terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

A PACIÊNCIA E A PERSEVERANÇA CAMINHAM LADO A LADO,

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Malaquias 3.3


"E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata; e purificará os filhos de Levi, e os refinará como ouro e como prata; então ao SENHOR trarão oferta em justiça."(Malaquias 3.3)

Esse versículo bíblico intrigou umas mulheres de um estudo bíblico e elas ficaram pensando o que essa afirmação significava em relação ao caráter e à natureza de Deus. 
Uma delas ofereceu-se para descobrir sobre o processo de refinamento da prata para o próximo estudo bíblico.

Naquela semana, a mulher ligou para um ourives e marcou um horário paraassisti-lo trabalhar...Ela não mencionou a razão do seu interesse e só disse estar curiosa para conhecer o processo. Ela foi assisti-lo. Ele pegou um pedaço de prata e o segurou sobre ofogo, deixando-o esquentar. 
Ele explicou que, no refinamento da prata, é preciso que se segure a mesma bem no centro da chama, onde é mais quente e queima-se as impurezas.
A mulher pensou sobre Deus, que às vezes, segura-nos em situações 'quentes' e pensou novamente no versículo: 'E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata...' 
Ela perguntou para o artesão se ele tinha mesmo que ficar sentado o tempo todo na frente do fogo enquanto a prata estava sendo refinada.
Ele disse que sim; que não somente ele tinha que ficar lá, segurando a prata, mas que ele tinha que, também, manter seus olhos na mesma o tempo todo que ela estivesse nas chamas. Se a prata ficasse um minuto amais no fogo, seria destruída. 
A mulher ficou em silêncio por um momento. Então, ela perguntou: 'Como você sabe quando a prata está totalmente refinada?'
Ele sorriu e disse: 
- 'Ah, isso é fácil... É quando eu vejo minha imagem nela.' 
Se hoje você está sentindo o calor do fogo, lembre-se que os olhos de Deus estão sobre você e que Ele vai ficar cuidando de você até que Ele veja Sua imagem em você. 
Se puder, passe essa mensagem adiante. Provavelmente, existe alguém que precisa saber que Deus está cuidando dele. E, seja o que for que estiverem passando, eles sairão 'refinados' no final.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A Revelação Através De Parábolas

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

A Revelação Através De Parábolas  |  Mensagens Pastor Dilson de Mendonça

Marcos 4:11 - E ele disse-lhes: A vós vos é dado saber os mistérios do reino de Deus, mas aos que estão de fora todas estas
coisas se dizem por parábolas,

Quando os discípulos de Jesus perguntaram sobre Seu ensino através de parábolas, "Jesus disse a eles - A vocês Deus
mostra o segredo do Seu Reino. Mas para os que estão fora do Reino tudo é ensinado por meio de parábolas, para que
olhem e não enxerguem nada e para que escutem e não entendam; senão, eles voltariam para Deus e Ele os perdoaria"
(Marcos 4:11-12).

Crentes ou não crentes, somos limitados. Primeiro, porque somos humanos, feitos “do pó da terra”. Segundo, porque o
Criador é essencialmente diferente das Suas criaturas. Por isso, Cristo nos concedeu o Seu Espírito: “para ensinar toda
a verdade a vocês” (João 16:13). Entender a mente de Deus, consequentemente, exige abandonar as nossas próprias
crenças e obedecer a mensagem do Pai: “Jesus respondeu – A pessoa que me ama obedecerá a Minha mensagem e o Meu
Pai a amará” (João 14:23). O pecado do mundo é a sua decisão de não obedecer a Deus. E exatamente por causa do pecado,
só entendemos e aceitamos ao Senhor quando nos submetemos à ação do Espírito de Cristo.

