jesus anuncia que Ele veio a nós, para viver conosco, para viver em nós. Sua presença promove um estilo de vida saudável que gera crescimento e se caracteriza por sabedoria e graça. O natal só é natal quando é um símbolo do que vivemos o ano todo, quando é a celebração do que está mudando nossa vida, e não somente uma noite especial. Do contrário, ele será apenas uma fantasia, uma ilusão, um “faz de contas”. Como Papai Noel!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

A Santa Ceia e os outros dias do resto de nossas vidas

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.



Um amigo comentou o hábito de algumas pessoas religiosas, de gente que vive em igrejas mas acostumada a criticar os irmãos em Cristo.

Então, ponderei com ele o seguinte:

Com procedimento equivocado, muitos cristãos comem e bebem o sangue de Cristo indignamente.

"Examine-se o homem a si mesmo", a recomendação de Paulo em 1.Coríntios 11.28 é interpretada erroneamente por alguns. Pensam que a introspecção avaliativa é necessária apenas no momento pontual e imediatamente anterior ao pão e cálice da reunião de Santa Ceia. Não é isso. À luz da Bíblia Sagrada o crente necessita avaliar-se diuturnamente, mensalmente, anualmente, sempre.

"Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver. E isso para que o servo de Deus esteja completamente preparado e pronto para fazer todo tipo de boas ações" - 2 Timóteo 3.16-17 (NTLH).

Deus não se deixa escarnecer por aqueles que pedem perdão por força de hábito, sem interesse de mudança; Deus não se agrada do pedido de perdão daqueles que não se importam em voltar à rotina de viver em pecados repetitivos quando estão longe do templo.

A Santa Ceia é um ritual realizado para que lembremos, dia após dia, mês após mês, ano após ano, do sacrifício de Cristo por nós. Para não esquecermos que assim como Jesus foi crucificado, é preciso fazer morrer a vontade da carne diariamente. Para lembrar que a verdadeira religião é afastar-se do pecado que há neste mundo, e nos mantermos completamente afastados (Tiago 1.27).

É mais fácil observar os erros dos outros, procurar defeitos alheios, do que olhar para dentro se si mesmo todos os dias. Assim, muitos crentes são levados pela facilidade do aparente conforto da situação, não percebem a importância da atitude de querer converter-se, corrigir-se, crescer espiritualmente, a cada instante que goza do fôlego de vida que o Criador lhe deu.

Pecando, entre uma reunião de Santa Ceia e outra, muitos cristãos retornam ao próximo momento da partilha na mesa do Senhor, quando outra vez ouvirão a solene passagem bíblica de 1 Corintios 11.28, e novamente pedirão perdão a Deus pelos mesmos erros contra seus irmãos - mas é quase certeza que sem nenhuma disposição de pedir perdão aos irmãos vítimas de sua língua atroz, conforme Jesus ensinou em Mateus 5.24. Convenientemente, quererão apenas mostrarem-se como pessoas pecadoras ao Senhor.

Tratamos da maledicência neste momento, mas é óbvio que este assunto cabe em qualquer outra modalidade de pecado continuado, praticado por quem ingere a Ceia do Senhor.

E.A.G.

Veja mais neste blog: Cristãos e críticos contumazes
Extraído de: OLHAR CRISTÃO

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Para desfrutar o melhor

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.



Então o Senhor Deus formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente. (Gênesis 2:7)

Fomos criados para este mundo – criados do pó da terra! Somos constituídos fisicamente dos mesmos elementos que compõem os demais seres e coisas desse mundo. Aqui nossa vida se mantém e nos realizamos como pessoa. Aqui podemos experimentar o calor, o frio, a sombra de uma árvore, o contato com animais, os diversos sons, cheiros, sabores e cores, e tantas outras experiências que nos alegram, encantam, intrigam, aguçam a curiosidade, enfim, enriquecem nossa vida. Aqui e a partir daqui, conjecturamos, duvidamos e cremos!

Aqui também estão as demais pessoas. Como nós, criadas à imagem de Deus e apropriadas a este mundo. Assim como precisamos das coisas, precisamos das pessoas. E muito mais delas! Mas o pecado trouxe grande desordem para tudo isso! Poderíamos estar realmente felizes como raça, mas estamos pouco felizes e confusos. Porém, aqui ainda é uma parte importante de nossa vida. Ainda temos duas tarefas: cuidar e dominar a natureza, e nos relacionar. Precisamos nos sair melhor, nas duas!

O cristianismo envolve completamente nossa vida terrena – “quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para glória de Deus” (1 Co 10.31) – que não é descartável e nem deve ser negada. Negar nossa humanidade não nos ajudar a ser cristãos melhores. Aquele que nos fez cristãos, Jesus, foi cem por cento humano. O sentido do cristianismo é nos tornar pessoas de verdade, como Deus pretendeu que fôssemos. Para isso vamos precisar dizer não a nós mesmos, a muitas de nossas inclinações e desejos. Mas não se trata de negar nossa humanidade, mas de resistir ao pecado – inclinação deturpada de nossa humanidade. O que é apropriado e o que não é? O que é pecado e o que não é? Essa é uma questão fundamental.

A vida religiosa nem sempre nos ajuda. Na busca por santificar, a religião acabou tornando quase tudo pecado. Perdemos a espontaneidade para a vida e ficamos cismados com nossa natureza. A negação de quem somos dificilmente ajuda em nossa espiritualidade. O caminho não é negar, é consagrar. O cristianismo é uma proposta de entrega, rendição. Ele nos oferece parâmetros para viver nossa humanidade de forma saudável e santa, para existir de forma apropriada. E isso é fundamental para nossa felicidade terrena! E o segredo está em nossa entrega diária e pessoal a Cristo.

