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sábado, 23 de julho de 2011

NÓS TEMOS UM PAI.

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

NÓS TEMOS UM PAI.


Não temos nós um mesmo Pai? Não nos criou um mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com os outros, profanado o concerto de nossos pais?(Malaquias 2.10)

            Todos sabemos a nossa origem, a origem do mundo e de tudo que nele há, sabemos que foi o Senhor nosso Deus que fez, que os criou, que deixou estatutos, ordenanças e normas para serem seguidas e assim vivermos bem e desfrutarmos da paz e alegrias; mas muitas das vezes desobedecemos as leis  do Senhor, e fazemos segundo as nossas vontades e queremos as suas bênçãos assim mesmo. “Judá foi desleal, e abominação se cometeu em Israel e em Jerusalém; porque Judá profanou a santidade do Senhor, a qual Ele ama, e se casou com a filha de deus estranho.” (Malaquias 2.12) Um dos mandamentos do Senhor é que jamais um cristão, um Evangélico um homem, ou mulher de Deus deveria casar com quem não fosse  cristão ou cristã, ou seja se envolvesse em julgo desigual, mas muito se vê pessoas que dizem ser cristãs  relacionando namorando, casando-se com pessoas que são de outras religiões, pessoas que adoram outros deuses, adoram santos e santas de barro de gesso e de madeira,  e sabendo que não deveriam, mas  simplesmente obedecem aos seus corações e não a Deus.
            “O Senhor extirpará das tendas de Jacó o homem que fizer isso, o que vela, e o que responde, e o que oferece dons ao Senhor dos exércitos.” (Malaquias 2.13) Muitas igrejas, concordam que os membros  namorem, casem com pessoas que não são cristãs, isto com a desculpa que ganhariam eles, ou elas para Jesus, que os trariam a casa de Deus, que depois elas se converteriam, e se esquecem que é mandamentos do Senhor; portanto devemos obedecer, uma vez que é mais fácil uma pessoa que não é cristã fazer desviar uma que esta na igreja do que a que está na igreja a  traze-la para a presença de Deus. “E dizeis: Porque o Senhor foi testemunha entre ti e a tua mulher da com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto.” (Malaquias 2.14) E quando acontecem estas uniões, Deus não pode abençoar, e conseqüentemente acontecem as separações, os divórcios, as lutas os sofrimentos e ai então  buscam e clamam ao Senhor para socorrê-los, mas Deus não pode ajudá-los, pois estaria indo contra a sua própria palavra.
            “E não fez Ele somente um, sobejando-lhe espírito? E por que somente um? Ele buscava uma semente de piedosos; portanto, guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja desleal para com a mulher da sua mocidade.” (Malaquias 2.15) Como poderia ser uma só carne se um adora a Deus e outro a imagens, se um busca santidade e luz e o outro vive nos pecados e, como seria então um só espírito? Se andarem contrário, geralmente estes relacionamentos finalizam em separações e divórcios, que é mais contrário ainda a palavra do Senhor. “Porque o Senhor, Deus de Israel, diz que aborrece o repudio e aquele que encobre a violência com a veste, diz o Senhor dos exércitos; portanto, guardai-vos em vosso espírito e não sejais desleais.” (Malaquias 2.16) Veja que a palavra é clara, orações e suplicas quando estão andando contrario a palavra do Senhor, quando são desobedientes simplesmente enfadam. “Enfadais ao Senhor, com as vossas palavras; e ainda dizeis: Em que o enfadamos? Nisto, que dizeis: Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do Senhor, e desses é que se agrada; ou onde está o Deus do Juízo?” (Malaquias 2.17) Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
                         Um abraço
                             Pr.Henrique Lino - Ministério Atalaias de Deus      


terça-feira, 17 de agosto de 2010

O Senhor me Acolherá

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Pr. Olavo FeijóPorque, quando meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me recolherá. (Salmos 27:10)

O rei Davi experimentou na carne as duas coisas: o abandono dos homens e a acolhida divina. Sobre o Senhor, ele escreveu: “Ainda que me abandonem pai e mãe, o Senhor me acolherá” (Salmo 27:10).