Ainda hoje, o Senhor emprega parábolas para aperfeiçoar nossa vida em Cristo. Nem sempre as entendemos e isto nos
entristece e desanima. Aos poucos, vamos descobrindo aquilo que o Senhor está tentando nos ensinar, à medida que a
postura do nosso amor a Cristo nos encoraja a obedecer Seu Espírito em nós. A pedagogia divina consiste exatamente na
prática deste binômio – amor e obediência. Esta é a chave para compreender Suas parábolas em nossa vida.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Ai de mim se não anunciar o Evangelho

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


Sabemos que ordem não se discute, cumpre-se. Um funcionário não deve discutir com o seu patrão, ele deve cumprir suas tarefas com dedicação.
O Apóstolo Paulo sabia da sua tremenda responsabilidade em anunciar o evangelho, aliás, ele foi chamado para fazer exatamente isso.
Antes da sua conversão, Paulo era um perseguidor dos cristãos, ele cumpria ordens superiores e em uma de suas viagens teve um encontro com Cristo. No encontro sua vida foi transformada, os seus sonhos, seus desejos, seus objetivos foram totalmente reformulados.
Agora Paulo viva para Cristo, o mesmo chegou a afirmar: “Para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro.”
O desejo do apóstolo Paulo era anunciar o evangelho, ele sabia que foi chamado para esta tarefa.
Em 1ª Coríntios 9 ele diz: “Ai de mim se não anunciar o evangelho.”
O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, ao anunciar o evangelho ele oferece a oportunidade da pessoa mostrar arrependimento.
Ao ouvir o evangelho, ao ser confrontado com o evangelho a pessoa reage de duas maneiras, ou ela crê ou rejeita.
Jesus Cristo perdoa os nossos pecados, ao crêr Nele passamos a viver uma vida diferente, vivemos com a esperança do céu.
Paulo desafia todos os cristãos a pregar o evangelho, anunciar a cada criatura sobre o amor de Cristo.
Ai de nós, se não fizermos a obra missionária. Nossa vida não terá sentido.
Paulo disse que pesava sobre ele essa obrigação, ele sabia da urgência de anunciar o evangelho.
Porque é urgente? Porque todo dia morre pessoas, vidas saem de cena, e não sabemos quando um ente querido vai partir, quando um amigo vai partir.
Então, hoje é o momento para anunciar o evangelho, hoje é tempo de salvação.
Somos desafiados pelas Escrituras a pregar o evangelho, então, não vamos procrastinar esta nossa tarefa.
Ai de mim se não anunciar o evangelho.
Pr. Cleverson Pereira do Valle
Primeira Igreja Batista em Artur Nogueira
Bacharel em Teologia pela FTBSP e EST
Pós Graduando em Aconselhamento Bíblico pela FTBC

domingo, 21 de dezembro de 2014

O que é o Natal?

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.


“Depois de terem feito tudo o que era exigido pela Lei do Senhor, voltaram para a sua própria cidade, Nazaré, na Galileia. O menino crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.” (Lucas 2.39-40)
Foram momentos singulares para José e Maria, bem como para os pastores, magos e certamente as pessoas da vila de Belém. A rotina deles mudou por um tempo com notícias de anjos e visita de sábios. Mas passou e agora era hora de voltar à rotina. Simão, o sacerdote idoso, estava agora pronto para terminar sua história. E Jesus, iniciando a vida que viveria entre nós. O espetacular cessaria e a vida comum, com afazeres e problemas, seguiria seu curso. Jesus veio para lidar com nossa vida e nos ensinar o segredo e significado dela. Ele veio para nos trazer a graça e a verdade que jamais poderíamos encontrar por nós mesmos.
Nazaré foi o lugar onde cresceu e de onde partiu para Seu ministério. O Filho de Deus não brincou de tornar-se gente, ele viveu como um ser humano. E um ser humano sem vantagens, num lugar simples e de fama duvidosa. Numa família pobre, numa nação subjugada num canto do mundo. Enfrentou aflições que a vida sempre trás e nos advertiu de que é assim mesmo! Encorajou-nos a não perder o ânimo diante das lutas pois Sua vitória é a nossa (Jo 16.33). Cresceu e se fortaleceu fisicamente pelo trabalho pesado da carpintaria. Sabedoria e graça divina eram características suas ofertadas diariamente.
A noite de natal está chegando e vai passar. Por aqui tudo passa! Quantos natais já vieram e se foram em sua história? Papai Noel ficará esquecido até o próximo dezembro, como acontece todo ano. Afinal, ele só serve para esta ocasião. Mas, e Jesus? A fé em Cristo é para a rotina da vida e não apenas para as ocasiões especiais. O natal de Jesus anuncia que Ele veio a nós, para viver conosco, para viver em nós. Sua presença promove um estilo de vida saudável que gera crescimento e se caracteriza por sabedoria e graça. O natal só é natal quando é um símbolo do que vivemos o ano todo, quando é a celebração do que está mudando nossa vida, e não somente uma noite especial. Do contrário, ele será apenas uma fantasia, uma ilusão, um “faz de contas”. Como Papai Noel!