Por isso, agradeça a Deus hoje por quem você é. Mas não viva de si mesmo. Olhe para Cristo. Ele é a sua vida! Nele está a sua vida! Sua humanidade é tão importante para Deus que Ele decidiu fazer de seu corpo o templo do Espírito Santo. Busque comunhão com Deus, não ande só. Fomos criados para viver neste mundo, mas não para vivermos neste mundo sozinhos, por nós mesmos, seguindo nosso próprio coração. Há uma outra opção: viver com Deus, seguir sua vontade e submeter a Ele o nosso coração. Se realmente deseja desfrutar o melhor da vida, é este o caminho!

sábado, 7 de julho de 2012

Devocional Lília Paz: Mulher Samaritana

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Devocional Lília Paz: Mulher Samaritana





Por Lília Paz

"E Jesus, fatigado da viagem, sentou-se à beira do poço. Era por volta do meio-dia. Veio uma mulher de Samaria tirar água. Pediu-lhe Jesus: Dá-me de beber." João 4.5 em diante.
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Algo que me fascina no encontro de Jesus com a mulher de Samaria é o fato de que Ele sabia o quanto ela precisava Dele, e ainda assim foi até ela e pediu que lhe desse um pouco de água. Apesar do espanto inicial, por ele ser judeu (judeus não se davam com os samaritanos), ela parou para lhe ouvir. Ao ser indagada por Jesus a respeito de seu marido, não escondeu sua condição. Ele não a condenou. Perdoou seus pecados e lhe deu a missão de levar adiante as boas novas de salvação.
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Existem tantas pessoas que erraram, pecaram contra Deus e acabaram se fechando. Pessoas que rejeitam a voz do Espírito Santo, que por vezes tenta mostrar que existe perdão, cura, libertação e nova vida em Cristo.
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Por causa do pecado, muitos estão buscando água que não sacia, não preenche o espaço que somente o Senhor pode ocupar. Se você está nesta condição, não permita que enganos do passado impeçam a boa obra que o Pai tem a fazer através de você. Não existe pecado que Jesus não possa perdoar, situação que Ele não possa transformar. Receba hoje perdão. Aceite a água da vida que Ele dá, água que sacia sede da alma e seja nova criatura em Cristo!
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Fonte: Lília Paz 
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A autora é cantora evangélica, com oito CDs e um DVD gravados pela CPAD Music,carioca, casada, membro da Assembleia de Deus em Itaoca, Bomsucesso, Rio de Janeiro - RJ. Contatos: Agenda:             (21) 7739 2588       e (21) 8736 7115; lilia-paz@hotmail.com

terça-feira, 26 de junho de 2012

Deus precisa de dinheiro?

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Deus precisa de dinheiro?


Pergunta importante: Deus precisava
do animal que foi oferecido em sacri-
fício por Abel? Não. Mas diz a Bíblia 
que o Senhor se agradou de tal atitude. 
Foi uma oferta agradável porque foi en-
tregue devocionalmente.

Ocorre de igual forma hoje em dia. Anti-
dizimistas, e anticristãos de modo geral, afirmam que Deus não precisa 
de dinheiro. Muitos críticos dos pastores que pedem ofertas e dízimos,
 recusam-se a entregar ou entregam dinheiro na igreja no estilo de Caim, 
o primeiro filho do casal Adão e Eva que o Senhor rejeitou.

Deus não precisa do seu dinheiro, mas o seu semelhante sim. Através
da arrecadação cuida-se das almas, tanto física como espiritualmente. 
Você ama o próximo como a si mesmo? As passagens bíblicas que 
abordam o dinheiro sinalizam com clareza o nosso relacionamento 
com Cristo e com Deus devocionalmente. Quem não é liberal nas 
finanças geralmente não se importa com o bem-estar de pessoas 
necessitadas, elas parecem apenas pensar em acumular e usar o 
dinheiro em benefício próprio.

Acredito que o assunto “dízimo” é o mais polêmico para a cristandade
na atualidade. Penso que a fogueira da polêmica não apaga pelo jeito 
como grande parte da liderança cristã apresenta a questão dos dez 
por cento. Conheço poucos líderes que esclarecem que a vigência 
da obrigatoriedade referiu-se aos judeus, poucos afirmam que o 
cristão precisa adotar o sistema de dízimo com o coração voluntário 
e decidido a demonstrar na condição de dizimista o amor a Deus e 
ao próximo.

Infelizmente – palavras de um pastor assembleiano, com aproxima-
damente 70 anos, jubilado, e com a cabeça ainda bastante lúcida – 
a má administração do montante arrecadado chama mais atenção 
do que as boas administrações, que são em números maiores.

Não costumo frisar o livro de Malaquias no assunto dízimo. Gosto
de usar Gênesis 14; Gênesis 28; Salmo 110.4; Hebreus 5; e Hebreus 7. 
Por quê? Porque nessas passagens está claro e patente o relaciona-
mento de Cristo com a Igreja e através de Cristo o relacionamento do 
ser humano com Deus devocionalmente.

Entregar o dízimo e a oferta na igreja com o coração desejoso de ser
alguém usado para abençoar vidas é uma situação que o Senhor se 
agrada. É um privilégio muito bom fazer parte do grupo de irmãos que 
sustentam financeiramente missionários no exterior; investem no evan-
gelismo urbano; patrocinam abertura de novos templos; cuidam da ma-
nutenção de templos já abertos!

E.A.G.
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