Dói muito, quando sofremos o abandono da família e dos conhecidos. Quando isso acontece, sentimo-nos como o mais solitário dos mortais. Infelizmente, com o aumento do consumismo e da insegurança pública, a tendência do abandono tem sido a de aumentar.

O Salmista descobriu uma coisa importante: quando tudo aqui em baixo está fechado, vale a pena o olhar para cima. Para cima, onde o Senhor está. Ao fazer isso, Davi encontrou conforto. Porque todas as vezes que apelou para o Senhor, recebeu guarida e se sentiu apoiado. Quando o Salmista escreveu “o Senhor me acolherá”, sua postura não foi a de ensinar uma doutrina, mas a de comunicar sua experiência. Ele aprendeu que quando nos agarramos com Deus, Ele nunca nos abandona: “O Senhor me acolherá”.

Pr. Olavo Feijó

domingo, 8 de agosto de 2010

Papai! Amigo!

Postado pelo "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


dia-dos-paisPai, quanto emoção sentimos quando nos damos conta de que fomos agraciados com o dom da paternidade, e, naturalmente, também da maternidade!

Guardo ainda na lembrança a forte emoção que senti quando do nascimento de meu primogênito, Vander. Depois de tomá-lo nos braços e apertá-lo bem junto do coração, eu não conseguia me conter de alegria, dizendo para mim mesmo: “É incrível, eu sou pai!”

Quando deixei o hospital naquele dia, entrei em meu fusquinha e saí como um doido, passando pelas casas dos irmãos da igreja para comunicar-lhes o fato. E justamente eu que achava ridícula a atitude eufórica dos pais ao comunicarem o nascimento de seus filhos. Enfim, chegou a minha vez!

Essa emoção foi se repetindo com a chegada das filhas, Vanice e Vanessa. Agora, acrescido de uma preocupação a mais: “Estaria eu preparado para criar filhas?” A verdade é que não estava preparado convenientemente nem para criar o filho, quanto mais as filhas. O fato é que sentia-me, como ainda me sinto, profundamente privilegiado pelo dom da paternidade, que graciosamente me foi concedido pelo Pai celestial. Com o tempo, porém, cheguei à conclusão de que o maior privilégio continua sendo o fato de ser filho do Pai. Como disse um saudoso amigo, Dr. Jacy Leite, dias antes de sua morte: “Fico feliz em pensar que vou morar para sempre num lugar onde jamais serei pai, somente filho”. Naturalmente, ele se referia ao fato de que ia para o céu e não teria mais nenhuma preocupação de cuidar de filhos.

O nome Pai, em referência a Deus, é muito caro a nós. É um nome extremamente carinhoso que nos traz muito conforto. Jesus nos ensinou a chamar Deus de “nosso Pai”. Todavia, o uso que fazemos desse nome não tem a mesma conotação que tem para Jesus. Para Ele é uma questão de essência, pois o Filho é da mesma natureza do Pai. É ímpar o uso que Jesus faz desse nome, pois Deus é nosso Pai numa conotação bem diferente. Por causa da nossa salvação é que podemos chamar Deus de Pai. Em amor, Deus nos adotou como Seus filhos. Todavia, Jesus fez questão de dizer que Deus era “meu Pai e vosso Pai”…