O Natal que imaginamos e o Natal Real

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.



NatalMuitos de nós, creio que até mesmo a maioria de nós, imaginamos o Natal como um tempo mágico, em que tudo é perfeito ou quase isso. Roupas novas, presentes, refeições especiais em família e celebrações diversas contribuem para esta ideia. Os cartões de Natal também contribuem, com seus votos de amor, alegria, paz e harmonia. Por isso, se acontece algo desagradável ou triste, dizemos que tal acontecimento “estragou” nosso Natal.
Nos meios de comunicação criou-se um “marketing de Natal”, com programas e eventos especiais, personagens natalinos, e um discurso ilusório e fantasioso que gera falsas expectativas, principalmente nas crianças, e também endividamentos desnecessários. Na igreja também criamos uma espécie de “cultura do Natal”, que nos leva a decorações natalinas, cantatas e outras atividades. Se falta alguma dessas coisas, dizemos que “esse ano não houve Natal na igreja”.
A verdade é que substituímos o verdadeiro Natal por uma série de atividades e coisas que não representam a sua essência. Podem até ter relação com a sua celebração, mas de maneira nenhuma podem tomar o seu lugar. Substituímos o verdadeiro sentido do Natal por uma ideia vaga de um período “cor-de-rosa” em que parece que a realidade foi “desligada” temporariamente, para que nada de ruim acontecesse. É uma felicidade artificial.
Ocorre, porém, que mesmo no Natal a vida real continua, com seus inúmeros problemas e dificuldades. Nessa ocasião também temos doenças, desemprego, conflitos, perdas, separações, etc. Também temos que trabalhar, cuidar da família, viver a rotina do dia-a-dia. Por outro lado, as pessoas não mudam seu caráter e seus sentimentos só porque é Natal, ainda que algumas, hipocritamente, tentem mostrar isto.
A palavra Natal é relativa a nascimento. Por exemplo, quando dizemos cidade natal, significa cidade de nascimento. O Natal que comemoramos todo ano é relativo ao nascimento de Jesus; deveríamos chamá-lo Natal de Jesus, pois é o aniversário dele. Portanto, trata-se de uma ocasião mais do que propícia para voltarmos nossos corações e mentes para aquele que deu a sua vida por nós, não para que tivéssemos um momento efêmero e fugidio de prazer, mas uma vida de felicidade eterna, que começa quando o recebemos em nosso coração como Salvador e Senhor.
Pr. Sylvio Macri
Pastor da IB Central de Oswaldo Cruz-RJ
Colunista deste Portal
sylmacri@gmail.com

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Bancada evangélica tenta derrubar projeto que inclui casamento gay no conceito de família

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

gay-filhoO conceito de família vem sendo debatido no Congresso Nacional através de dois projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional, e a polêmica em torno do assunto deverá se estender por muitos meses.
Embora tenham nomes parecidos – um se chama Estatuto da Família e o outro Estatuto das Famílias – os projetos são muito diferentes em seu conteúdo. O primeiro defende o conceito de família tradicional, enquanto o segundo abrange as uniões homossexuais e adoção de crianças por esses casais.
Na Câmara dos Deputados, tramita o Estatuto da Família sob a sigla PL 6.583/13, de autoria do deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF), e segue a definição que consta da Constituição Federal, de que a família é o núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, por meio de casamento, união estável ou comunidade formada pelos pais e seus descendentes.
Já no Senado tramita o Estatuto das Famílias, sob a identificação PLS 470/13, de autoria da senadora Lídice da Mata (PSB-BA), pretende rever o conceito já presente na Constituição Federal, reconhecendo o casamento gay e as relações homoafetivas como entidade familiar.

“Eu estou colocando no relatório a proibição da adoção [por casais do mesmo sexo]. Se o Artigo 227 (da Constituição Federal) diz que a família é para proteger a criança, como é que dois homens, duas mulheres que são homossexuais que dizem serem pais, querem adotar? Adotar para satisfazer a eles ou a criança? A adoção é para contemplar o direito da criança, não do adotante”, argumenta Fonseca, que integra a bancada evangélica na Câmara.
A Câmara dos Deputados vem realizando uma enquete para conhecer a opinião da população sobre o conceito de família, e o resultado até o fechamento desta matéria apontava um empate técnico, com 48,49% dos participantes manifestando-se favoráveis à definição de que família é formada por um homem, uma mulher, e seus filhos. 51,2% se manifestaram contra essa definição.
“Aquela enquete deve ser vista apenas pela força de mobilização e não de opinião. Uma [mesma] pessoa pode votar várias vezes, inclusive os ativistas homossexuais têm escritório só pra fazer isso, mas é interessante ver que a sociedade está mobilizada”, minimizou o deputado.
O deputado acredita que sua postura é um reforço da visão que a maioria da sociedade brasileira tem a respeito desse assunto: “Não é questão de perseguição, é que na proteção especial do Estado para a família em que está configurada a integridade da família, o Estado não pode simplesmente reconhecer que dois homens querem viver como família. Que história é essa? Dois marmanjos? Qualquer pessoa que se junta agora é família? Se duas mulheres querem fazer sexo, que façam, mas que não busquem a proteção do Estado”, finalizou.
O projeto que tramita no Senado recebeu parecer favorável do relator, senador João Capiberibe (PSB-AP), e deverá ser votado em breve na Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Casa, segundo informações da Agência Brasil. O projeto deverá ser apoiado pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), que deixou o Ministério da Cultura e voltou ao Legislativo recentemente.
Com informações do Gospel+

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Qual é a posição da Bíblia sobre o casamento GAY?

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

Na Bíblia, Paulo pregou aos romanos que o comportamento homossexual era pecaminoso. Deus no Velho Testamento incluiu em sua lei que o relacionamento homossexual era contra a lei de Deus
Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus coraçöes, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; 25 Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por isso Deus os abandonou às paixöes infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. E, como eles näo se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que näo convêm; Estando cheios de toda a iniqüidade, prostituiçäo, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mäes; Néscios, infiéis nos contratos, sem afeiçäo natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que säo dignos de morte os que tais coisas praticam), näo somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem. (Romanos 1.24–32).
As pessoas me perguntam sobre nossa posição em relação aos que se consideram homossexuais. Respondo dizendo que os amamos. Todos têm certas inclinações que são fortes e difíceis de controlar, por causa da nossa natureza pecaminosa. Defendemos que o casamento entre homem e mulher foi ordenado por Deus, em nossa igreja queremos estender a mão para essas pessoas, fortalecê-las e ajudá-las em seus problemas e suas dificuldades. Mas não podemos consentir que elas se entreguem à conduta imoral e tentem apoiar, defender e viver uma situação marital com pessoas do mesmo sexo. Permitir tal coisa seria desprezar os fundamentos extremamente sérios e sagrados do casamento instituídos por Deus e seu propósito, que é o de criar famílias.

O Natal é Cristão?

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.