Numa noite fria e escura, quando faltou luz em nossa casa, Vander, com cerca de três anos, amedrontado, pulou de seu berço para a nossa cama. Agarrado ao meu pescoço, embaixo da coberta, sussurrou: “Papai amigo, papai amigo!” Sem dúvida alguma, essa foi para mim a melhor interpretação, ou aplicação, da expressão bíblica “Aba-Pai”. Hoje, quando me sinto perplexo e inseguro diante dos temporais da vida, neste mundo hostil e assustador, volto meu pensamento àquele momento da infância de meu filho. Então relembro aquelas palavras carregadas de emoção e confiança, e considero: Se eu, sendo tão imperfeito e pecador, consegui transmitir segurança e paz a meu filho, quanto mais o nosso Pai do céu!? Oh, bendita consolação, eu tenho um Pai no céu! Um Papai amigo e compassivo, que me aconchega e me sustenta; que me anima, dá-me força e coragem em meio ao desalento de uma da noite escura e fria!

Ainda que o céu desabe sobre nós, podemos nos achegar confiantemente aos braços ternos e meigos de nosso amado Pai. Em Seus braços estamos seguros em meio às intempéries deste mundo. Podemos descansar, na certeza absoluta de que temos um Papai amigo a nos proteger e guardar, todos os dias, em todo o tempo. Ou seja, devemos manter afinidade com o nosso Pai celeste através das nossas orações, em todas as circunstâncias. E este é o nosso grande desafio: Orar sem cessar! Temos um Pai no céu, Ele é digno de nossa inteira confiança! Deus, na pessoa de Jesus Cristo, cuida de nós como amigo: “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando” (Jo 15.13-14). Por isso o nosso relacionamento com Ele torna-se familiar, íntimo, como um pai amigo. Deus é nosso Pai, o nosso “papai amigo”.

“Pai dos órfãos e juiz das viúvas é Deus em sua santa morada. Deus faz que o solitário more em família; tira os cativos para a prosperidade; só os rebeldes habitam em terra estéril” (Sl 68.5-6).

Posso dizer “Aba, Pai! Meu Papai do Céu!”, porque sou filho do Pai, “herdeiro de Deus e co-herdeiro com Cristo”. A Ele toda glória e honra por minha formação e nascimento. Ele me amou desde quando me concebeu, antes dos tempos eternos. Isto é, de fato, maravilhoso!

Como é bom saber que Deus nos amou de tal forma que enviou Seu Filho amado, Jesus Cristo, ao mundo para nascer numa estrebaria, já sofrendo desde a infância, viver, morrer e ressuscitar para nos salvar.

O Senhor mesmo vai prover, a cada dia de nossa vida na terra, os meios e as condições necessárias para chegarmos a cumprir os Seus santos propósitos.

“Porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hb 13:5-6).

Pr. Vanderlei Faria
Colaborador deste Portal
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Lugar Garantido


João 14:2 - Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim,
eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.

Depois da Sua última páscoa com os discípulos, Jesus fala de Sua volta para o Pai e conforta os doze: “Na casa de Meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar” (João 14:2).

É evidente, na narrativa dos Evangelhos, o íntimo relacionamento de Jesus com Seus discípulos. Querendo consolá-los, por causa de sua ausência física após a volta aos céus, Jesus garantiu o reencontro de todos: “vou preparar-vos lugar”.

Quando nos separamos de Cristo, não importando a causa da separação, nós nos entristecemos. E, às vezes, até mesmo por culpa nossa, em função de relaxarmos nossas práticas de comunhão, juntamos à tristeza da distância ocorrida, a tristeza da nossa culpa. O Senhor conhece muito bem a realidade do nosso sofrimento, nas ocasiões quando estamos longe Dele. A garantia da nossa vida eterna com Cristo, por isso, não se baseia na intensidade de nossas forças. Nossa segurança reside em Cristo. Primeiro, porque ao aceitá-lo como nosso salvador e Senhor, cumprimos o requisito essencial da eternidade com Deus. Em seguida, mesmo tendo altos e baixos em nosso viver aqui na Terra, a presença do Senhor em nossa vida constitui o nosso passaporte para a vida eterna. Com Ele, temos lugar garantido.



Lugar Garantido

Postado por: Pr.Dilson Mendonça