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Devem os cristãos celebrar o Natal? Um bom número de seitas e novas igrejas que professam seguir a Cristo, insistem que o Natal é uma festa pagã o qual todos os verdadeiros cristãos devem afastar-se.
Provavelmente a mais notável destas religiões são as Testemunhas de Jeová, que publicam ferroados ataques sobre a celebração do Natal ano após ano. No entanto, estes grupos não estão sós na sua condenação destes feriados religiosos mais populares.
Muitos cristãos evangélicos também acreditam que o Natal é uma celebração pagã, vestindo “roupas cristãs”. Enquanto muitos cristãos marcam o Natal como um dia especial para adorar a Cristo e dar graças pela Sua entrada no mundo, eles rejeitam qualquer coisa que tenha a ver com Papai Noel, árvores de Natal, troca de presentes e tal.
Existem bases bíblicas para rejeitar tudo ou parte do Natal? Qual deve ser a atitude dos cristãos neste assunto? Essa pergunta que está diante de nós.
A resposta dada aqui é de que, enquanto certos elementos da tradição Natalina são essencialmente pagão, eles devem ser rejeitados (especialmente as bebidas e imoralidades, na qual o mundo se acham dona naquele período do ano), o Natal em si e muitas das tradições associadas com ele, pode ser celebrado pelos cristãos que tem uma consciência clara. Aqueles que se inclinam a rejeitar fora de mão, tal posição, podem estar interessados em saber que, durante um tempo este escritor teria concordado com eles. Um exame minucioso destes assuntos incluídos, no entanto, conduz a uma conclusão diferente.
Celebrando o aniversário de Jesus
O argumento básico e comum apresentado contra o Natal, é de que não se encontra na Bíblia. Muitos cristãos, e também grupos como as Testemunhas de Jeová, sentem de que ao não estar mencionado nas Escrituras, não é portanto para ser observado. De fato, as Testemunhas argumentam que desde que as únicas pessoas na Bíblia que celebravam o seu aniversário onde Faraó (Gn 40:20-22) e Herodes (Mt 14:6-10), Deus tem uma visão obscura a respeito de celebrações de aniversário em geral.
Sendo assim, eles sentem, que Deus não aprovaria a celebração do aniversário de Jesus.
Em resposta a estes argumentos, algumas coisas precisam ser ditas. Primeiro de tudo, o fato é que a Bíblia nada diz contra a prática de celebração de aniversários. O que foi mau nos casos de Faraó e Herodes, não era o fato de celebrarem seus aniversários, mas, sim as práticas más nos seus aniversários (Faraó matou o chefe dos padeiros, e Herodes matou João Batista). Segundo, o que a Bíblia não proíbe, seja explicitamente ou por implicação de alguns princípios morais, é permitido ao cristão, enquanto for para edificação (Rm 13:10; 14:1-23; I Co 6:12; 10; 23; Col 2:20-23; etc.). Portanto, desde que a Bíblia não proíbe aniversários, e eles não violarem princípios bíblicos, não há base bíblica para rejeitar aniversários. Pelo mesmo motivo, não há razões bíblicas para rejeitar completamente a idéia de celebrar o aniversário de Jesus.
25 de Dezembro
Outra objeção comum ao Natal está relacionado com a guarda
de 25 de dezembro como sendo o aniversário de Cristo. Freqüentemente instam que Cristo não podia ter nascido no dia 25 de dezembro (geralmente porque os pastores não teriam seus rebanhos nos campos de noite naquele mês), portanto, no dia 25 de dezembro, não podia ter sido seu aniversário. Como se isso não bastasse é também apontado de que 25 de dezembro era a data de um festival no Império Romano no quarto século, quando o Natal era largamente celebrado nesse dia.
É verdade que parece não haver evidência como sendo o aniversário de Cristo nessa data.
Por outro lado, tem sido demonstrado que tal data não é impossível, como é suposto normalmente.
Contudo, pode ser admitido de que é altamente improvável que Cristo realmente tenha nascido em dezembro 25.
Este fato invalida o Natal? Realmente, não. Não é essencial para a celebração de aniversário de alguém, que seja comemorado na mesma data do seu nascimento. Os americanos comemoram os aniversários de Washington e Lincoln na terceira Segunda-feira de Fevereiro todos os anos, ainda que o aniversário de Lincoln era no dia 14 de Fevereiro e o de Washington, 22 de Fevereiro. Se tivesse certeza de que Cristo realmente nasceu digamos, em 30 de abril, deveríamos então celebrar o Natal naquele dia? Enquanto que não haveria nada de errado com tal mudança, não seria necessário. O propósito é o que importa, não a atual data.
Mas, e com respeito ao fato de ser 25 de dezembro a data de um festival pagão? Isto não prova que o Natal é pagão? Não, não o prova. Em vez, prova que o Natal foi estabelecido como um rival da celebração do festival pagão. Isto é, o que os cristãos fizeram era como dizer, “Antes do que celebrar em imoralidade o nascimento de Ucithra, um falso deus que nunca nasceu realmente, e que não pode lhe salvar, celebremos com alegre justiça o nascimento de Jesus, o verdadeiro Deus encarnado que é o Salvador do mundo.”
Algumas vezes, se insta a que se tome um festival pagão tentando “cristianizá-lo” é insensatez. No entanto, Deus mesmo fez exatamente isso no Antigo Testamento. A evidência histórica nos mostra conclusivamente, que algumas festas dadas a Israel por Deus através de Moisés eram originalmente pagãs, os festivais agriculturais, os quais eram cheios de práticas e imagens idólatras.
O que Deus fez com efeito, era estabelecer festividades os quais tomariam o lugar dos festivais pagãos, sem adotar nada da idolatria e imoralidade associado com ela.
Poderia dar a impressão, então, que em princípio nada há de mal em fazê-lo, se tratando do Natal.
Santa Claus (Papai Noel)
Provavelmente a coisa que mais incomoda aos cristãos sobre o Natal mais do que qualquer coisa, é a tradição do Papai Noel. As objeções para esta tradição inclui o seguinte: [1] Papai Noel é uma figura mística incluído com atributos divinos, incluindo onisciência e onipotência; [2] quando as crianças aprendem que Papai Noel não é real, eles perdem a fé nas palavras dos seus pais e em seres sobrenaturais; [3] Papai Noel distrai a atenção de Cristo; [4] a história de Papai Noel ensina as crianças a serem materialistas. Em face a tais objeções convincentes, pode-se dizer algo de bom do Papai Noel.
Antes de examinar cada uma destas objeções, deve se notar que, o Natal pode ser celebrado sem o Papai Noel. Retire Papai Noel do Natal e o Natal permanece intacto. Retire Cristo do Natal, no entanto, e tudo que sobre é uma festa pagã. Sejam quais forem nossas diferenças individuais de como tratar o assunto de Papai Noel com as nossas crianças, como Cristãos nós podemos concordar com este tanto.
1.) Não existe dúvida alguma de que Papai Noel na sua presente forma, é um mito, ou conto de fada. No entanto, houve realmente um Papai Noel o nome “Santa Claus” é uma forma anglosaxona do Holandês, Sinter Klaas, que por sua vez significava “São Nicolau”.
Nicolau foi um bispo cristão, no quarto centenário, sobre quem pouco sabemos por certo. Ele aparentemente, assistia ao Concílio de Nicéia no AD. 325, e uma forte tradição sugere que ele demonstrava uma singular bondade para com as crianças. Enquanto que o velho vestido de vermelho puxando um trenó conduzido por veado voador é um mito, a história de um velho amante de crianças que lhes trouxe presentes, provavelmente não é – e em muitos países, é só isso que “Santa Claus” é.
Deve-se admitir que contar às crianças que Papai Noel pode vê-los em todo tempo, e de que ele sabe se eles foram bons ou maus, etc… está errado. Também é verdade que os pais não deviam contar a seus filhos a história de Papai Noel como se fosse uma verdade literal. Contudo, as crianças com menos de sete ou oito anos, podem brincar de “fazer de conta” e tirar disso divertimento como se elas pensa-se que é real. De fato, a essa idade elas estão aprendendo a diferença entre o faz de conta e a realidade. Crianças mais jovens ficarão fascinadas pelos presentes que são descobertos na manhã de Natal, debaixo de uma árvore a qual lhes foi dito que são do “Papai Noel”, porém, eles não tirarão conclusões sobre a realidade de Papai Noel por meio destas descobertas.
2.) Quando as crianças aprenderem que Papai Noel não é real, poderá perturbá-los um pouco, somente se os pais lhes disseram que ele realmente existe e que ele faz tudo que se pretendia dele. É por isso que deve-se dizer às crianças que Papai Noel é faz de conta, tão logo elas tenham idade suficiente para fazer perguntas a respeito da realidade.
Antes de ser uma pedra de tropeço para acreditar no sobrenatural, ele pode ser um trampolim. Diga às crianças que enquanto Papai Noel é uma faz de conta, Deus e Jesus não são. Diga-lhes que, enquanto Papai Noel só pode trazer coisas que os pais podem comprar ou fazer, Jesus pode lhes dar coisas que ninguém pode – um amigo que sempre está com eles, perdão para as coisas más que eles fazem, vida num lugar maravilhoso com Deus para sempre, etc.
3.) Siga as sugestões acima e não mais será Papai Noel um motivo para distraí-los de Cristo. Diga a seus filhos porque Papai Noel dá presentes, e porque Deus nos deu o presente mais maravilhoso, Cristo.
4.) Pelo contrário, a história de Papai Noel é melhor contada quando é usada para encorajar as crianças a ser abnegadas e generosas.

Árvores de Natal

Um dos poucos elementos sobre a celebração tradicional do Natal, dos que se opõe a isso, afirmam o que diz na Escritura sobre árvores de Natal. Especificamente pensa-se que em Jeremias 10:2-4 Deus explicitamente condenava árvores de Natal: “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais dos céus, embora com eles se atemorizem as nações. Porque os costumes dos povos são vaidade; cortam do bosque um madeiro, e um artífice o lavra com o cinzel.”
Certamente há uma semelhança entre a coisa descrita em Jeremias 10, e a árvore de Natal. Semelhança, no entanto, não é igual a identidade. O que Jeremias descreveu era um ídolo – uma representação de um falso deus – como o verso seguinte mostra: “Como o espantalho num pepinal, não podem falar; necessitam de que os levem, pois não podem andar. Não tenhais receio deles; não podem fazer o mal, nem podem fazer o bem.” (v.5)
A passagem paralela em Isaías 40:18-20 esclarece que o tipo de coisa que Jeremias 10 tem em mente, é na verdade um objeto de adoração: “Também consumirá a glória da sua floresta, e do seu campo fértil desde a alma até o corpo; será como quando desmaia o doente. O resto das árvores da sua floresta será tão pouco que um menino as poderá contar. Naquele dia os restantes de Israel, e os que tiverem escapado da casa de Jacó, nunca mais se estribarão sobre aquele que os feriu, mas se estribarão lealmente sobre o Senhor, o Santo de Israel.” (Is 10:18-20)
Assim, a semelhança é meramente superficial. A árvore de Natal não se origina de adoração pagã de árvores (o qual foi praticada), porém, de dois símbolos explicitamente cristãos, do Ocidente da Alemanha Medieval.
A Enciclopédia Britânica explica o seguinte:A moderna árvore de Natal, em hora, se originou na Alemanha Ocidental. O principal esteio de uma peça medieval sobre Adão e Eva, era uma árvore de pinheiro pendurada com maças (Árvore do Paraíso) representando o jardim do Éden. Os alemães montaram uma “árvore do Paraíso” nos seus lares no dia 24 de dezembro, a festa religiosa de Adão e Eva. Eles penduravam bolinhos delgados (simbolizando a hóstia, o sinal cristão de redenção); as hóstias eventualmente se transformaram em biscoitos de vários formatos. Velas, também, eram com freqüência acrescentadas como símbolo de Cristo. No mesmo quarto, durante as festividades de Natal, estava a pirâmide Natalina, uma construção piramidal feito de madeira com prateleiras para colocar figuras de Natal, decorados com sempre-verdes, velas e uma estrela. Lá pelo 16º século a pirâmide de Natal e a árvore do Paraíso tinham desaparecido, se transformando em árvore de Natal.
Mais uma vez, não há nada essencial sobre a árvore de Natal para celebrar o Natal. Como o mito moderno de Papai Noel, é uma tradição relativamente recente; as pessoas celebravam o Natal durante séculos sem a árvore e sem o semi-divino residente do Polo Norte.
O que é essencial ao Natal é Cristo. No entanto, isso não quer dizer que devemos jogar Papai Noel e a árvore fora de vez. Neste assunto temos liberdade cristã para adotar estas tradições e usá-los para ensinar os nossos filhos sobre Cristo, ou para celebrar o nascimento de Cristo, sem elas.
Nesse caso, não há nenhuma obrigação para celebrar seu aniversário também, desde que não é ordenado para nós na Escritura.
Todavia, seria estranho de fato, se alguém que foi salvo pelo filho de Deus, não se regozijar-se em pensar no dia que Sua encarnação manifestou-se pela primeira vez ao mundo naquela noite santa
Curiosidades
A frase “Feliz Natal” em várias línguas

albanês – Gezur Krislinjden
alemão – Frohe Weihnachten
armênio – Shenoraavor Nor Dari yev Pari gaghand
basco – Zorionak
catalão – Bon Nadal
coreano – Chuk Sung Tan
croata – Sretan Božic
castelhano – Feliz Navidad ou Felices Pascuas
esperanto – Gajan Kristnaskon
finlandês – Hyvää joulua
francês – Joyeux Noël
grego – ?a?? ???st???e??a
inglês – Merry Christmas ou Happy Christmas
italiano – Buon Natale
japonês – Merii Kurisumasu (adaptação de Merry Christmas)
mandarim – Kung His Hsin Nien
neerlandês – Prettig Kerstfeest
romeno – Sarbatori Fericite
russo – S prazdnikom Rozdestva Hristova
sueco – God Jul
ucraniano – Srozhdestvom Kristovym